Mundinho Edward Yang Paraíba
Aos bons pontos: é um filme de terror sem medo de ser terror e traz o impacto necessário pra ser o body horror que pretende.
Muito disso por meio da fotografia extremamente viva e plástica e o design de som excelente (que inclusive foi uma das coisas que mais fez valer pagar o ingresso pra vê-lo no cinema), que tornam os segmentos mais sensoriais e experimentais eficazes. Essa parte visual é tão ricamente construída que a encenação, por vezes, quase…
A arte como magia; como aquilo que transcende a vida e a morte; como algo que transcende a lógica, nossos desejos e nossos sentimentos.
A porta como essa passagem da vontade para o ato; como uma resposta daquilo que não pode ser respondido; como um grito de quem ja não tem mais voz, ou boca, ou corpo.
O ressentimento como inspiração desse sonho doloroso, mas o amor como aquilo que te faz acordar.