Filho perdido do Tony Leung e da Maggie Cheung
Dino Risi, em outros filmes seus que vi, costuma construir com rapidez uma atmosfera genuína e envolvente, além de estabelecer com clareza toda a estrutura que sustenta a obra. Aqui, no entanto, tudo soa arrastado. Há elementos que poderiam render algo interessante nessa ideia de explorar a decadência aristocrática e a loucura burguesa, mas eles raramente são levados a lugares criativos e, menos ainda, aproveitam o grande elenco à disposição.
No fim, a impressão é a de um filme inócuo.…