Edições anteriores

  • Narrativas biográficas, biografias e etnobiografias: Epistemologias, teorias e métodos
    v. 27 n. 73 (2026)

    A antropologia e a sociologia são campos de conhecimento que privilegiam, há mais de um século, estudos biográficos para qualificar a representação que as pessoas fazem de si na sua relação com vida cotidiana, os espaços praticados e memórias vividas como caminhos possíveis para a compreensão da realidade social. São muitos intelectuais que trouxeram o uso de relatos biográficos para valorizar a pessoa que narra sua história, sua trajetória, projetos e suas experiências em alto relevo para configurar o ser e estar no mundo. Ao menos desde o paradigma culturalista que, em contraste com os estudos das funções sociais e organizacionais, temos uma tradição intelectual que valoriza as histórias singulares, como a vida de pessoas e grupos migrantes e imigrantes em seus deslocamentos e esforços de enraizamento em situações complexas em busca de sobrevivência, trabalho e segurança. Nas pesquisas qualitativas, seja na sociologia, seja na antropologia, áreas de estudo que se entrelaçam em suas teorias diversas, as distintas abordagens biográficas consistem em relações de pesquisadores em seus campos de estudo com interlocutores/as de forma consentida e ética. As nuances de construção de relatos ou narrativas biográficas, de experiências de vida ou trajetórias, de histórias de vida ou etnobiografias, são escolhas teóricas e conceituais inspiradas por uma diversidade de intelectuais que configuram diversidade de interpretações de comunidades disciplinares. Mas, em comum, há a valorização da voz do sujeito cognoscente contextualizando o seu lugar de fala.
    Incentivamos, neste dossiê, autoras e autores e contribuírem com artigos que tragam experiências de pesquisa que tenham no processo biográfico a construção de saberes e práticas de pessoas em suas memórias e trajetórias.

  • Futebol como fenômeno social e cultural
    v. 26 n. 72/2 (2026)

    Os esportes são jogos competitivos, baseados em proezas corporais, contra um oponente, uma distância, um tempo, um obstáculo, um animal ou até mesmo contra si mesmo. Entre os esportes, no Brasil, o futebol impera.

    Considerado em sua dupla dimensão de prática e de espetáculo, o futebol é um observatório privilegiado da classificação de gênero e da sexualidade (segundo quem participa das práticas, na audiência, e na mídia), dos cânones da beleza corporal, dos antagonismos locais, regionais, nacionais (pelo fervor dos torcedores e o significado atribuído as equipes despertados pelo espetáculo das competições), das formas de sociabilidade entre atletas e entre espectadores, da evolução dos instrumentos de medida, das dimensões rituais dos grandes eventos futebolísticos e, finalmente, do limiar da violência autorizada (entre praticantes, entre os torcedores, dos torcedores em relação aos praticantes – como nos casos de insultos racistas).

    Organizadora:

    Drª.Carmen Silvia de Moraes Rial (INCTFutebol/UFSC) - carmen.rial@ufsc.br

    Co-organizadora:

    Drª. Mariane da Silva Pisani (INCTFutebol/UFPI) - marianepisani@gmail.com

  • Futebol como fenômeno social e cultural
    v. 26 n. 72 (2025)

    Os esportes são jogos competitivos, baseados em proezas corporais, contra um oponente, uma distância, um tempo, um obstáculo, um animal ou até mesmo contra si mesmo. Entre os esportes, no Brasil, o futebol impera.

    Considerado em sua dupla dimensão de prática e de espetáculo, o futebol é um observatório privilegiado da classificação de gênero e da sexualidade (segundo quem participa das práticas, na audiência, e na mídia), dos cânones da beleza corporal, dos antagonismos locais, regionais, nacionais (pelo fervor dos torcedores e o significado atribuído as equipes despertados pelo espetáculo das competições), das formas de sociabilidade entre atletas e entre espectadores, da evolução dos instrumentos de medida, das dimensões rituais dos grandes eventos futebolísticos e, finalmente, do limiar da violência autorizada (entre praticantes, entre os torcedores, dos torcedores em relação aos praticantes – como nos casos de insultos racistas).

  • Antropologia para além da academia: pesquisas aplicadas, metodologias criativas e desenvolvimento profissional
    v. 26 n. 71 (2025)

    Entendendo que a Antropologia produz um "olhar disciplinado" a seus pesquisadores a partir de suas realidades sociais, identificamos que contribuir para a construção de um saber reflexivo, característico da nossa prática, abrindo espaço para os estudos sociais - além do formato clássico da academia - se fazendo presente para a expansão, conexão e interação das metodologias sociais em outros espaços relacionais.


    Neste Dossiê estaremos abertos a artigos, ensaios, mostras, experimentos e dispositivos criativos que nos possibilitem entender como está sendo inserida a Antropologia, para além da academia. Nos interessa identificar quais caminhos que podemos trilhar a partir do desenvolvimento ativo profissional de antropólogos, podendo assim, refletir sobre esta ampliação profissional - apoiada pela abordagem constituinte da própria antropologia por meio da metodologia etnográfica que se desdobram em novos dispositivos de disseminação por meio de conceitos, categorias e peças oriundas de resultados em projetos estratégicos realizados para marcas e negócios; estudos de inteligência de mercado, diagnósticos de cenários análogos, publicação de peças criativas em redes sociais e a construção de podcasts.


    Para tanto, estas são reflexões que desejamos ampliar a partir do alargamento da atuação de antropólogos no século 21, que resulta em diferentes modos de olhar a Antropologia Social, enfatizando trocas entre os saberes acadêmicos e a prática profissional. Produzindo com isso, experiências e trajetórias distintas de nossos processos clássicos, indo além da docência - e multiplicando novas formas de atuação conquistadas por novos espaços de práticas antropológicas, resignadas a partir de projetos, dentro de empresas públicas e privadas, alocadas de forma fixa ou flexível, e vista sob a chancela de pesquisadores de comportamento dentro de consultorias nacionais e internacionais. Atuando com isso, de forma independente e prestando acompanhamento estratégico para empresas ou sendo contratado.

    Neste sentido, identificamos que o compartilhamento destas oportunidades de criação - a partir de casos, conceitos e categorias - desenvolvendo o nosso ofício, a nossa teoria e nossas metodologias antropológicas, para além da forma clássica de se fazer antropologia, mas sem desconsiderar os critérios éticos e epistemológicos da disciplina como necessidade. Abrindo espaço, neste sentido, para experiências genuínas de antropólogos que exercem atividades aplicadas e, que, também, nos fazem refletir sobre como estes efeitos contemporâneos acionam a continuidade epistêmica da disciplina a partir de seus impactos e produção destes alargamentos.

  • Antropologia audiovisual com fotografias e filmes: da película ao digital
    v. 26 n. 70/2 (2025)

    Este dossiê, intitulado “Antropologia audiovisual com fotografias e filmes: da película ao digital”, é fruto do grupo de trabalho homônimo por nós organizado na 34a Reunião Brasileira de Antropologia, realizada em meados de 2024, em Belo Horizonte, MG. Aqui, levamos em conta o fato de que a fotografia, os registros sonoros, o cinema e o vídeo acompanham a Antropologia desde o momento de seus respectivos surgimentos, inicialmente como formas simples de registro, atestados do real, passando a ser considerados como formas de expressão que constituem, cada vez mais, parte significativa dos processos de pesquisa, ao invés de meros recursos ilustrativos, adereços e anexos, ganhando estatuto de objetos e componentes metodológicos e epistemológicos fundamentais na produção do conhecimento antropológico. Partindo dessa perspectiva, este dossiê irá acolher trabalhos que reflitam sobre as potencialidades da fotografia, dos registros sonoros, do cinema e do vídeo nas produções etnográficas/antropológicas.
    Nossa proposta, portanto, é reunir contribuições de pesquisadoras/es que promovam debates que orbitem em torno da centralidade dessas linguagens, enfatizando sua importância na aproximação com o campo de pesquisa, seu potencial metodológico, seu lugar expressivo como instrumento de interlocução, sua mobilização como recurso didático em processos de ensino-aprendizagem, os múltiplos tensionamentos acerca das figurações entre representações e “realidades”, as possíveis relações com a linguagem escrita, a composição e circulação de acervos e coleções, a restituição de acervos e narrativas a grupos e comunidades, entre outros aspectos - levando-se em consideração as múltiplas materialidades das imagens e seus diferentes suportes, sejam elas originalmente analógicas ou digitais.
    Além disso, buscamos estimular discussões sobre as múltiplas potencialidades narrativas acionadas nos atos de registrar, descrever, imaginar e compartilhar pesquisas com e por imagens, sejam elas provenientes de acervos, produzidas pelos/as pesquisadores/as, feitas dialogicamente com nossos/as interlocutores/as ou, ainda, narrativas imagéticas que percorrem diferentes circuitos, atravessando e produzindo formas de pensamento e construção de sentidos. O intuito, ainda, é o de estimular o diálogo com outras especializações da Antropologia e áreas afins que focam em temas diversos como arte, socialidade, religião, técnica, corporeidade, questões urbanas, de gênero, trabalho e outros, a partir da presença da imagem como elemento central na construção do conhecimento antropológico.

  • Antropologia audiovisual com fotografias e filmes: da película ao digital
    v. 26 n. 70/1 (2025)

    Este dossiê, intitulado “Antropologia audiovisual com fotografias e filmes: da película ao digital”, é fruto do grupo de trabalho homônimo por nós organizado na 34a Reunião Brasileira de Antropologia, realizada em meados de 2024, em Belo Horizonte, MG. Aqui, levamos em conta o fato de que a fotografia, os registros sonoros, o cinema e o vídeo acompanham a Antropologia desde o momento de seus respectivos surgimentos, inicialmente como formas simples de registro, atestados do real, passando a ser considerados como formas de expressão que constituem, cada vez mais, parte significativa dos processos de pesquisa, ao invés de meros recursos ilustrativos, adereços e anexos, ganhando estatuto de objetos e componentes metodológicos e epistemológicos fundamentais na produção do conhecimento antropológico. Partindo dessa perspectiva, este dossiê irá acolher trabalhos que reflitam sobre as potencialidades da fotografia, dos registros sonoros, do cinema e do vídeo nas produções etnográficas/antropológicas.
    Nossa proposta, portanto, é reunir contribuições de pesquisadoras/es que promovam debates que orbitem em torno da centralidade dessas linguagens, enfatizando sua importância na aproximação com o campo de pesquisa, seu potencial metodológico, seu lugar expressivo como instrumento de interlocução, sua mobilização como recurso didático em processos de ensino-aprendizagem, os múltiplos tensionamentos acerca das figurações entre representações e “realidades”, as possíveis relações com a linguagem escrita, a composição e circulação de acervos e coleções, a restituição de acervos e narrativas a grupos e comunidades, entre outros aspectos - levando-se em consideração as múltiplas materialidades das imagens e seus diferentes suportes, sejam elas originalmente analógicas ou digitais.
    Além disso, buscamos estimular discussões sobre as múltiplas potencialidades narrativas acionadas nos atos de registrar, descrever, imaginar e compartilhar pesquisas com e por imagens, sejam elas provenientes de acervos, produzidas pelos/as pesquisadores/as, feitas dialogicamente com nossos/as interlocutores/as ou, ainda, narrativas imagéticas que percorrem diferentes circuitos, atravessando e produzindo formas de pensamento e construção de sentidos. O intuito, ainda, é o de estimular o diálogo com outras especializações da Antropologia e áreas afins que focam em temas diversos como arte, socialidade, religião, técnica, corporeidade, questões urbanas, de gênero, trabalho e outros, a partir da presença da imagem como elemento central na construção do conhecimento antropológico.

  • Tecnopoéticas, Inteligência Artificial, maquinações e outras bricolagens
    v. 25 n. 69 (2024)

    Nos últimos anos, os avanços nos sistemas robóticos, computacionais e em rede têm expandido nossa capacidade de fabricação, interação e compreensão do mundo. Tecnologias como Inteligência Artificial (IA), automações maquínicas e a WEB tornaram-se parte integrante de nossas vidas, permeando setores como publicidade, indústria, saúde, educação e lazer. Refletir sobre as interações mediadas por essas tecnologias, explorando aspectos como criatividade e emoções, anteriormente atribuídos apenas aos seres vivos, e as implicações das relações humanas com não-humanos maquínicos é de extrema relevância.

    A análise dessas novas tecnologias deve contemplar suas potencialidades, sua obsolescência e os seus impactos ecológicos e subjetivos, tanto em nível individual quanto coletivo. Além disso, as implicações éticas, estéticas e políticas da proliferação de imagens geradas por IA, bem como a disseminação de deep fakes e fake news via WEB devem ser consideradas. Neste sentido, questões éticas emergem destacando a necessidade de uma abordagem crítica e reflexiva. Por outro lado, as potencialidades das tecnologias digitais e a comunicação em rede, nos impulsionam a pensar a dimensão multimodal da antropologia contemporânea.

    Tamanhas transformações têm gerado implicações profundas nos processos cognitivos, comunicacionais e sensíveis. Nesse sentido, indagamos: quais as confluências e pontos de fricção possíveis entre as pesquisas de campo antropológicas, os processos narrativos e suas grafias, as relações entre humanos, transhumanos não-humanos maquínicos e as tecnologias de IA? Este dossiê visa explorar a complexidade das relações humanas em torno, e por meio, dessas tecnologias, considerando suas implicações ecológicas, sociais e culturais.

  • Antropologia e produção audiovisual: imagens, sons e acervos
    v. 25 n. 68 (2024)

    Desde o desenvolvimento das tecnologias de digitalização, tanto as imagens tradicionais (desenho e pintura) quanto as imagens analógicas do cinema e da fotografia, acumuladas ao longo do tempo, conheceram a possibilidade de supervivências num universo digital planetário interligado através de redes de computadores. A vida das imagens em constante movimento, afetada seja pela imobilidade do “arquivo morto”, seja pelas dinâmicas frenéticas da circulação algorítmica digital, tem levantado novas questões e desafios para o campo da antropologia visual. Sons e vozes, colocadas em cena diretamente ou através da montagem, às vezes acompanhadas de imagens estáticas, articuladas internamente ou no entorno de filmes finalizados, permitem vislumbrar a existência de arquivos sonoros, imagéticos e audiovisuais, como campos de pesquisa antropológica. Ao tempo em que festivais de cinema de arquivo começaram a se multiplicar, a própria história da antropologia também passou a ser revisitada, gerando toda uma série de reflexões e de produções audiovisuais, as quais se amparam na pesquisa de acervos, arquivos e coleções.

    Esse número temático contempla reflexões e experiências marcadas pela duração das imagens no mundo contemporâneo, temas que envolvam o uso do audiovisual como recurso à memória de eventos passados e acesso a documentos visuais abrigados em coleções públicas ou particulares. Problemas relativos às próprias imagens, suas montagens e desmontagens, seus desaparecimentos e eternos retornos. A recordação, a rememoração, a elicitação, a performance narrativa e o desejo de lembrar compõem algumas das possibilidades de abordagem de trabalhos fílmicos que fazem uso de imagens de arquivos e coleções. Nos interessa estimular o desenvolvimento de articulações teórico-metodológicas que sirvam ao fortalecimento das pesquisas em antropologia visual, na medida em que propiciem o conhecimento dos problemas relativos ao tratamento de sons e imagens acumuladas e à etnografia das memórias e dos arquivos. Nesta perspectiva, procuramos dar conta de questões de imaginação antropológica contemporânea, articuladas à (super)vida das imagens e sons de diferentes povos e pessoas, com suas memórias, singularidades e expressões sensíveis.

  • Etnografías del habitar contemporáneo: prácticas de creación de mundos
    v. 25 n. 67 (2024)

    Por mucho tiempo las ciencias humanas y sociales dieron por sentada la condición existencial de toda configuración antropológica radicada en el habitar. Las tendencias fenomenológico - hermenéuticas de fines del siglo pasado fueron habilitando el camino para abrir el diálogo fructífero con la investigación científica. Pero fue a partir de este milenio, con autores como Ingold, retomando a su vez planteos como los de Deleuze y Guattari y sus antecedentes, o Latour y Stengers desde sus preocupaciones derivadas de los estudios de la ciencia, cuando ese “telón de fondo” fue problematizado con mayor contundencia. Actualmente nos encontramos en un horizonte epistemológico donde las diferentes perspectivas convergen en el llamado nuevo giro materialista, buscando superar dicotomías como la de objeto-sujeto, cosa-idea, materia-forma, naturaleza-cultura. Las críticas efectuadas al Antropoceno conducen en la misma dirección: no se puede comprender lo que somos sin considerar la trama de procesos en devenir que nos constituyen, de la cual somos parte.

  • Deficiência, políticas e poéticas do acesso: reconfigurando o corpo e a sociedade
    v. 24 n. 66 (2023)

    Organizadores: Valéria Aydos, Marco Antônio Gavério e Anahí Guedes de Mello.

  • Questões para o Patrimônio Antropológico: Repositórios digitais, acervos e museus
    v. 24 n. 65 (2023)

    Organizadores: Ana Luiza Carvalho da Rocha, Cornelia Eckert e Manuel Ferreira Lima Filho.

  • Capa da revista volume 24 número 64 ano 2023 ; título ILUMINURAS em caixa alta; nome da revista embaixo: Jogos de barbantes, linhas, amarrações e outras figuras na composição de etnografias escritas e sensoriais; descrição: imagem com raios de luzes coloridas (vermelho, azul, amarelo e branco)

    Jogos de barbante, linhas, amarrações e outras figuras na composição de etnografias escritas e sensoriais
    v. 24 n. 64 (2023)

    Organizadores: Luis Felipe Kojima Hirano (UFG) e por Tatiana Lotierzo (USP)

  • Atores urbanos: estéticas, trajetórias e projetos de vida na cidade
    v. 23 n. 63 (2022)

    Organizadores: Lígia Ferro (Instituto de Sociologia e Faculdade de Letras da Universidade do Porto), Jesus Marmanillo Pereira (PPGS/UFMA) e José Luís Abalos Júnior (PPGAS/UFRGS)

     

     

     

  • Gênero e Imagens - vol. 2
    v. 23 n. 62 (2022)

    Organizadoras: Barbara Copque (UERJ), Fabiene Gama (UFRGS) e Fernanda Rechenberg (UFRGS)

  • Capa da revista. A capa tem um fundo azul. No centro, há um desenho de um pulmão azul, na entrada da traqueia, várias flores com pétalas arredondadas vermelhas e laranjas estão desenhadas. Em cima dessas flores, há uma colagem de uma foto de outras flores. Em cima do desenho, está escrito ILUMINURAS, em letras maiúsculas, em baixo, há o título do volume 23, número 61 da revista, que é: Metodologias etnográficas subversivas: as poéticas das grafias. Do lado direito está escrito o E-ISSN da revista. Do lado esquerdo, estão dispostas as referências do desenho, que são: "Imagem: Flávia Rieth, desenho em Canson A4, Pelotas, 12 de abril de 2020".

    Metodologias etnográficas subversivas: as poéticas das grafias
    v. 23 n. 61 (2022)

    Organizadores: Patrícia Pinheiro (Instituto Escolhas e Programa de Pós-graduação em Antropologia da Universidade Federal da Paraíba, Brasil.) e Alexsânder Nakaóka Elias (Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS)

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