Club de Regatas Vasco da Gama

clube poliesportivo brasileiro
 Nota: Para outros significados, veja Vasco da Gama (desambiguação).

O Club de Regatas Vasco da Gama é uma entidade sócio-poliesportiva brasileira sediada na cidade do Rio de Janeiro, fundada em 21 de agosto de 1898 por um grupo de remadores, inspirados pelas celebrações do quarto centenário da expedição que estabeleceu a primeira rota marítima direta entre a Europa e a Índia, liderada pelo navegador português Vasco da Gama. Embora tenha se originado nas regatas, o clube passou a atuar em diversas modalidades esportivas, como atletismo, basquete, futebol de areia e futebol americano, tendo o futebol como sua principal modalidade. Além disso, é a agremiação brasileira cujos atletas conquistaram o maior número de medalhas em Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Vasco da Gama
NomeClub de Regatas Vasco da Gama
AlcunhasGigante da Colina[1]
Time da Virada[2]
Torcedor(a)/Adepto(a)vascaíno
cruzmaltino
MascoteAlmirante
Bacalhau
Dom Corvo I e Único
Principal rivalBotafogo
Flamengo
Fluminense
Fundação21 de agosto de 1898 (127 anos)
EstádioSão Januário
Capacidade21 880[3]
LocalizaçãoBairro Vasco da Gama, Rio de Janeiro, Brasil
Mando de jogo emSão Januário
Maracanã[4]
Capacidade (mando)Maracanã: 78 838[5]
Proprietário(a)SAF:[6]
CRVG (69%)
777 Partners (31%)
PresidentePedrinho[7]
Treinador(a)Pedro Emanuel[8]
Material (d)esportivoNike[9]
CompetiçãoCariocão - Série A[10]
Brasileirão - Série A[10]
Copa do Brasil[10]
Copa Sul-Americana[10]
Ranking nacional8.º lugar, com 20 330 pontos[11]
Websitevasco.com.br
crvascodagama.com
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo

Um de seus primeiros títulos foi o Campeonato Carioca de 1923, conquistado pelo time conhecido como Camisas Negras, composto majoritariamente por jogadores negros e de classes trabalhadoras.[12] O episódio mais associado ao posicionamento do clube em relação ao racismo foi a chamada Resposta Histórica, carta na qual o Vasco da Gama recusou-se a dispensar doze de seus atletas negros, contrariando determinação da Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA), então liga responsável pelo futebol carioca, que alegava se tratar de pessoas com "profissão duvidosa".

Em termos de títulos, o Vasco da Gama conquistou o Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer, sucessor da Copa Rio, e o Torneio de Paris de 1957, em final contra o Real Madrid, no, segundo a FIFA, maior encontro entre equipes de dois continentes antes de 1960. Em âmbito continental, venceu o Campeonato Sul-Americano de Campeões, a Copa Libertadores da América de 1998, no ano de seu centenário, e a Copa Mercosul de 2000, cuja final é conhecida como a "Virada do Século". No âmbito nacional, conquistou quatro Campeonatos Brasileiros, uma Copa do Brasil, quatro títulos interestaduais oficiais e diversos títulos estaduais, entre eles Campeonatos Cariocas e torneios como Municipal, Extra, Início e Relâmpago. Ao longo de sua história, também conquistou outros torneios nacionais e internacionais no futebol.

Em contrapartida, o Vasco soma quatro rebaixamentos para a segunda divisão nacional, e também atravessa o maior período sem conquistas de sua história, tendo como último título oficial o do Campeonato Carioca de 2016.[13] Além disso, acumula uma das maiores dívidas do futebol brasileiro, estimada em valores acima de um bilhão de reais, o que desencadeou um pedido de recuperação judicial.[14] A desfavorável situação financeira já havia levado o clube a vender 70% das ações da sociedade anônima do futebol à investidora 777 Partners, em 2022,[15] cuja participação foi posteriormente reduzida devido a um colapso financeiro global de suas empresas.[16]

História

1898–1915: Fundação

O Club de Regatas Vasco da Gama foi fundado como um clube de remo em 21 de agosto de 1898 por um grupo de 62 jovens imigrantes portugueses e luso-descendentes, reunidos no bairro da Saúde, no Rio de Janeiro.[17][18] O nome foi escolhido em referência às comemorações dos quatrocentos anos da viagem do almirante homônimo à Índia, celebradas naquele ano.[17][19] Já filiado à União de Regatas Fluminense, o clube estreou em competições oficiais na enseada de Botafogo, em 4 de junho de 1899. Na ocasião, a baleeira Volúvel, de seis remos, venceu o primeiro páreo na categoria júnior, conquistando a primeira vitória do Vasco no remo.[20]

Em 24 de novembro de 1905 o Vasco conquistou seu primeiro Campeonato Carioca de Remo, em uma competição que contou com a presença do presidente da República Rodrigues Alves entre os espectadores.[17] No ano seguinte, sagrou-se bicampeão estadual.[21] Até 2012 o clube havia conquistado o campeonato em 46 oportunidades.[20]

Em 26 de novembro de 1915 o Lusitânia Sport Club foi incorporado ao Vasco, dando origem ao departamento de futebol do clube, apesar da oposição dos remadores associados.[17] O cruzmaltino disputou sua primeira partida oficial em 3 de maio de 1916, pela terceira divisão da Liga Metropolitana de Sports Athleticos (LMSA), sendo derrotado por 10–1 pelo Paladino Foot-Ball Club.[22]

1922–1934: Camisas Negras e a luta contra o racismo

Desde aquela época, o clube incorporava aos seus quadros atletas de diferentes origens étnicas e sociais.[23] Em 1922, conquistou seu primeiro título da Série B estadual, o que lhe garantiu o acesso à primeira divisão da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT).[24] O elenco vascaíno era bastante diverso, contando com negros, pardos, portugueses e brancos pobres da classe operária.[17][25] Embora houvesse outros clubes com jogadores dessas características, essa foi a primeira vez que equipes de maior poder financeiro da cidade enfrentaram uma equipe equivalente oriunda da periferia.[17][26]

Itália e Fausto, destaques cruzmaltinos durante as décadas de 1920 e 1930.

Em 1923 o Vasco conquistou, logo em seu ano de estreia, o primeiro título da elite do Campeonato Carioca.[12] Porém, em 1924 os clubes da Zona Sul (área de maior prestígio socioeconômico do Rio de Janeiro) uniram-se, deixaram a LMDT e fundaram a Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA).[27] O Vasco somente poderia filiar-se à nova entidade caso dispensasse doze de seus atletas, todos negros, sob a alegação de que exerciam "profissão duvidosa".[26][25] Diante da exigência, o presidente cruzmaltino José Augusto Prestes enviou uma carta à AMEA recusando-se a aceitar a condição imposta e abrindo mão da filiação.[25] O documento, conhecido como "Resposta Histórica", é considerado um marco na discussão sobre o racismo no futebol brasileiro.[28][25]

Carta do presidente do Vasco da Gama à Associação Metropolitana de Esportes Athleticos, recusando-se a dispensar doze jogadores negros e desistindo da filiação à associação, conhecida como Resposta Histórica.
A Wikisource contém fontes primárias relacionadas com Resposta Histórica

Dessa forma, em 1924 foram disputados dois campeonatos em paralelo,[26][27] sendo o da LMDT conquistado de forma invicta pelo Vasco.[26] No ano seguinte, em razão de atrair os maiores públicos e arrecadações,[29] o clube superou as resistências da AMEA e filiou-se à entidade, sob a condição de disputar suas partidas no campo do Andarahy.[30]

Apesar disso, o Vasco decidiu construir seu próprio estádio, a fim de eliminar quaisquer exigências impostas pela AMEA.[25] O local escolhido para a construção foi a Chácara de São Januário, propriedade que havia sido concedida pelo antigo imperador Dom Pedro I à Marquesa de Santos.[31] Em 21 de abril de 1927 o clube inaugurou o Estádio Vasco da Gama, amplamente conhecido como São Januário, então o maior recinto esportivo das Américas.[32]

Em 1929 o Vasco conquistou o terceiro Campeonato Carioca em sete anos na primeira divisão.[33] Em 1931, tornou-se o segundo clube brasileiro a ser convidado para uma excursão internacional, depois do Paulistano, e o primeiro a conquistar a Myrurgia Cup, perante o Barcelona. No mesmo ano derrotou o Flamengo por 7–0, resultado que permanece como a maior goleada da história do Clássico dos Milhões.[34] Em 1934 conquistou novamente o Campeonato Carioca, com um elenco que contava com jogadores como Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Russinho e Fausto.[35]

Em 2023 a Câmara dos Deputados aprovou projeto que incluiu os Camisas Negras, nome pelo qual ficou conhecido o elenco daquele período, no Livro de Heróis da Pátria.[36]

1942–1954: Expresso da Vitória

Ademir de Menezes marcou 301 gols com a camisa cruzmaltina.[37]

Em meados de 1942 o Vasco formou o elenco que ficaria conhecido como Expresso da Vitória, liderado pelo atacante Ademir de Menezes.[38] Em 1944 conquistou o Torneio Relâmpago, superando os outros quatro grandes clubes da cidade.[39] Na sequência, venceu o Torneio Municipal,[40][41] repetindo o feito nos três anos seguintes e tornando-se o único tetracampeão da competição.[42] No mesmo período, conquistou ainda outros dois Campeonatos Cariocas de forma invicta, em 1945 e 1947.[43]

O título estadual de 1947 garantiu ao clube um convite para disputar o Campeonato Sul-Americano de Campeões, considerado precursor da Copa Libertadores da América e que chegou a ser reconhecido pela CONMEBOL em momentos diferentes como de igual valor.[44][45][46][47] Após a conquista do torneio, em Santiago, no Chile, em 18 de março de 1948, mais de 200 mil pessoas — cerca de 10% da população do Rio de Janeiro à época — tomaram as ruas da cidade para recepcionar a delegação vascaína, então denominada "Campeões dos Campeões do continente".[48]

Na Copa do Mundo de 1950, a Seleção Brasileira contou com oito jogadores do Vasco em seu elenco, além do treinador Flávio Costa e do massagista Mário Américo.[49] Apesar de ser considerada favorita ao título, a equipe foi superada pelo Uruguai na partida decisiva em derrota conhecida como Maracanaço.[49] Em 8 de abril de 1951 a equipe vascaína disputou, no Estádio Centenario, em Montevidéu, a partida que ficou conhecida como a Revanche do Maracanaço.[50][51] Diante de mais de setenta mil espectadores, o Expresso da Vitória derrotou o Peñarol por 3–0, em um confronto que reuniu 21 jogadores presentes na final da Copa de 1950.[50] A vitória do Vasco sobre a equipe uruguaia, que, assim como o clube brasileiro, formava a base de sua seleção nacional, teve ampla repercussão internacional e foi descrita pelo jornal espanhol Mundo Deportivo como "A Ressurreição do Futebol Brasileiro".[52]

Em razão da conquista do Campeonato Carioca de 1950, o Vasco classificou-se para a Copa Rio de 1951, de âmbito internacional.[53] O clube chegou às semifinais da competição, sendo eliminado pelo Palmeiras, que posteriormente conquistaria o título. Na partida, um gol vascaíno marcado por Chico foi anulado pela arbitragem, decisão que gerou controvérsia.[54][55] Em 1953 a equipe conquistou o Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer, sucessor da Copa Rio e considerado sua terceira edição.[56][57]

1955–1969: Geração supercampeã

Em 14 de junho de 1957 o Vasco venceu o Real Madrid de Di Stéfano, Kopa e Paco Gento e conquistou a primeira edição do Torneio de Paris, disputado no Parc des Princes, em uma atuação elogiada pela imprensa europeia.[58] O jornal France Soir afirmou: “O Real Madrid não é o maior time do mundo. Sobre isso, falem com o Vasco da Gama”.[59] O confronto, considerado pela FIFA como “o mais notável encontro de clubes de dois continentes antes de 1960”, é apontado como uma das inspirações para a criação da Copa Intercontinental. A competição foi a primeira a reunir, em formato semelhante, os campeões continentais da Europa e da América, considerados à época os principais representantes do futebol mundial. Ao derrotar a equipe madrilenha, o Vasco tornou-se também o primeiro e único clube não europeu a vencer o então campeão vigente da Liga dos Campeões da UEFA antes da disputa inaugural da Copa Intercontinental.[60][61][62]

Vavá, Bellini e Orlando Peçanha, jogadores de destaque do Vasco da Gama no período.

Ainda em 1957 o Vasco derrotou o Barcelona por 7–2, no Les Corts, então estádio do clube espanhol antes da inauguração do Camp Nou.[63] O resultado permanece como a pior derrota internacional sofrida pelo clube catalão como mandante.[64] As vitórias do Vasco sobre tradicionais clubes europeus durante a excursão motivaram comentários da imprensa espanhola sobre o nível do futebol local. Ao descrever a campanha vascaína pela Europa, o Jornal dos Sports estampou a manchete: “como um tufão, o Vasco varre o football mundial”.[65]

No ano seguinte, o Vasco da Gama conquistou o Super-supercampeonato Carioca de 1958, considerado uma das edições mais disputadas da história da competição,[66][67] e também o Torneio Rio-São Paulo, após golear a Portuguesa de São Paulo na decisão.[68] Em 1965 venceu a primeira edição da Taça Guanabara, então disputada como competição independente do Campeonato Carioca,[69] tornando-se, em seguida, vice-campeão da Taça Brasil ao perder a decisão para o Santos de Pelé.[70] No Torneio Rio-São Paulo de 1966, terminou empatado com Botafogo, Santos e Corinthians, dividindo o título entre as quatro equipes.[71] A década de 1960 foi marcada também por uma profunda crise política no clube, que culminou na cassação do presidente Reynaldo Reis, em 1969.[72]

1970–1991: Era Dinamite e a SeleVasco

Time do Vasco no ano de 1970.

A década de 1970 foi marcada pelo surgimento de Roberto Dinamite como ídolo do clube e pela chegada do goleiro argentino Andrada.[73] No círculo estadual, o Vasco da Gama conquistou o Campeonato Carioca em 1970 e 1977.[74][75] Nesta última campanha, houve grande protagonismo do sistema defensivo, formado por Orlando Lelé, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio,[76] o qual auxiliou o goleiro Mazarópi a chegar ao recorde mundial de maior tempo sem sofrer gols.[77] Já em âmbito nacional, o clube foi campeão brasileiro pela primeira vez em 1974, tornando-se a primeira equipe do estado do Rio de Janeiro a vencer a competição, com Roberto Dinamite como o artilheiro do certame.[78][79][80]

Durante a década de 1980, surgiram alguns ídolos vascaínos como Acácio, Mazinho, Geovani, Bismarck, Sorato e Romário.[81][82] Além disso, o clube conquistou diversos torneios internacionais (Copa Ouro em 1987 e o tricampeonato do Troféu Ramón de Carranza em 1987, 1988 e 1989 por exemplo),[83] três títulos estaduais (1982, 1987 e 1988)[84][85] e o bicampeonato Brasileiro em 1989.[86] Nessa ocasião, o elenco ficou popularmente conhecido como "SeleVasco", devido ao alto número de jogadores com passagens pela Seleção Brasileira, com destaque para o atacante Bebeto, transferido do Flamengo.[87] Já na Copa Libertadores da América de 1990, o cruzmaltino foi eliminado pelo Atlético Nacional, em confronto marcado pela anulação da partida de volta, em virtude de interferência do Cartel de Medellín de Pablo Escobar na arbitragem.[88] Na política, o período ficou marcado pela estabilização institucional no momento em que o então presidente, Antônio Soares Calçada, convidou seu opositor, Eurico Miranda, para ser o diretor de futebol vascaíno a partir de 1986.[89][90]

1992–2007: Centenário e conquista da Copa Libertadores

A década de 1990 ficou marcada no clube pela aposentadoria de Roberto Dinamite no ano de 1993,[91] e pela revelação de novos expoentes como Edmundo, Felipe, Pedrinho, Carlos Germano, Pimentel, Dener, Valdir Bigode e Juninho Pernambucano.[82] Além de conquistar um tricampeonato estadual[92] (nos anos de 1992, 1993 e 1994), o clube venceu também o Torneio João Havelange em 1993[93] e o Campeonato Carioca de 1998.[94] Ainda em 1997, sagrou-se campeão Brasileiro pela terceira vez, ocasião em que Edmundo quebrou recordes de gols na competição.[95][96]

Em 1998 o Vasco da Gama completou cem anos de fundação.[97] O centenário foi o tema do carnaval da Unidos da Tijuca, que compôs um samba-enredo que passou a ser cantado também pela torcida cruzmaltina.[98] Além de campeão carioca, o clube ainda conquistou a Copa Libertadores da América, em 26 de agosto, cinco dias após seu aniversário.[99] Nesse período, jogadores de ampla projeção nacional integravam o elenco, como o lateral Jorginho, os zagueiros Mauro Galvão e Júnior Baiano, os meias Ramon Menezes, Vágner e Juninho Paulista, e os atacantes Evair, Donizete, Luizão, Euller e Viola.[82] Muitas das contratações foram possíveis devido ao patrocínio do NationsBank (posteriormente Bank of America), assinado em meados de 1998. O contrato durou até 2000, tendo sido rompido devido ao não cumprimento por parte do banco norte-americano.[100][101]

Em 2000, apesar do vice-campeonato no 1º Mundial de Clubes FIFA, perdendo nos pênaltis para o Corinthians,[102][103] o Vasco conquistou o tetracampeonato Brasileiro[104] e a Copa Mercosul, em partida que ficou conhecida como Virada do Século.[105][106] Na Copa Libertadores de 2001, o cruzmaltino registrou a melhor campanha da história da fase de grupos até então,[107] mas acabou eliminado nas quartas de final para o Boca Juniors, que se sagraria campeão do torneio. Na sequência, venceu a Taça Guanabara e o Carioca em 2003.[108] Além disso, oficialmente, o milésimo gol de Romário aconteceu a 20 de maio de 2007, em partida contra o Sport, no São Januário.[109]

2008–2021: Copa do Brasil e declínio

No ano de 2008, o clube sofreu seu primeiro rebaixamento no Campeonato Brasileiro.[110] Na sequência, retornou à primeira divisão ao vencer o América de Natal, no Maracanã.[111] Em ambos os anos, chegou às semifinais da Copa do Brasil, sendo eliminado por Sport e Corinthians, que acabariam campeões das respectivas edições.[112][113] No ano de 2011, o cruzmaltino conquistou a Copa do Brasil, contra o Coritiba no Couto Pereira,[114] e foi ainda vice-campeão brasileiro.[115][116] No mesmo período, chegou às semifinais da Copa Sul-Americana, após viradas contra Aurora e Universitario, sendo eliminado pela campeã Universidad de Chile.[117][118] Na Copa Libertadores de 2012, foi eliminado nas quartas de final para o Corinthians, que também se tornaria campeão do torneio, em jogo marcado pela oportunidade de gol desperdiçada pelo atacante Diego Souza.[119] No ano seguinte, sofreu novo descenso, em partida marcada pela briga generalizada entre torcedores vascaínos e do Athletico Paranaense.[120] Em 2014, terminou na terceira colocação a Série B e assegurou nova promoção.[121]

O Vasco da Gama conquistou o Campeonato Carioca em 2015 após doze anos,[122] mas foi também rebaixado à segunda divisão,[123] conseguindo novamente a ascensão no ano seguinte,[124] além de um bicampeonato estadual invicto e uma série de 34 jogos sem derrotas, a maior sequência da história em competições oficiais.[125] Já em 2017, o clube alcançou a classificação para a Copa Libertadores após hiato de seis temporadas.[126] No ano de 2019, o cruzmaltino registrou recorde de adesões, após campanha de associação em massa promovida por sua torcida, atingindo mais de 185 mil sócios-torcedores ativos.[127] Na edição de 2020, o clube chegou a liderar o Campeonato Brasileiro,[128] porém uma série de maus resultados culminou em novo rebaixamento.[129] Na Série B de 2021, não conseguiu o acesso e encerrou sua participação no décimo lugar.[130]

2022–presente

Philippe Coutinho

Em 2022 o Vasco vendeu 70% de sua Sociedade Anônima do Futebol (SAF) à empresa de investimento privado estadunidense 777 Partners por um valor de aproximadamente 330 milhões de dólares.[131] Ao final daquele ano, garantiu o retorno à Série A do Campeonato Brasileiro após dois anos de ausência.[132] Em 2023, apesar de uma temporada instável, o clube evitou o rebaixamento sob o comando de Ramón Díaz.[133]

Em 2024 a 777 Partners foi afastada do controle da SAF. Na temporada, o Vasco voltou às semifinais da Copa do Brasil após treze anos, classificou-se para a Copa Sul-Americana de 2025 e contou com o retorno de Philippe Coutinho.[134] No ano seguinte o clube terminou o Campeonato Brasileiro na 14.ª colocação, garantindo vaga na Copa Sul-Americana de 2026, e voltou à final da Copa do Brasil após quatorze anos, sendo derrotado pelo Corinthians por um placar agregado de 2–1.[135]

Estrutura

Sedes antigas

O Vasco da Gama foi fundado em um sobrado localizado na rua da Saúde, n.º 293 (n.º 345 da rua Sacadura Cabral contemporaneamente). Em 2020 o local foi reformado por torcedores e passou a abrigar o Espaço Candinho.[136] A primeira sede, porém, situava-se em frente ao Largo da Imperatriz, atual praça dos Estivadores.[137] Tratava-se de uma instalação provisória, alugada por Francisco do Couto Júnior,[138] primeiro presidente cruzmaltino. Nesse imóvel, o clube organizou serviços administrativos, como secretaria e tesouraria,[139] além de sua primeira escolinha de remo, aproveitando o acesso ao mar pelo cais do Largo.[140]

Em assembleia geral realizada em 7 de setembro de 1898, a diretoria vascaína escolheu o local da nova sede definitiva: a Praia Formosa, situada na Ilha das Moças. Ali foi construído um amplo barracão em formato de chalé. Para facilitar o acesso à ilha, sócios do Vasco construíram uma ponte de madeira que a ligava ao continente.[141] A Ilha das Moças não existe mais, tendo sido aterrada com a conclusão da avenida Francisco Bicalho; em seu lugar, encontra-se a Rodoviária Novo Rio.[142] Já a Praia Formosa localizava-se onde está a Estação Barão de Mauá.[143]

Ilha das Moças, local da primeira sede definitiva do Vasco, em gravura de Abraham-Louis Buvelot (1845).

Em 1899, iniciou-se o aterramento da faixa costeira do bairro da Saúde, onde se localizava a sede do Vasco. A necessidade de mudança gerou um impasse: o presidente Francisco Couto defendia que o clube se transferisse para Botafogo, onde eram disputadas as regatas da antiga União de Regatas Fluminense; outros sócios, porém, preferiam uma localização no centro da cidade.[144]

A assembleia geral decidiu pela instalação de uma sede no centro do Rio de Janeiro, próxima ao Passeio Público. Pesou contra Botafogo a dificuldade de deslocamento até o centro, onde residia a maioria dos sócios do clube, já que o trajeto era realizado em bondes puxados por parelhas de burros.[144] O Vasco transferiu-se, então, para um imóvel localizado na travessa do Maia, n.º 15, ao lado dos demais centros náuticos.[145] A sede vascaína era composta por dois barracões: um destinado à secretaria, à escola de ginástica e às recepções; o outro servia de garagem para os barcos.[146] Essa sede funcionou até 1905, quando a área foi demolida pela prefeitura do Rio de Janeiro, que realocou o Vasco para a rua Luiz de Vasconcellos, n.º 14, onde permaneceu até sua transferência definitiva para a sede da rua Santa Luzia, em 1906.[145] Esse imóvel serviu como sede vascaína até a construção do Estádio São Januário.[145]

Sedes sociais

Inaugurada em 18 de agosto de 1950, a Sede Náutica da Lagoa foi construída para abrigar os esportes náuticos, quando as regatas passaram da Baía de Guanabara para a Lagoa Rodrigo de Freitas.[147] Tombada desde 2002, por decreto do então prefeito César Maia, o local também recebe cerimônias oficiais do clube e as reuniões do Conselho Deliberativo.[148] Em suas paredes externas, há revestimentos e composições em azulejo idealizados pelo paisagista Burle Marx.[147]

Situada no centro do Rio de Janeiro, próxima ao Aeroporto Santos Dumont e ao Museu de Arte Moderna, está localizada a Sede do Calabouço.[149] Construída nos anos 60, a sede é destinada ao lazer dos associados, contando com piscinas, saunas, quadras esportivas, salão de eventos e restaurante.[149] Durante as Olimpíadas de 2016, foi usada pelo Comitê Olímpico da Dinamarca, servindo de setor administrativo para os atletas e membros da comissão técnica.[150]

Estádio Vasco da Gama

Inaugurado em 21 de abril de 1927, o Estádio Vasco da Gama foi construído em dez meses por meio de arrecadação popular entre os torcedores cruzmaltinos, através da Campanha dos Dez Mil, que reuniu doações de diversas partes do Rio de Janeiro.[151] Dois anos depois, o estádio recebeu seu sistema de iluminação, tornando o Vasco o único clube do país a dispor de um estádio apto a sediar partidas noturnas.[152]

Vista aérea do Estádio São Januário.

Apesar de seu nome oficial, o estádio tornou-se popularmente conhecido como São Januário, em referência à rua homônima localizada ao lado do estádio.[153] O apelido do clube "Gigante da Colina" deriva da antiga Colina Histórica, que se iniciava em um plano inclinado a partir do terreno do estádio e se estendia em direção à comunidade hoje existente da Barreira do Vasco, formando um arco até o Morro do Pedregulho, onde passa a rua Ricardo Machado.[154]

À época de sua inauguração, São Januário foi considerado o maior estádio das Américas, condição mantida até a construção do Estádio Centenário, sede da final da primeira Copa do Mundo,[155] e o maior do Brasil até a inauguração do Pacaembu, em São Paulo.[156] Segundo registros frequentemente citados, o recorde de público do estádio ocorreu em 25 de maio de 1949, quando mais de sessenta mil pessoas assistiram à vitória do Vasco sobre o então campeão inglês Arsenal.[157][158]

Complexo de São Januário

Situado em uma área de mais de 80 mil metros quadrados, o Complexo Esportivo de São Januário não compreende apenas o estádio de futebol, mas é composto também pelo Parque Aquático Vasco da Gama, os Ginásio Cyro Aranha e Ginásio Antônio Soares Calçada, o Complexo João da Silva e pelo Centro Avançado de Prevenção, Recuperação e Rendimento Esportivo (Caprres).[159]

Para além das instalações esportivas,[159] também se destacam o Colégio Vasco da Gama, único fundado e mantido por um clube brasileiro,[160] a Capela de Nossa Senhora das Vitórias, padroeira da instituição,[161] o Espaço Experiência, situado no antigo Salão de Troféus,[162] e o Centro de Memória, responsável pelo maior acervo esportivo digital no mundo.[163][164]

Centros de treinamento

Localizado na região da Barra da Tijuca, está o principal centro de treinamento do Vasco da Gama.[165] Inaugurado em 11 de setembro de 2020, sob financiamento coletivo dos torcedores, seu projeto final prevê a construção de seis campos e um mini estádio.[166] O nome do local presta homenagem a Moacyr Barbosa, goleiro do Expresso da Vitória.[165]

Às margens da Rodovia Washington Luís, em Duque de Caxias, situa-se o CT do clube destinado às categorias de base e ao futebol feminino.[167] O centro esportivo foi batizado em memória ao Almirante Heleno de Barros Nunes, vascaíno e ex-presidente da antiga CBD, que foi importante na aquisição do terreno, ocorrida em 1976.[168] Ainda em desenvolvimento, o espaço de 130 mil metros quadrados contará com diversos campos de futebol, dois ginásios e um hotel-concentração.[169]

SAF

A sociedade anônima do futebol do Vasco é responsável pela gestão do futebol profissional e das categorias de base do clube. Fundada em 2022, foi criada com base na lei da SAF, promulgada no ano anterior, que permitiu aos clubes brasileiros adotarem o modelo empresarial.[170] A transição para o modelo de clube-empresa ocorreu em meio ao processo de reestruturação financeira da agremiação.[171] Em agosto de 2022, os sócios aprovaram a venda de 70% das ações da SAF à 777 Partners por 700 milhões de reais, além da assunção de parte das dívidas do clube associativo.[172]

A parceria enfrentou sucessivas crises em razão do descumprimento de aportes financeiros e dos problemas jurídicos da 777 Partners.[173] Em maio de 2024, por decisão da Justiça do Rio de Janeiro, o controle da SAF foi provisoriamente devolvido ao clube associativo após ação movida pela diretoria vascaína.[16]

Após reassumir a gestão da SAF, o Vasco ingressou com pedido de recuperação judicial para reestruturar seu passivo financeiro.[174] No balanço financeiro divulgado posteriormente, a SAF registrou lucro líquido de 81,2 milhões de reais, impulsionado principalmente pelos efeitos contábeis da recuperação judicial e pela venda de atletas.[175]

Símbolos

Cruz de Cristo

Cruz de Cristo, um símbolo de Portugal.
Cruz Templária na forma conhecida.
Cruz Pátea, conforme o uniforme do clube.

Desde a fundação do clube, houve a intenção de homenagear Vasco da Gama e as Grandes Navegações. Em razão disso, a instituição adotou, desde sua origem, o símbolo de uma caravela, em alusão às embarcações portuguesas, como forma de representar a união entre duas tradições que marcaram sua identidade: a do remo e a herança lusitana.[17]

A cruz estampada nos uniformes e no escudo do Vasco corresponde à Cruz Pátea, embora seja amplamente conhecida entre os torcedores e o público em geral como Cruz de Malta.[176] Essa divergência decorre de um estrangeirismo difundido no Brasil, mas não em Portugal, segundo o qual, nas línguas inglesa e francesa, diferentes variantes de cruzes páteas passaram a ser designadas, de forma imprecisa, como Cruz de Malta (Maltese Cross e Croix de Malte).[177][178]

Conforme demonstram diversos símbolos históricos associados ao clube, a cruz originalmente adotada era a Cruz da Ordem de Cristo. Embora o uniforme atual apresente uma Cruz Pátea, caracterizada pela ausência de segmentos retos entre o centro e as extremidades dos braços, a Cruz da Ordem de Cristo e outras variantes semelhantes foram amplamente utilizadas ao longo da história da instituição. Apesar dessa distinção heráldica, a denominação "Cruz de Malta" consolidou-se no uso popular entre a torcida vascaína como referência ao símbolo do clube, independentemente de sua precisão histórica.[179]

Escudos

Primeiro escudo.
Escudo de 1903.
Escudo de 1920.

O escudo original do Vasco, adotado em 1899, consistia em uma caravela inserida em um brasão circular.[180] A primeira modificação ocorreu em 1903, durante a gestão do presidente Alberto Carvalho, quando foram acrescentados um fundo negro e as iniciais do clube, CRVG, separadas por seis cruzes da Ordem de Cristo que circundavam o escudo.[181]

Na década de 1920 foi adotado o escudo em seu formato contemporâneo, posteriormente submetido a pequenas alterações ao longo do tempo.[182] Nele estão inscritas as iniciais, além da representação de uma caravela, símbolo das navegações portuguesas. Em suas velas figura a cruz, principal símbolo do clube, de forte simbolismo religioso, em referência à Ordem Militar de Cristo, instituição de caráter simultaneamente religioso e militar.[183] Esses elementos estão dispostos sobre um fundo negro, atravessado por uma faixa diagonal branca.[176]

As cores do escudo também possuem significado simbólico: o preto remete aos mares desconhecidos rumo ao Oriente, enquanto o branco representa a rota marítima para as Índias estabelecida pela expedição de Vasco da Gama. Além disso, ambas simbolizam a comunhão e a igualdade entre diferentes grupos étnicos, princípios historicamente defendidos pelo clube.[184]

Uniformes

Os uniformes do Vasco da Gama são reconhecidos nacional e internacionalmente.[185][186] O primeiro uniforme vascaíno era composto por uma camisa preta com faixa branca transversal e a Cruz de Cristo, em vermelho, ao centro.[187] Em 1899, em decorrência da cisão social no clube, a orientação da faixa foi alterada, passando a partir do ombro direito, em sentido oposto ao adotado atualmente.[188] Segundo a simbologia tradicional do clube, a faixa representa o caminho percorrido pelas caravelas portuguesas rumo à Índia, enquanto o fundo negro simboliza os mares "nunca dantes navegados", as tormentas e o abismo. A Cruz de Cristo, por sua vez, representa o povo português e sua fé.[189][190][191]

Primeiro modelo com faixa transversal.
Uniforme dos Camisas Negras.
Uniforme alternativo criado em 1937.

Após a fusão com o Lusitânia Sport Club, em 1915, o primeiro uniforme da equipe de futebol passou a ser composto por uma camisa inteiramente preta, com gola e punhos brancos, sem a faixa diagonal. A Cruz de Cristo foi deslocada para o lado esquerdo do peito, em referência ao uniforme do combinado português que realizou uma série de amistosos no Brasil em 1913, além de diferenciar o uniforme de futebol daquele utilizado pelo departamento náutico.[192][187] Embora a equipe de remo já utilizasse camisas pretas com faixa branca desde o início do século XX, até a década de 1940 o uniforme oficial do futebol permaneceu predominantemente preto, com detalhes brancos restritos à gola e aos punhos, característica que deu origem à histórica alcunha de Camisas Negras.[190]

Em 1943 o Vasco deixou de utilizar as camisas pretas no futebol e passou a adotar definitivamente o desenho presente em sua bandeira e em seu escudo.[193][194] O "uniforme de honra", instituído em 1899, tornou-se o uniforme principal da equipe, composto por camisa preta com faixa branca diagonal partindo do ombro esquerdo e a Cruz de Cristo sobre o lado esquerdo do peito.[195] Contudo, a baixa visibilidade da cor preta sob a iluminação artificial da época, somada às altas temperaturas do verão, motivou a busca por uma alternativa. Como o estádio de São Januário foi o primeiro a receber iluminação para partidas noturnas,[196][197] optou-se pela utilização preferencial do uniforme branco, criado em dezembro de 1937 para jogos noturnos de verão.[192][194][198]

Bandeiras

Primeira bandeira.
Bandeira náutica.
Bandeira atual.

Assim como no uniforme, originalmente o Vasco adotou uma faixa branca horizontal sobre um fundo negro, com a cruz ao centro.[188] Posteriormente, no contexto da primeira cisão social do clube, em 1899, ocorreu a mudança para a faixa transversal, que se consolidou e permanece estampada no pavilhão cruzmaltino.[199][195]

Ainda nas décadas iniciais, o clube ostentava uma bandeira náutica em sua antiga sede, na rua Santa Luzia. Símbolo da ligação com a Federação Brasileira das Sociedades de Remo, ela apresenta os elementos do código de regatas, desde a âncora e a boia salva-vidas até o croque e o remo.[200] Com o passar do tempo, a maior dedicação do clube a outras modalidades e as mudanças de sede contribuíram para a descontinuação de seu uso. Após pesquisa iconográfica realizada em 2018, contudo, o desenho desse estandarte foi resgatado, reproduzido e instalado na atual Sede Náutica da Lagoa.[200]

As oito estrelas douradas representadas na atual configuração da bandeira fazem alusão aos títulos do Campeonato Brasileiro, do Campeonato Sul-Americano de Campeões, da Copa Libertadores da América e da Copa Mercosul e ao campeonato invicto de Terra e Mar, conquistado em 1945, quando o Vasco venceu simultaneamente os campeonatos estaduais de futebol e de remo.[201]

Hinos

Lamartine Babo, autor dos hinos dos quatro grandes clubes do Rio.

O Vasco possui três hinos reconhecidos. O primeiro foi o "Hino Triunfal do Vasco da Gama", composto em 1918, com letra e música de Joaquim Barros Ferreira da Silva, em homenagem ao vigésimo aniversário de fundação do clube.[202] Posteriormente, em 1930, foi gravado pelo Orfeão de Portugal na gravadora Brunswick.[203]

O segundo hino, intitulado "Meu Pavilhão", teve a música composta por Ernani Corrêa e a letra escrita por João de Freitas.[176] A canção foi concebida em 1942 para participar de um concurso musical promovido pelo clube em conjunto com a torcida organizada Legião da Vitória.[203] Embora não tenha vencido a competição, a obra de Freitas e Corrêa foi incluída em um dos lados do disco gravado após o concurso e tornou-se mais popular entre os torcedores vascaínos do que a composição vencedora. Em 1974 os atletas da equipe campeã brasileira gravaram uma versão do hino, cuja renda obtida com a venda dos discos foi destinada à premiação pelo título.[176]

O "Hino Popular do Vasco" foi composto em 1949 por Lamartine Babo, autor de diversos hinos de clubes de futebol.[204][205] Lançada pela gravadora Continental no contexto da Copa do Mundo de 1950, a canção recebeu originalmente o título "Marcha do Vasco". À época, Lamartine apresentava, ao lado do casal Heber de Bôscoli e Yara Salles, o programa de auditório Trem da Alegria, e teria sido desafiado por Heber a compor hinos para os clubes do Rio de Janeiro.[206] Entre os três hinos associados ao clube, este é o mais conhecido e o oficialmente adotado pelo Vasco.[176] A composição também é frequentemente apontada por torcedores e jornalistas especializados como uma das mais notáveis entre os hinos esportivos brasileiros.[203]

A revista Placar lançou dois álbuns com artistas populares interpretando hinos de clubes de futebol. O primeiro, em 1996, incluiu uma versão do hino do Vasco com elementos de funk, violino, guitarra elétrica e percussão de samba, interpretada por Luiz Melodia, Fernanda Abreu, Celso Blues Boy e Pierre Aderne. O segundo, lançado em 2004, apresentou uma versão em samba gravada por Paulinho da Viola e pelo grupo Los Hermanos.[207]

Mascotes

O primeiro mascote do Vasco da Gama foi o Almirante, criado pelo argentino Lorenzo Molas em homenagem ao navegador português.[176][208] As primeiras charges retratavam o personagem como um português gordo, careca e de longos bigodes. Em 30 de junho de 1944 o Jornal dos Sports publicou a primeira charge em que o personagem aparecia como um almirante português na proa de uma caravela com a cruz de Cristo.[209]

Desfile da Ordem do Corvo, em reverência a "Sua Majestade Dom Corvo I e Único".

A partir de então, o Almirante tornou-se presença constante nas charges de Molas. O Jornal dos Sports o descreveu como um “verdadeiro lobo do mar, em sua nau, sempre pronto a navegar e enfrentar todas as tormentas”.[210] Com o tempo, o personagem ganhou diferentes versões, desde representações de traços infantis[211] até uma expressão mais séria, conhecida como "Almirante Pistola".[212] Na década de 1960 o cartunista Henfil criou o personagem Bacalhau, de feições semelhantes às do Almirante, em referência às ligações entre o clube e Portugal.[213]

Outro mascote popular foi o Corvo, idealizado por Otelo Caçador. Em seu primeiro cartum sobre o Vasco, o desenhista retratou uma caravela na qual o Almirante enfrentava os demais mascotes cariocas; no topo do mastro, desenhou um corvo. Questionado sobre a escolha da ave, afirmou que ela representava bom agouro.[214] Como o corvo é tradicionalmente associado ao azar, especula-se que a escolha tenha sido uma brincadeira, já que Otelo era torcedor do Flamengo e frequentemente satirizava os clubes rivais em seus desenhos.[215] O Vasco conquistou o campeonato invicto naquele ano, e o mascote tornou-se popular, passando a ser chamado de "Dom Corvo", em referência ao título nobiliárquico comum em Portugal.[214] Posteriormente, a diretoria do clube decidiu adquirir um corvo. Como a espécie não ocorre no Brasil, o animal precisou ser importado de Portugal, cuja legislação à época restringia sua exportação.[214] Sua chegada recebeu ampla cobertura da imprensa: a Rádio Clube Brasil promoveu programas em homenagem ao corvo, enquanto o Jornal dos Sports organizou uma recepção ao animal.[214]

Padroeiros

Ao mesmo tempo em que é reconhecido por sua diversidade e tolerância religiosa, homenageando figuras como o massagista Pai Santana e o zagueiro Jahu em sua história,[216][217] o Vasco da Gama também é considerado o clube mais católico do Brasil.[161] Essa reputação se deve às raízes históricas da instituição, fortemente ligadas à cultura portuguesa e ao catolicismo, que permeiam práticas como realização de missas campais no estádio de São Januário,[218] a guarda de dias santos e a recepção da delegação vascaína pelo Papa Pio XII, em 1956 no Vaticano.[219][220]

A padroeira oficial do clube é Nossa Senhora das Vitórias.[221] A sua devoção institucional remonta aos anos iniciais da fundação, e se intensificou em 1923, quando os Camisas Negras entraram em campo com medalhas da santa, na partida final do Campeonato Carioca, e se sagraram campeões pela primeira vez.[222] Já no ano de 1961, foi inaugurada nas dependências do complexo de São Januário uma capela dedicada à padroeira, cuja festa é comemorada a 15 de agosto.[161]

Além disso, o clube mantém fortes laços com suas co-padroeiras marianas Fátima e Aparecida,[223][224] simbolizando a conexão luso-brasileira da instituição. Nossa Senhora de Fátima, orago menor de Portugal, é frequentemente homenageada com celebrações e peregrinações,[223] enquanto a imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, acompanha a equipe nos vestiários, coletivas de imprensa, em viagens e concentrações.[225]

Outro marco da religiosidade cruzmaltina é a relação com São Januário de Benevento, cujo nome popularmente batiza o estádio do clube. Esta escolha se deve à rua adjacente ao complexo esportivo, que homenageia o santo italiano conhecido por seus milagres e proteção aos fiéis.[226][227] Já o Departamento Infanto-Juvenil do Vasco tem por padroeiro São Jorge, associado à fundação do escotismo vascaíno em 1926.[228] A figura do santo guerreiro inspira os jovens atletas com valores como coragem, determinação e força para enfrentar os desafios dentro e fora de campo.[229]

Torcida

Torcida vascaína no Maracanã.

A torcida cruzmaltina é uma das maiores do Brasil. Segundo as pesquisas atuais, ela oscila entre a terceira e quinta maior do país, junto com São Paulo e Palmeiras.[230] Alguns dos motivos atribuídos para essa fama são as causas sociais, com as quais a população se identificou, como ter sido um dos primeiros clubes a aceitar e defender atletas negros.[231] O Gigante da Colina possui ainda diversas torcidas organizadas, com membros fora do país.[232] Sua organizada com mais integrantes atualmente é a Força Jovem do Vasco.[233] Além dela, destacam-se também a Ira Jovem, TOV, Torcida Rasta, Mancha Negra, Guerreiros do Almirante, entre outras.[234]

Rivalidades

Confrontos nacionais

Clássico dos Milhões

O confronto contra o Flamengo, chamado de Clássico dos Milhões por conta da magnitude de ambas torcidas, é o maior clássico do Rio de Janeiro e considerado um dos principais duelos do mundo. A rivalidade advém desde os anos 1900, atraindo grande público nas competições de remo.[235] Contudo, com a ascensão do Vasco à primeira divisão do futebol na década de 1920, o embate se intensificou e ganhou maior relevância nos gramados.[236][237][238]

Clássico dos Milhões válido pelo Campeonato Brasileiro de 2018.

Esse é confronto futebolístico que registra o maior número de públicos acima de 100 mil pessoas na história do futebol,[239] além de possuir a maior média de público da história do Campeonato Brasileiro.[240] O clássico centenário, presente entre os dezessete mais antigos do Brasil, teve sua primeira partida oficial realizada em 29 de abril de 1923, em vitória vascaína por 3 a 1 no Campo da Rua Paissandu.[241] Já a maior goleada do confronto ocorreu em 1931, quando o Vasco da Gama venceu por 7 a 0 o Flamengo.[242] O principal artilheiro do clássico é Roberto Dinamite com 27 gols, seguido por Romário e Zico, ambos com 19 gols marcados.[243]

No futebol, os clubes já protagonizaram algumas decisões nacionais, tais quais a final da Copa do Brasil de 2006 e nas semifinais[a] dos Campeonatos Brasileiros de 1992 e 1997. Em outras modalidades, a rivalidade também se faz presente, como no basquete, natação, voleibol, judô, futebol de areia e futebol americano. Podem ser citadas, nesse contexto, as finais do Campeonato Nacional de Basquete de 2000,[244] do Campeonato Brasileiro de Beach Soccer de 2019,[245] Supercopa do Brasil de Beach Soccer de 2024[246] e da Superliga Feminina de Vôlei de 2000-01.[247]

Clássico dos Gigantes

Um dos principais adversários históricos do clube é o Fluminense. O confronto é chamado de Clássico dos Gigantes, cujo nome foi eleito em 2006 pelos leitores do jornal esportivo Lance!.[248] Além de ser um dos confrontos mais tradicionais e de maior rivalidade no futebol brasileiro, as equipes já disputaram importantes decisões, como a final do Campeonato Brasileiro de 1984, as semifinais das Copas do Brasil de 2006 e 2025, e ainda as partidas pela Copa Libertadores da América de 1985, as únicas realizadas entre equipes cariocas na competição continental.[248]

Na década de 1920, no período dos Camisas Negras e da Resposta Histórica, a rivalidade já se evidenciava pelo contexto político e social: com o Fluminense representante da aristocracia carioca, na figura de seu patrono Arnaldo Guinle, presidente da Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA),[249] enquanto o Vasco da Gama lutava contra a discriminação racial e social no esporte.[250] A primeira partida ocorreu no dia 11 de março de 1923, com uma vitória cruzmaltina pelo placar de 3 a 2 no Campo da Rua Figueira de Mello. Já a maior goleada do clássico foi registrada em 1930, quando o Vasco da Gama bateu por 6 a 0 o Fluminense, no estádio de São Januário.[251] Os grandes artilheiros do confronto são Roberto Dinamite com 36 gols, seguido por Waldo Machado com 12 gols marcados.[252]

Clássico da Amizade

Outro importante confronto é para com o Botafogo, com quem protagoniza o Clássico da Amizade. Este nome surgiu em razão do comportamento historicamente mais pacífico entre as duas torcidas, com ânimos menos exaltados quando se enfrentam.[248] A vantagem cruzmaltina sobre o Botafogo é a maior registrada entre os clássicos envolvendo os grandes clubes brasileiros, com uma diferença de cerca de 60 vitórias a favor do Vasco da Gama.[253]

Oriundo das regatas, o clássico teve início no futebol no dia 22 de abril de 1923, quando a equipe vascaína venceu por um placar de 3 a 1 no Campo da Rua General Severiano, pelo Campeonato Carioca.[254] Já a maior goleada do confronto ocorreu em 2001, com o Vasco da Gama vencendo por 7–0 o Botafogo, na que foi também a maior goleada registrada em clássicos cariocas realizados no estádio do Maracanã.[255] Os maiores artilheiros do Clássico da Amizade são Roberto Dinamite com 25 gols, seguido por Quarentinha com 17 gols marcados.[256]

Outros confrontos

Alguns dos clássicos disputados pelo Vasco da Gama apresentam características particulares. O confronto com o America é conhecido como Clássico da Paz, por ter simbolizado a pacificação das ligas cariocas de futebol.[257] O clássico contra o Palmeiras é denominado Clássico da Fraternidade, em razão da relação amistosa historicamente atribuída às torcidas dos dois clubes.[258] Já os embates acirrados com o Athletico Paranaense intensificaram-se após o caso Ivens Mendes, episódio que deu origem a uma rivalidade até então inexistente entre as equipes.[259] Os confrontos com o Santos receberam a alcunha de Clássico do Rei, em referência ao fato de Pelé torcer por ambos os clubes.[260] Por fim, o clássico entre Vasco e Corinthians caracteriza-se pelo amplo retrospecto corintiano em confrontos eliminatórios de competições oficiais: ao fim de 2025, o Corinthians havia eliminado o Vasco em nove ocasiões, contra apenas uma eliminação em favor do clube carioca.[261]

Confrontos internacionais

River Plate
Alfredo Di Stéfano e Moacyr Barbosa disputam bola pela decisão do Sul-Americano de Campeões.

Em termos de rivais internacionais, o River Plate enfrentou o Vasco da Gama em suas três campanhas vitoriosas em competições continentais: o Campeonato Sul-Americano de Campeões, a Copa Libertadores de 1998 e a Copa Mercosul de 2000, sendo frequentemente citado como o principal adversário nessas conquistas.[262] Na Supercopa Libertadores de 1997, que marcou o reconhecimento definitivo do torneio de 1948 pela CONMEBOL, Los Millonarios eliminaram a equipe cruzmaltina ainda na fase de grupos e sagraram-se campeões. Entretanto, no retrospecto geral do confronto, o Vasco possui mais vitórias que o River Plate.[263]

Real Madrid

Contra o Real Madrid, o Vasco da Gama disputou partidas marcantes, como as finais da Copa Intercontinental de 1998 e do Torneio de Paris de 1957, seu antecessor, além do confronto pela Pequena Taça do Mundo de 1956. Entre outros encontros, em 1956 o clube foi convidado para a partida de despedida oficial do ídolo merengue Luis Molowny, realizada no Estádio Santiago Bernabéu.[264] Na ocasião, László Kubala e Enrique Collar, ídolos de Barcelona e Atlético de Madrid, respectivamente, atuaram pelo Real Madrid.[265] Em 1961 o clube espanhol visitou o Vasco no Maracanã, diante de um público superior a 140 mil pessoas, em sua primeira excursão ao Brasil.[266]

Desportistas

Roberto Dinamite, maior ídolo e artilheiro da história do Vasco.[267]

Na sua principal modalidade, o Vasco da Gama revelou e abrigou alguns dos grandes nomes do esporte. O principal ídolo da história do clube é Roberto Dinamite, artilheiro cruzmaltino com 708 gols marcados, é também o maior goleador dos Campeonatos Brasileiros e Cariocas, e 22.º maior artilheiro do futebol mundial em jogos oficiais.[267][268]

Dentre os que mais se destacaram estão Ademir de Menezes, eleito o melhor futebolista do mundo em 1950 pelo Mundo Deportivo;[269] Romário, formado no clube, também escolhido o jogador do ano em 1994 pela FIFA;[270] os frequentemente citados como os maiores cobradores de falta da história, Juninho Pernambucano, Roberto Dinamite e Marcelinho Carioca;[271] e o goleiro Mazarópi, que alcançou o recorde mundial sem sofrer gols com a camisa vascaína.[77] Além deles, diversos estrangeiros marcaram passagem pelo cruzmaltino, com destaque para Adão Antônio Brandão, autor do primeiro gol do clube,[272] os goleiros Edgardo Andrada e Martín Silva,[273] e os atacantes Segundo Villadóniga e Pablo Vegetti.[274]

Em Copas do Mundo, o Vasco da Gama acumula 38 convocações, com quatro campeões mundiais: Bellini, Vavá, Orlando Peçanha e Ricardo Rocha; e nove vice-campeões, em 1950 e 1998.[275] Na Copa do Mundo de Futebol Feminino, o clube foi a base da Seleção Brasileira nas edições de 1991, 1995 e 1999.[276] O cruzmaltino é ainda a única equipe do mundo a ter um artilheiro e uma artilheira no torneio dos Jogos Olímpicos: com Romário em 1988 e Pretinha em 1996.[277]

Treinadores

Fundado em 26 de novembro de 1915, o departamento de futebol cruzmaltino era, nos primeiros anos, conduzido pelo chamado Ground Committeé, composto por comissões temporárias e geralmente improvisadas. Apenas no começo de 1922, houve a institucionalização do cargo de treinador de futebol no Vasco da Gama. O primeiro técnico oficial do clube foi o uruguaio Ramón Platero,[278][279] comandante dos Camisas Negras, e que chegou a ter passagens pelas Seleções Brasileira e Uruguaia.[280][281]

Ao longo da história, mais de 100 treinadores diferentes dirigiram a equipe principal do Vasco da Gama. Entre os mais notáveis, estão os campeões da América Flávio Costa[282] e Antônio Lopes,[283] o uruguaio Ondino Vieira idealizador do Expresso da Vitória,[284] Martim Francisco,[285] Mário Travaglini, Nelsinho Rosa e ainda Joel Santana[286] e Alcir Portella,[287] campeões brasileiros tanto como atletas quanto na comissão técnica.[285] O técnico que por mais tempo esteve à frente do futebol vascaíno foi o inglês Harry Welfare, permanecendo no cargo durante 4391 dias, o equivalente a mais de 12 anos, em três passagens entre 1926 e 1943.[288][289] Por outro lado, o recorde de jogos dirigindo a equipe pertence a Antônio Lopes, somando 614 partidas ao longo de seis passagens entre 1981 e 2008.[290]

Nas outras modalidades praticadas pelo clube, também se destacam renomados treinadores que construíram carreiras vitoriosas nos esportes coletivos do cruzmaltino. Entre os mais reconhecidos estão Helena Pacheco, pioneira no futebol feminino e responsável por revelar jogadoras como Marta e Pretinha;[291] Hélio Rubens, Flor Meléndez, Alberto Bial e Maria Helena Cardoso, multicampeões no basquetebol masculino e feminino;[292] Ricardo Lucena, vencedor da Liga Nacional de Futsal em 2000;[293] no voleibol, Marcos Lerbach e Isabel Salgado, finalista da Superliga Feminina em 2000-01;[294] Cesinha e Fábio Costa no beach soccer; além de Leoni Nascimento, hexacampeão estadual consecutivo no handebol.[295]

Presidentes

Antônio Soares Calçada, mais longevo presidente do Vasco, com dezoito anos no cargo.[296]

O primeiro presidente do Vasco da Gama foi empresário português Francisco Gonçalves do Couto Junior.[297] Ao longo da história do clube, seu compatriota Antônio Soares Calçada foi quem permaneceu por mais tempo no cargo.[298] Considerado um dos dirigentes mais vitoriosos da história vascaína, exerceu a presidência por dezoito anos, distribuídos em seis mandatos consecutivos, entre 1983 e 2000.[296] Na sequência, o segundo presidente mais longevo foi o advogado brasileiro Agathyrno da Silva Gomes, que dirigiu a entidade de 1969 a 1979.[299]

Entre os presidentes que exerceram papel de destaque na história cruzmaltina estão Cândido José de Araújo, o primeiro presidente negro de um clube esportivo brasileiro;[300] José Augusto Prestes, responsável pela elaboração da Resposta Histórica;[301] e Cyro Aranha, idealizador do Expresso da Vitória.[302] Também se destacam Eurico Miranda, frequentemente associado a controvérsias durante sua atuação no clube;[90] os irmãos Antônio e Raúl da Silva Campos, protagonistas da era dos Camisas Negras e da construção do estádio de São Januário;[303][304] e os ex-jogadores Roberto Dinamite e Pedrinho.[305]

Relação com Portugal

Vasco da Gama, navegador que deu origem ao nome do clube.

O estatuto do Vasco da Gama dispõe que o clube “se orientará sempre no sentido de permanecer como instrumento de aproximação entre brasileiros e portugueses”.[306] A ligação do clube com Portugal remonta à sua fundação: a maioria de seus fundadores era portuguesa, e o nome da agremiação homenageia o navegador Vasco da Gama e os Descobrimentos Portugueses. Nos primeiros anos, chegou-se inclusive a cogitar a adoção de uma bandeira azul e branca, em referência à então bandeira portuguesa.[307] Essa identificação permaneceu presente em diferentes aspectos da vida institucional do clube. O hino vascaíno descreve o futebol da equipe como "um traço de união Brasil-Portugal", enquanto o Vasco celebra oficialmente o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Além disso, as reuniões do conselho deliberativo tradicionalmente são iniciadas com a execução de "A Portuguesa", seguida do "Hino Nacional Brasileiro". Em razão dessa proximidade histórica, o Correio da Manhã afirmou que “no estádio de São Januário respira-se Portugal em todos os cantos”, enquanto o jornalista Luiz Ceará definiu o clube como “Portugal dentro do Brasil”.[308]

A relação entre o Vasco e Portugal também foi marcada por contatos oficiais. Em 1957 o presidente português Francisco Craveiro Lopes visitou a sede do clube.[309] Em outras ocasiões, embaixadores e cônsules-gerais portugueses participaram de eventos relacionados ao Vasco.[310][311] Em 2008 o embaixador Francisco Seixas enviou uma mensagem de saudação pela eleição de Roberto Dinamite à presidência do clube,[312] e em 2010 o cônsul-geral João Salgueiro felicitou o aniversário vascaíno, afirmando que o Vasco permanecia, “mais de cem anos volvidos, um traço de união entre o Brasil e Portugal”.[307] Essa identificação contribuiu para que grande parte da comunidade portuguesa radicada no Brasil adotasse o Vasco como seu clube.[89] Em consequência, muitos portugueses e seus descendentes tornaram-se vascaínos.[313]

A forte presença da comunidade portuguesa entre os torcedores contribuiu para consolidar a figura do "português vascaíno", personagem recorrente do imaginário popular carioca.[314] Essa representação aparece no samba "No boteco do José", de Wilson Batista, no qual se canta que, em comemoração a uma vitória do Vasco, o tradicional botequim português funcionaria gratuitamente: para entrar, bastaria dizer "que é vascaíno", embora, "quando o Vasco é campeão, seu José vai à falência".[315] A associação também foi reforçada pela imprensa. Em crônica publicada no Jornal dos Sports em 1943, Ary Barroso escreveu que Santo António de Pádua “nunca foi rubro-negro e sempre foi vascaíno, como bom português que é”.[316]

Bandeira de Portugal.

Essa identidade manifesta-se também nos símbolos e nas tradições do clube. A bandeira de Portugal é presença frequente nas arquibancadas de São Januário e nas sedes vascaínas.[317] O tradicional grito de guerra "Casaca!" também é frequentemente associado à herança portuguesa: sua fórmula inicial, "Ao Vasco nada? Tudo!", apresenta semelhanças com os gritos acadêmicos difundidos no início do século XX, especialmente na Universidade de Coimbra. Há ainda a hipótese de que a expressão tenha derivado de "Cazarca", em referência ao pato-casarca, ave encontrada na região da Lagoa dos Salgados, no Algarve.[318]

A ligação histórica entre o clube e Portugal também produziu reflexos contemporâneos. Na final da Eurocopa de 2016, por exemplo, grupos de torcedores vascaínos reuniram-se em casas portuguesas para acompanhar a decisão e apoiar a Seleção Portuguesa.[317] Além disso, descendentes de portugueses têm utilizado a condição de sócios do Vasco como elemento de comprovação de "ligação afetiva" em processos de obtenção da nacionalidade portuguesa,[319] circunstância que levou o clube, em determinado momento, a oferecer descontos aos associados interessados nesse procedimento.[320]

A estreita identificação entre o Vasco e a comunidade portuguesa também deu origem a manifestações de preconceito nas primeiras décadas do século XX. Rivais e setores da imprensa passaram a associar o clube a estereótipos lusitanos com o objetivo de ridicularizá-lo. O sotaque português era frequentemente alvo de troça, chegando-se a deturpar o nome "Vasco" para "Basco". Também era comum associar os vascaínos ao bacalhau e ao tamanco, símbolos então utilizados de forma pejorativa para caracterizar os portugueses.[321]

Embora rapidamente tenha conquistado ampla popularidade entre as camadas populares brasileiras, sobretudo a partir da década de 1920, o Vasco continuou a ser identificado como o "clube português". Essa percepção tornou-se particularmente intensa durante o Campeonato Carioca de 1923. Na véspera de uma partida contra o Flamengo, o jornal O Imparcial publicou que Francisco Marques da Silva, presidente vascaíno e português de nascimento, “regressaria para Portugal dentro de um bonde do bairro de Cascadura”. Segundo o historiador João Manuel Casquinha, o mesmo periódico, ao noticiar uma confusão entre torcedores em 1922, "aproveitava para desfiar a sua raiva pelos portugueses do Vasco".[322]

As provocações também se manifestavam entre as torcidas. Após a vitória do Flamengo sobre o Vasco em 1923, rubro-negros penduraram um tamanco de aproximadamente dois metros e meio na sede vascaína, em alusão ao estereótipo do imigrante português.[321] Em sentido semelhante, o historiador Renato Soares Coutinho observa que, no imaginário dos torcedores, a rivalidade entre Vasco e Flamengo foi construída em torno das tensões antilusitanas.[314]

Contratado em 2020, Ricardo Sá Pinto foi o segundo treinador português do Vasco.[323]

Segundo o jornalista Mário Filho, o sucesso da equipe vascaína campeã carioca de 1923 fez com que “os campos se enchiam” e houvesse “português por todo canto”, acrescentando que “o português se julgava obrigado a ir para onde o Vasco ia”. Ao mesmo tempo, o êxito do clube levou seus adversários a interpretar as derrotas para o Vasco como derrotas do próprio Brasil diante de Portugal, de modo que “tornou-se uma questão nacional derrotar o Vasco”. Assim, apesar de contar com jogadores brancos, negros e mestiços, a equipe passou a ser tratada como portuguesa. Em suas palavras, instaurou-se no futebol um jacobinismo, que fazia com que os atletas vascaínos “perdessem a nacionalidade” aos olhos dos adversários. A decisão do Campeonato Carioca daquele ano entre Vasco e Flamengo foi, segundo Mário Filho, transformada em “um autêntico Portugal e Brasil”.[321]

Essa associação não se restringia às arquibancadas e à imprensa. Em ofício encaminhado ao Vasco em 1925, a AMEA manifestou a expectativa de que o clube organizasse uma equipe “genuinamente portuguesa, para uma demonstração esportiva das verdadeiras qualidades dessa raça secular”.[324] Da mesma forma, Vargas Netto, dirigente da antiga CBD, costumava exaltar o Vasco afirmando que “nós brasileiros somos também portugueses”, enfatizando a origem lusitana do clube.[314]

A ligação histórica entre o Vasco e Portugal continua a ser celebrada na contemporaneidade. Em diferentes ocasiões, o cruzmaltino lançou uniformes comemorativos inspirados em elementos da história e da cultura portuguesas, como ocorreu em 2010, 2012, 2014 e 2022.[325][326] Em 2017 o técnico Jorge Jesus afirmou que “há uma equipe na qual todos os portugueses têm um sentimento, que é o Vasco da Gama”.[327]

Futebol feminino

Marta iniciou sua carreira no Vasco da Gama, aos 14 anos.[328]

O departamento de futebol feminino cruzmaltino teve início em 23 de agosto de 1923,[329] quando um grupo de sócias e torcedoras fundou o Sport Club Feminino Vasco da Gama. Inspiradas pelo sucesso dos Camisas Negras,[330] a pioneira equipe feminina disputou jogos e utilizou das dependências de São Januário até o ano de 1941, quando o houve a proibição da prática do futebol feminino no Brasil pelo governo de Getúlio Vargas.[329][331]

Na década de 1990, a modalidade atingiu seu auge, com a conquista do tetracampeonato brasileiro (em 1993, 1994, 1995 e 1998), e tendo revelado importantes jogadoras para a Seleção Brasileira, tais como: Pretinha e Marta – amplamente considerada a melhor de todos os tempos.[328] Nos Jogos Olímpicos de Sydney 2000, a equipe vascaína chegou a contar com oito atletas convocadas, que terminaram na quarta colocação do torneio.[332]

O ano de 2009 foi marcado pela reativação da seção feminina de futebol e pelo início da parceria com a Marinha do Brasil, que rendeu uma série de títulos ao clube, incluindo três conquistas do Campeonato Mundial Militar (em 2009, 2010 e 2011),[329] um título do Circuito Nacional de Futebol Social e o tricampeonato Carioca nos anos de 2010, 2012 e 2013.[330] Além disso, ainda em 2012, o Vasco da Gama se tornou a primeira equipe brasileira a conquistar um campeonato mundial nas categorias de base, derrotando o Atlético de Madrid na Ibercup Sub-17.[330]

Depois de um hiato, apenas no ano de 2016 o time profissional adulto retornou ao cenário competitivo nacional, com a disputa do Campeonato Brasileiro.[333] Após anos de instabilidades, incluindo ausências em campeonatos estaduais, em 2024 o clube acertou patrocínio com a Guaraná Antarctica, o maior da história do departamento feminino.[334] Logo em seguida, as cruzmaltinas conquistaram de forma invicta o Campeonato Brasileiro A3, sobre a equipe do Paysandu.[335]

Outras modalidades

Equipe de remadores do Vasco da Gama, hexadecacampeões consecutivo.[336]

O esporte originário do Vasco é o remo. Entre 1944 e 1959, o clube conquistou um inédito hexadecacampeonato estadual, estabelecendo o recorde das regatas cariocas.[336] A partir de 1925, houve uma expansão no departamento de desportos aquáticos, com a prática de maratonas, motonáutica, saltos ornamentais, polo aquático e natação, que atingiu seu auge na década de 90 com campeões mundiais como Gustavo Borges,[337] Inge de Bruijn[338] e Yana Klochkova.[339]

A seção de basquete do clube foi fundada em 1920. Dentre suas conquistas estão duas Ligas Sul-Americanas masculinas e uma feminina, dois Campeonatos Sul-Americanos, dois Brasileiros masculinos e um feminino, e uma Copa dos Campeões.[340] Além disso, no McDonald's Championship de 1999, o cruzmaltino se sagrou a melhor equipe FIBA do mundo e o primeiro sul-americano a enfrentar uma equipe da NBA.[341] Ainda nas quadras, o voleibol vascaíno foi vice da Superliga Feminina e campeão brasileiro de masters. No vôlei de praia, contou com duplas medalhistas olímpicas, como Adriana e Shelda, Ricardo e Zé Marco, acumulando nove títulos mundiais.[342] Possui representatividade também no vôlei sentado, sendo uma das potências da modalidade.[343] Já no handebol, montou equipes das mais fortes do país, campeãs da Copa do Brasil masculina e feminina, hexa estadual consecutivo, e com conquistas inclusive no handebol de praia.[344]

No futebol de areia, o Vasco da Gama se estabeleceu como uma das maiores equipes do mundo.[345] Não somente é o primeiro campeão mundial de beach soccer,[346] mas também o maior vencedor da Copa Libertadores, do Campeonato Brasileiro e o primeiro campeão nacional feminino, tendo revelado os eleitos melhor do mundo Jorginho, Bruno Xavier, Mauricinho e Josep Jr.[347] Praticado desde 1954, o futsal vascaíno é o principal do estado do Rio de Janeiro, sendo o primeiro carioca campeão continental no salão, o único a conquistar a Liga Nacional,[348] bicampeão brasileiro feminino e o maior vencedor estadual masculino e feminino. Possui destaque ainda em outras variantes do futebol: no futebol de botão e futevôlei, com títulos mundiais;[349] no paralímpico é hepta brasileiro;[350] no futebol americano e flag football é campeão nacional masculino e feminino;[351] e multicampeão brasileiro no futebol society, showbol e teqball.[352][353][354]

Adhemar Ferreira da Silva é o único brasileiro a figurar no Hall da Fama do Atletismo.[355]

O Vasco da Gama se notabiliza ainda dentre as principais academias de artes marciais do país. Originalmente com o pugilismo implementado em 1946, conquistou um hendeca estadual de boxe consecutivo até 1956.[356] O clube é também um dos grandes fomentadores do jiu-jitsu no Brasil,[357] tendo sido a sede da academia Hélio Gracie nos anos 80 e obtendo quatro lutadores campeões mundiais em 2000.[358] No karatê, foi eleito pelo Comitê Brasileiro como a maior agremiação da modalidade.[359] Da mesma forma, o judô vascaíno obtém grande projeção, sendo um expoente na revelação de atletas.[360] Na esgrima, possui um legado desde os anos 50, incluindo oito conquistas em campeonatos brasileiros. Já no MMA, o cruzmaltino foi casa de diversos detentores de cinturões mundiais, dentre os quais Vitor Belfort, Murilo Bustamante e os gêmeos Minotauro e Minotouro.[361] Mantém igualmente tradição em outros esportes de combate como kickboxing, kung fu e taekwondo.[362][363]

Enquanto um dos principais centros de atletismo do país e fundador da Federação Estadual em 1938,[364] o Vasco da Gama se destaca pelos títulos, como os dez Troféus Brasil,[365] e por atletas como os medalhistas olímpicos Adhemar Ferreira da Silva, Maurren Maggi e Robson Caetano. Na década de 1910, ganhou oito estaduais consecutivos no tiro esportivo, e, a partir de 1973, foi hexacampeão brasileiro no tiro com arco.[366] Alcançou projeção nacional também no ciclismo e mountain biking, vencendo dezenas de torneios entre os anos 40 e 70. Na ginástica, obteve grande êxito na prática das modalidades artística, rítmica, aeróbica, acrobática e de trampolim, e contando com ginastas como Marilia Gomes, Sérgio Sasaki e Petrix Barbosa.[367] Consolidou-se ainda dentre as maiores escolas de tênis e tênis de mesa, acumulando taças nacionais e internacionais, com Joana Cortez, Hugo Hoyama e Thiago Monteiro. No boliche, foi reconhecido o Clube da Década pela CBBol entre 1993 e 2003, colecionando recordes.[368] Recentemente, ingressou no universo dos eSports, onde já possui conquistas significativas, como o Campeonato Brasileiro de CrossFire.[369]

Representação olímpica

Anéis Olímpicos
Anéis Paralímpicos

O Vasco da Gama possui uma história centenária nos Jogos Olímpicos.[370] Apenas nas edições de 1924, 1992 e 2024 não enviou representantes,[b] tendo sua maior delegação na Sydney 2000, quando conquistou mais que o próprio Brasil.[371] Numericamente, o cruzmaltino é a agremiação brasileira com maior somatório de vitórias de atletas sob sua representação, somando 9 ouros e 40 medalhas no quadro geral, com ao menos 175 atletas convocados.[372] O primeiro vascaíno foi Ângelo Gammaro, competindo em 1920.[373]

Nas Olimpíadas de Los Angeles 1932, a delegação brasileira só pôde participar graças ao Vasco da Gama.[374] Devido à Grande Depressão, que também havia assolado economicamente o país, o clube promoveu a "Campanha Olympica": além de realizar amistosos para arrecadar fundos e custear as viagens, disponibilizou o Complexo de São Januário para os treinos, hospedagem e concentração das embaixadas brasileira e argentina nos preparativos para os Jogos.[373]

Na mesma edição, uma das maiores histórias olímpicas foi protagonizada por Adalberto Cardoso, corredor vascaíno. Durante a maratona dos 10 000 metros, ele se tornou o primeiro atleta a competir descalço, tendo sido saudado pela torcida e condecorado com uma medalha especial pelo COI em homenagem a sua superação e espírito olímpico.[375][376]

Desde o ano 2000 patrocinando e com departamento próprio fundado em 2004, o Vasco da Gama é um dos grandes incentivadores do paradesporto no Brasil.[377][378][379] Além de ser reconhecido como clube formador pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, os atletas cruzmaltinos contabilizam ainda 34 medalhas em Jogos Paraolímpicos no total.[380][377]

O departamento paralímpico vascaíno vem se expandindo nos últimos anos. Neste sentido, está presente em dez modalidades, tendo cedido representantes nacionais no futebol de sete, natação, vôlei sentado e judô paralímpico.[381] Nas Paralimpíadas de Sydney, o clube patrocinou toda a equipe de natação brasileira.[382] Na Rio 2016, o cruzmaltino foi base do elenco de futebol.[383] Já nos Jogos de Paris, foram enviados três atletas do clube às competições.[384][379]

Homenagens

Fitas das Ordens de Cristo, do Mérito e de Dom Henrique.

Ao longo de sua história, o Vasco da Gama recebeu diversos títulos honoríficos em reconhecimento à sua contribuição para a sociedade. A principal distinção concedida à instituição remonta a 1908 e foi ratificada em 2017, quando passou a ser autorizada a utilizar a denominação Real Club de Regatas Vasco da Gama.[385] A concessão foi renovada por meio de Decreto de Alvará Régio expedido pelo Chefe da Casa Real Portuguesa Dom Duarte Pio de Bragança. O título de Real Sociedade estava previsto para ser concedido ao Vasco por ocasião da visita do rei de Portugal Dom Carlos I ao Brasil, a qual não se concretizou em razão do regicídio de 1908.[385]

Em 8 de setembro de 1954, pelas fortes ligações com Portugal, o Vasco foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Cristo, por "serviço relevante prestado ao país". A condecoração foi entregue por Paulo Cunha, na época Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, representando o presidente Francisco Craveiro Lopes.[386][387] Em 18 de agosto de 1997, o clube foi agraciado com o grau de Membro-Honorário da Ordem do Mérito de Portugal.[386] No ano de 2010, foi condecorado pela Ordem do Mérito do Empreendedor Juscelino Kubitschek.[388] Já em 2023, foi nomeado Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.[389] Ademais, foi feito Sócio Honorário do Sporting Clube de Portugal em 1953.[390] Em 8 de agosto de 2023, o clube foi agraciado com o grau de Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal.[386]

Além destas honrarias, o Vasco da Gama recebeu ainda condecorações como a Medalha de Honra da Companhia Colonial de Navegação em 1956;[391] a Medalha Naval de Vasco da Gama, pelo Ministério da Marinha Portuguesa em 1970;[392] a Medalha do Mérito Desportivo Militar, pelas Forças Armadas do Brasil em 2016;[393] a Medalha de Honra da APAM em 2016;[394] a Medalha Tiradentes, pela ALERJ em 2018;[395] a Medalha São Francisco de Assis, pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro em 2022;[396] e o Selo da Diversidade Abdias do Nascimento, pela Prefeitura do Rio de Janeiro em 2023.[397]

Entre as homenagens recebidas pelo clube, destaca-se a instituição do Dia do Vasco, criado pela lei n.º 5 052, sancionada em 2007 pelo governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral Filho em comemoração à data de fundação do clube.[398] No mesmo ano a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou o Projeto de Lei n.º 1784-A/2023, que instituiu o Dia do Torcedor Vascaíno, comemorado em 13 de abril, data de nascimento de Roberto Dinamite.[399] Em 2024 o decreto municipal n.º 55 513 tombou definitivamente o Estádio Vasco da Gama, o Parque Aquático e a Capela das Vitórias.[400] O estádio já era reconhecido como patrimônio histórico do município, e sua fachada neocolonial também é tombada pelo IPHAN.[401][152] O clube também inspirou a criação de diversas instituições homônimas no Brasil e no exterior, inclusive na cidade de Recarei, em Portugal.[402] Em 2022 o Vasco instituiu a Honraria Pai Santana, destinada a homenagear pessoas ligadas à causa antirracista.[403]

Principais títulos

Esta seção se dedica às principais conquistas vascaínas no futebol profissional masculino.

Extraoficiais
Competição Títulos Temporadas
Torneio de Paris 1 1957[c]
Internacionais
Competição Títulos Temporadas
Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer 1 1953[d]
Continentais
Competição Títulos Temporadas
Copa Libertadores da América 1 1998[406]
Campeonato Sul-Americano de Campeões 1 1948[407]
Copa Mercosul 1 2000[408]
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Brasileiro - Série A 4 1974, 1989, 1997 e 2000[409]
Copa do Brasil 1 2011[410]
Campeonato Brasileiro - Série B 1 2009[411]
Interestaduais
Competição Títulos Temporadas
Torneio Rio-São Paulo 3 1958, 1966 e 1999[411]
Torneio João Havelange 1 1993[412]
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Carioca - Série A 24 1923, 1924, 1929, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1977, 1982, 1987, 1988, 1992, 1993, 1994, 1998, 2003, 2015 e 2016[411]
Copa Rio 2 1992 e 1993[413]
Torneio Relâmpago 2 1944 e 1946[411]
Torneio Municipal 4 1944, 1945, 1946 e 1947[411]
Taça Guanabara 1 1965[414]
Torneio Extra 2 1973 e 1990[415]
Campeonato Carioca - Série A2 1 1922[416]

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. Estas partidas eram válidas por rodadas decisivas de quadrangulares finais, correspondendo, na prática, a semifinais dos respectivos campeonatos.
  2. Além das edições anteriores a 1920, quando o Brasil ainda não participava dos Jogos Olímpicos, e em 1928, quando o COB não enviou delegação.
  3. A edição de 1957 é considerada um título mundial extraoficial por ter sido a primeira competição da história — e a única anterior a 1960 — a reunir, em formato semelhante ao da futura Copa Intercontinental, os campeões continentais da Europa e da América, então reconhecidos como os principais clubes do mundo. Segundo a FIFA, tratou-se do “mais notável exemplo de clubes de dois continentes se encontrando antes de 1960”, em referência à Copa Intercontinental.[404]
  4. Organizado oficialmente pela CBD, autorizado pela FIFA e sucessor da Copa Rio Internacional.[405]

Referências

  1. «Por que o Vasco da Gama é chamado de Gigante da Colina? Entenda a origem do apelido». Lance!. Rio de Janeiro. 6 de dezembro de 2024
  2. Bruno Côrtes; Fred Huber; João Guerra (18 de março de 2026). «"Time da Virada": conheça a história da música icônica do Vasco que surgiu em título sobre o Fluminense». GE. Rio de Janeiro
  3. «Qual a capacidade de São Januário, estádio do Vasco da Gama?». Lance!. São Paulo. 28 de março de 2025
  4. João Guerra; Tébaro Schmidt (12 de novembro de 2025). «Por que o Vasco não manda mais jogos no Maracanã, apesar de acordo com o consórcio?». GE. Rio de Janeiro
  5. «O Estádio». Tour Maracanã
  6. Guilherme Abrahão (22 de outubro de 2024). «Banco faz sondagem para comprar percentual da SAF do Vasco». CNN Brasil
  7. «SAF – Conselho de Administração». Vasco da Gama
  8. «Vasco anuncia a contratação de Pedro Emanuel». ge. 10 de julho de 2026. Consultado em 11 de julho de 2026
  9. «Vasco anuncia Nike como nova fornecedora de material esportivo». ESPN Brasil. 9 de dezembro de 2025
  10. 1 2 3 4 Bruno Murito; João Guerra (11 de fevereiro de 2026). «Copas ou Brasileirão? Entenda como o Vasco define prioridades nas competições de 2026». GE. Rio de Janeiro
  11. «RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2026» (PDF). CBF. 24 de dezembro de 2025. Consultado em 24 de dezembro de 2025
  12. 1 2 «100 anos do primeiro título carioca do Vasco: veja quem foram os Camisas Negras». GE. 12 de agosto de 2023. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2026
  13. «Vasco completa 3.165 dias sem título, maior jejum da história do clube». GE. 7 de janeiro de 2025. Consultado em 13 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 5 de setembro de 2025
  14. «Vasco divulga balanço financeiro da SAF com aumento da receita e dívida superior a R$ 1 bilhão». GE. 1 de maio de 2026. Cópia arquivada em 26 de maio de 2026
  15. «Vasco assina com 777 Partners: "Maior acordo da história dos clubes brasileiros"». GE. 21 de fevereiro de 2022. Cópia arquivada em 4 de julho de 2026
  16. 1 2 Rodrigo Capelo (15 de maio de 2024). «Justiça suspende contrato com a 777 e devolve controle do futebol ao Vasco». GE. Cópia arquivada em 26 de maio de 2026
  17. 1 2 3 4 5 6 7 «A história do Vasco da Gama». www.feth.ggf.br. Consultado em 7 de janeiro de 2024
  18. «Local onde Vasco foi fundado recebe nome do primeiro presidente negro do clube». GE. 25 de setembro de 2020. Consultado em 14 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 29 de abril de 2026
  19. Walmer Peres Santana (2021). «A Consolidação do Club de Regatas Vasco da Gama (1898-1906)» (PDF). UERJ: 30. Consultado em 14 de outubro de 2025
  20. 1 2 «Centenária, rivalidade entre Vasco e Fla no remo atraía multidões de cariocas». O Globo. Consultado em 7 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026
  21. «Club de Regatas Vasco da Gama - Site Oficial». Club de Regatas Vasco da Gama. Consultado em 14 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2013
  22. «Goleada e laranja: há 100 anos, Vasco iniciava caminhada para ser Gigante». GE. 3 de maio de 2016. Consultado em 27 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2025
  23. Portal, Equipe do (26 de abril de 2024). «Centenário da Resposta Histórica: A importância e o impacto no futebol atual». Portal Jornalismo ESPM. Consultado em 14 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2026
  24. «Evento histórico do Vasco no passado pode inspirar novo acesso para um futuro glorioso». www.lance.com.br. Consultado em 7 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
  25. 1 2 3 4 5 «Há 97 anos, Vasco se recusava a dispensar negros e dava resposta ao racismo». Uol. 7 de abril de 2021. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  26. 1 2 3 4 «Vasco da Gama é pioneiro na luta contra o racismo no futebol brasileiro». Mídia Ninja. 8 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 3 de março de 2026
  27. 1 2 «1924: Futebol do Rio sofre cisão com a saída de clubes da Liga». Folha de S.Paulo. 20 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025 «1924: Amea é organizada após saída de Flu, Fla e Botafogo da Liga». Folha de S.Paulo. 10 de março de 2024. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2026
  28. «Memória E. C. » A contribuição do Vasco para a integração racial e social no futebol » Arquivo». GE. Consultado em 14 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2026
  29. «Os 100 anos da Resposta Histórica que transformou o Vasco em uma causa». Terra. 7 de abril de 2024. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2026
  30. «São Januário, 94 anos, o estádio da CLT». Direito Global. 21 de abril de 2021. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
  31. «São Januário simboliza a luta do Vasco contra preconceitos». O Globo. 18 de novembro de 2015. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2025
  32. «São Januário: A história do estádio que é símbolo de resistência». IstoÉ. 23 de fevereiro de 2021. Consultado em 30 de abril de 2023. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
  33. «História do título de Campeão Carioca do Vasco de 1929». SuperVasco. 24 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 5 de março de 2026
  34. «Há 89 anos, Vasco aplicava maior goleada da história sobre o Flamengo». Lance!. Consultado em 25 de abril de 2023. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  35. «AS TRÊS PRINCIPAIS CISÕES DO CAMPEONATO CARIOCA». Museu da Pelada. 16 de março de 2021. Cópia arquivada em 22 de março de 2025
  36. «Lei que inclui os Camisas Negras, do Vasco, em Livro de Heróis e Heroínas da Pátria é aprovada». GE. 19 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2026
  37. «O rush de Ademir Menezes: como nasceu o maior artilheiro do Brasil em uma única edição de Copa». GE. 24 de junho de 2020. Cópia arquivada em 11 de março de 2026
  38. «Expresso da Vitória, um dos maiores esquadrões do Vasco e do futebol mundial». Correio da Manhã. 27 de março de 2021. Cópia arquivada em 27 de setembro de 2024
  39. «Vas...cô!...». Jornal dos Sports, ed. 04476, pg. 4. 21 de março de 1944
  40. Lance! Série Grandes Clubes. Um século de paixão - Vasco da Gama - A história do clube da Cruz de Malta, pp. 25. 1998, Editora Abril.
  41. «Polêmicas de arbitragem ao longo da história do Carioca». VEJA RIO. Consultado em 14 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  42. «Tetra-Campeão!». Jornal dos Sports, Ed. 05466, pg. 1. 17 de junho de 1947
  43. «Com seis títulos, Vasco se isola como o maior campeão carioca invicto». Lance!. 8 de maio de 2016. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  44. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão». Cópia arquivada em 20 de maio de 2026
  45. «Nota, no antigo site da Conmebol, sobre a participação do Vasco da Gama na Supercopa de 1997.». Consultado em 6 de março de 2012. Arquivado do original em 21 de agosto de 2008
  46. «Cópia do Informe à Imprensa da Conmebol de 29/04/1996, no site Casaca!». Consultado em 29 de março de 2013. Arquivado do original em 16 de janeiro de 2014
  47. «História da Copa Libertadores». Consultado em 21 de maio de 2014. Arquivado do original em 21 de maio de 2014
  48. «A Apoteótica Recepção aos Campeões dos Campeões Sul-americanos». Jornal dos Sports, ed. 5696, pg. 5
  49. 1 2 «Primeiro campeão carioca no Maraca, Vasco tenta reviver capítulo histórico». GE. 13 de abril de 2014. Consultado em 20 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2023
  50. 1 2 «Há 65 anos, Vasco vingou brasileiros no 1º confronto após o Maracanazo». GE. 8 de abril de 2016. Cópia arquivada em 5 de março de 2026
  51. «Nascido há 100 anos, Barbosa criou sua própria redenção para o Maracanazo»Subscrição paga é requerida. Folha. 26 de março de 2021. Cópia arquivada em 9 de março de 2026
  52. «La RESURRECCION del fútbol brasileño». Mundo Deportivo (em espanhol). 29 de abril de 1951. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  53. «Relembre o Carioca de 1950, o 1º Carioca em ano de Copa no Brasil». VEJA RIO. Consultado em 20 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2026
  54. «Há 73 anos, Palmeiras eliminava o Vasco e chegava à final da Copa Rio». 16 de julho de 2024. Consultado em 27 de janeiro de 2025
  55. «Site Casaca! Texto "A Fuga", de 19/05/2012.». Consultado em 8 de maio de 2015. Arquivado do original em 18 de maio de 2015
  56. «Ultima Hora (RJ) - 1951 a 1984». Consultado em 27 de janeiro de 2025
  57. «Arquivo Jornal ABC (Sevilla)». hemeroteca.abc.es (em espanhol). 4 de junho de 1953. p. 19
  58. «Jornal Diário de Lisboa, 17/06/1957, página 18.». Arquivado do original em 2 de janeiro de 2018
  59. Justino Martins (29 de junho de 1957). «NO "RIFIFI" E NO FUTEBOL O VASCO VENCEU O REAL». Manchete Esportiva (84). p. 33
  60. «Le tournoi de Paris, un évènement capital». Le Corner (em francês). 20 de janeiro de 2022. Consultado em 6 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
  61. «The Intercontinental Cup, a vestige of trans-continental glory». FIFA (em inglês). 7 de junho de 2023. Arquivado do original em 29 de novembro de 2023
  62. «Narração francesa original da partida Vasco 4 x 3 Real Madrid de 1957, referindo-se ao Vasco como a melhor equipe sul-americana e ao título europeu detido pelo Real Madrid». Casaca!. Consultado em 3 de maio de 2013. Arquivado do original em 1 de agosto de 2013
  63. «Em 1957, Vasco também humilhou o Barcelona: 7 a 2. Lembre como foi o jogo». GE. 14 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 16 de abril de 2023
  64. «4 vezes em que times brasileiros humilharam o Barça». UOL. 19 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2026
  65. «Há 60 anos, Vasco aplicava 7 a 2 no Barcelona em jogo histórico». Club de Regatas Vasco da Gama. 23 de junho de 2017. Arquivado do original em 15 de setembro de 2019
  66. «Campeonato Carioca de 1958, com 12 campeões do mundo, consagra Vasco». O Globo. 3 de abril de 2018. Cópia arquivada em 7 de dezembro de 2024
  67. «O Histórico Super Supercampeonato Carioca de 1958». Museu da Pelada. 4 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  68. «Vasco, um grande campeão - Esmagada a Portuguesa aos olhos estarrecidos do Pacaembu». Jornal dos Sports, Ed.18, pg.1. 7 de abril de 1958
  69. «Ecos de uma taça chamada Guanabara». Veja Rio. 19 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de abril de 2026
  70. Alexandre Simões (14 de maio de 2023). «Santos chegou ao penta da Taça Brasil em decisão contra o Vasco». Rádio Itatiaia. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  71. «Radiografia do Rio-São Paulo». Jornal dos Sports. 28 de março de 1966
  72. Fred Huber (22 de janeiro de 2018). «Com "mão de Eurico" e estatuto em debate, Campello toma posse no Vasco». GE. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  73. «Andrada, muito mais do que o goleiro do milésimo de Pelé». Lance!. 10 de julho de 2017. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2026
  74. «Em 1970, Vasco também acabou com jejum de 12 anos sem títulos cariocas derrotando o Botafogo». O Globo. 3 de maio de 2015. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2025
  75. «Em 1977, Tita perde pênalti e Vasco é campeão». GE. 26 de outubro de 2006
  76. «Abel Braga, Vasco da Gama, nossa história». Ludopédio. 28 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2026
  77. 1 2 «Mazarópi, o goleiro do Vasco que detém recorde mundial de maior tempo sem sofrer gols». GE. 3 de abril de 2024. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2026
  78. «Vasco foi o primeiro clube carioca a conquistar o Campeonato Brasileiro». O Globo. 1 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2025
  79. «Há 50 anos, o Vasco era campeão brasileiro pela primeira vez; Gaúcho e Luiz Carlos 'Tatu' lembram a campanha histórica de 1974». Terra. Consultado em 27 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2026
  80. «Bola de Prata 1974: como ficou a seleção do Campeonato Brasileiro». ESPN.com. 3 de dezembro de 2024. Consultado em 27 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2025
  81. «30 anos do bicampeonato brasileiro: A 'SeleVasco' ganha forma». Uol. 14 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  82. 1 2 3 «Times Icônicos». Site Oficial do Vasco. 26 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 19 de março de 2025
  83. «Vasco é campeão também na Espanha». Jornal dos Sports, Ed.18050, p2. 24 de agosto de 1987
    «Vasco é bicampeão também do Ramon Carranza». Jornal dos Sports, Ed.18417, p16. 29 de agosto de 1988
    «Vasco conquista Troféu Carranza e é tricampeão». Jornal dos Sports, Ed.18777, p5. 28 de agosto de 1989
  84. «André Luiz Pereira Nunes: 1982, o ano em que o Vasco mudou meio time para ser campeão». Diário do Rio. 20 de julho de 2020. Cópia arquivada em 20 de dezembro de 2025
  85. «Base do bicampeonato carioca de 87/88 forma o "Time dos Sonhos" de Acácio no Vasco». GE. 15 de julho de 2020. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  86. «Há 30 anos, a SeleVasco provava sua força ao bater o São Paulo no Morumbi e encerrar o jejum no Brasileirão». Trivela. 17 de dezembro de 2019. Consultado em 27 de abril de 2023. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2026
  87. «Flamengo x Vasco: Bebeto pediu o dobro de Zico para renovar e acabou no maior rival». ESPN. 9 de abril de 2020. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2026
  88. «Vascão continua na Libertadores». Jornal dos Sports, Ed.19148, p1. 7 de setembro de 1990
  89. 1 2 «Eurico, #@*!». Revista Piauí. 19 de abril de 2008. Cópia arquivada em 29 de dezembro de 2025
  90. 1 2 «Polêmicas, inimigos e títulos: Eurico Miranda, o dirigente que nunca passou despercebido». GE. 12 de março de 2019. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
  91. «Relembre o dia em que Zico e Júnior, ídolos do Flamengo, vestiram a camisa do Vasco por Dinamite». Lance!. 8 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 28 de março de 2025
  92. «Um título para Dener: tricampeonato carioca do Vasco faz 26 anos». Lance!. 14 de maio de 2020. Cópia arquivada em 20 de dezembro de 2025
  93. «Caetano dá o título ao Vasco». Jornal dos Sports, Ed.20218, p.12. 25 de agosto de 1993
  94. «Antecedência, polêmicas e mudanças no ataque: o título estadual do Vasco de 1998 faz aniversário». Lance!. 14 de maio de 2020. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  95. «Times históricos: Vasco de 1997». Placar. 15 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2026
  96. «EDMUNDO, O MAIOR DO MUNDO EM 1997». Museu da Pelada. 28 de setembro de 2021. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2025
  97. «Vasco chega aos 100 anos no auge». Folha de S.Paulo. 21 de agosto de 1998. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  98. «Há 25 anos, a Unidos da Tijuca homenageava o Vasco com samba até hoje cantado nas arquibancadas». Lance!. Consultado em 29 de abril de 2023. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2026
  99. «Libertadores 25 anos: Vasco conquista a Glória Eterna no ano do centenário». Lance!. 26 de agosto de 2023. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2026
  100. «Vasco: elogiada por VP, união com banco gerou briga judicial e parou em CPI». www.uol.com.br. Consultado em 29 de abril de 2023. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  101. «Vasco da Gama ganha ação contra Bank of America». Jornal Diário do Grande ABC. Consultado em 29 de abril de 2023. Cópia arquivada em 9 de março de 2026
  102. «Romário culpa Edmundo por vice-campeonato mundial do Vasco para o Corinthians em 2000». Terra. 16 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2025
  103. «'Se tivesse VAR em 2000, Vasco seria campeão do mundo', diz Edmundo». R7 Esportes. 15 de janeiro de 2021. Consultado em 27 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2025
  104. «Copa João Havelange 2000: Vasco campeão, queda de alambrado e o fenômeno Azulão». IG Esportes. 31 de julho de 2019. Cópia arquivada em 21 de fevereiro de 2026
  105. «Palmeiras 3 x 4 Vasco pela final da Mercosul 2000 é eleito maior jogo da história de clubes brasileiros». ge. 9 de maio de 2020. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2026
  106. «19 anos depois... Relembre a histórica virada do Vasco sobre o Palmeiras na Copa Mercosul». ge. 20 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2025
  107. «Boca supera Santos e Vasco e faz melhor campanha da história da fase de grupos». ge. 17 de abril de 2015. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  108. «Em 2003, Vasco vence o Fluminense por 2 a 1, ganha Taça Rio e é campeão carioca». ge. Consultado em 29 de abril de 2023. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  109. «Romário é 1000! Marcado pelo Vasco, gol histórico completa 13 anos». ge. Consultado em 29 de abril de 2023. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  110. «Vasco não faz sua parte, perde para o Vitória e cai para a Série B». Uol. 7 de dezembro de 2008. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2026
  111. «Time da virada, Vasco vence o América-RN e conquista título da Série B». GE. 13 de novembro de 2009. Consultado em 26 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2025
  112. «Nos pênaltis, Sport derrota o Vasco e chega à final da Copa do BR». Uol. 29 de maio de 2008. Cópia arquivada em 28 de agosto de 2025
  113. «Em jogo emocionante, Corinthians segura pressão do Vasco e garante vaga na final». GE. 3 de junho de 2009. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  114. «Em final dramática, Vasco conquista Copa do Brasil e coroa reações». Terra. 8 de junho de 2011. Consultado em 9 de dezembro de 2013. Arquivado do original em 21 de junho de 2013
  115. «Vasco aceita taça de campeão de 'Brasileirão paralelo' e esquenta clima com CBF». Uol. 8 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 12 de setembro de 2024
  116. «E agora CBF? Juiz admite erro em clássicos Vasco x Flamengo». Onefootball. 9 de julho de 2019. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  117. «Vasco dá um chocolate no Aurora e se classifica». Lance!. 27 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026 «Vasco vence o Universitario por 5 a 2 e garante vaga na semifinal». Gaúcha Zero Hora. 10 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  118. «Universidad de Chile conquista a Copa Sul-Americana». O Globo. 15 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2025
  119. «Diego Souza analisa em detalhes gol perdido contra Cássio e diz o que faria diferente: 'Se fizesse, seria gol'». ESPN. 22 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  120. «Furacão vai à Libertadores e rebaixa Vasco em jogo com briga de torcidas». GE. 8 de dezembro de 2013. Consultado em 25 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2022
  121. «Tabela do Brasileirão Série B 2022». CBF. Consultado em 29 de abril de 2023. Arquivado do original em 29 de abril de 2023
  122. «Com gol no último minuto, Vasco vence Botafogo, sai da fila e é campeão carioca». ESPN. Consultado em 7 de janeiro de 2024. Arquivado do original em 12 de abril de 2018
  123. «Coritiba se segura na Série A e rebaixa Vasco pela terceira vez em sua história». GE. Consultado em 6 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 26 de janeiro de 2022
  124. «Vasco garante acesso à Série A com dois gols de Thalles no Maracanã». GE. 28 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2022
  125. «Defesa falha, Vasco cai diante do Atlético-GO e perde invencibilidade». GE. Consultado em 30 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 26 de janeiro de 2022
  126. «Altos e baixos, saudade de casa e vaga na Libertadores: a retrospectiva do Vasco 2017». GE. 31 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  127. «Vasco perde quase 4 mil sócios e se reaproxima do Maracanã para valorizar torcida». Terra. 25 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  128. «Vasco é líder do Brasileirão após 4ª rodada; Flamengo permanece no Z4». TNT Sports. Consultado em 29 de abril de 2023. Cópia arquivada em 25 de abril de 2023
  129. «Tabela do Brasileirão da Série A 2022». CBF. Consultado em 29 de abril de 2023. Arquivado do original em 8 de março de 2020
  130. «Retrospectiva do Vasco: erros dentro e fora de campo e permanência na Série B tornam 2021 o pior ano da história». ge. Consultado em 29 de abril de 2023. Cópia arquivada em 29 de dezembro de 2021
  131. «Brazil's Vasco da Gama sells $333m stake to US investor 777 Partners». Inside World Football (em inglês). 22 de fevereiro de 2022. Consultado em 12 de julho de 2023. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2022
  132. Douglas Porto (6 de novembro de 2022). «Vasco vence Ituano e retorna para a Série A do Campeonato Brasileiro». CNN Brasil. Consultado em 12 de julho de 2023. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2025
  133. «Retrospectiva 2023: Vasco sofre no primeiro ano como SAF, mas corrige rota e fica na Série A». GE. 29 de dezembro de 2023. Consultado em 12 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 29 de dezembro de 2023
  134. Bruno Murito (29 de dezembro de 2024). «Retrospectiva 2024: saída da 777, gestão de Pedrinho e volta de Coutinho marcam ano do Vasco». GE. Consultado em 12 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2026
  135. Bruno Murito (30 de dezembro de 2025). «Retrospectiva 2025: Vasco volta a disputar título em ano marcado por Diniz e ascenção de Rayan». GE. Consultado em 17 de fevereiro de 2026. Cópia arquivada em 8 de março de 2026
  136. «LOCAL DE FUNDAÇÃO DO VASCO RECEBE NOME DO PRIMEIRO PRESIDENTE NEGRO DO CLUBE». Onefootball. 25 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2026
  137. «Yachting». Jornal Cidade do Rio. 30 de agosto de 1898. p. 2
  138. «Os Homens da Colina - A Fundação do Vasco da Gama» (PDF). Ludopedia. Consultado em 7 de janeiro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 2 de março de 2026
  139. Hübner, Henrique (6 de janeiro de 2014). «A PRIMEIRA SEDE DO VASCO - RUA DA SAÚDE, N.º 127». Memória Vascaína. Consultado em 16 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  140. Santana, Walmer Peres. «O VASCO E O REMO: O nascimento do Clube nas águas do mar da Cidade do Rio de Janeiro». Site Oficial do Vasco. Consultado em 26 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2020
  141. Hübner, Henrique (14 de junho de 2015). «O VASCO DE ONTEM É O VASCO DE HOJE». Memória Vascaína. Consultado em 26 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2026
  142. «Francisco Bicalho: a avenida que deu fim à Enseada de São Cristóvão». MultiRio. 10 de novembro de 2017. Consultado em 14 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 18 de abril de 2022
  143. Giesbrecht, Ralph Mennucci. «Ilha das Moças». Estações Ferroviárias do Brasil. Consultado em 14 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 28 de dezembro de 2019
  144. 1 2 «Há 110 anos, briga política no Vasco criava um novo clube». 25 de maio de 2009. Consultado em 26 de setembro de 2020
  145. 1 2 3 «Remo do Vasco da Gama: tudo começou nesse esporte - Revista Vascaína». 8 de dezembro de 2022. Consultado em 30 de abril de 2023. Cópia arquivada em 3 de maio de 2023
  146. «Yachting». Jornal Sportivo. 30 de dezembro de 1899
  147. 1 2 «Sede Náutica da Lagoa». Site Oficial do Vasco. Consultado em 28 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2026
  148. «Decreto Nº 21306». 19 de abril de 2002. Consultado em 28 de janeiro de 2025
  149. 1 2 «Vasco entrega reforma da sede do Calabouço». Lance!. 24 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2026
  150. «Dinamarca aluga sede do Vasco no Calabouço». O Globo. Consultado em 5 de maio de 2016. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2025
  151. «Carnaval, atletismo, luta, gols... São Januário completa 90 anos de vida». ge. Consultado em 25 de abril de 2023. Cópia arquivada em 21 de fevereiro de 2026
  152. 1 2 «São Januário - 90 anos». GE. Consultado em 31 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 24 de abril de 2017
  153. Diogo Miloni. «São Januário - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2026
  154. Felipe Schmidt (21 de agosto de 2017). «A colina que virou Barreira: o Vasco e sua relação com a comunidade». GE. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2026
  155. «94 anos de São Januário: estádio que surgiu da resistência e se tornou o maior patrimônio da torcida do Vasco». Lance!. 21 de abril de 2021. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
  156. «Estádio São Januário». Estadios.net. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  157. Raphael Zarko (18 de novembro de 2015). «Pra ver inglês e o Expresso: em 1949, São Januário recebeu 60 mil pessoas». GE. Cópia arquivada em 9 de abril de 2023
  158. «Vitória de Categoria! - Escreveram os Cruzmaltinos um Feito de Alta Ressonância». Jornal dos Sports, ed. 06059, pg. 01. Consultado em 31 de maio de 2022
  159. 1 2 «São Januário 90 anos: Colina cresce e se transforma em complexo esportivo». Lance!. 17 de abril de 2017. Cópia arquivada em 8 de março de 2026
  160. «De Coutinho a Andrey: Colégio Vasco da Gama completa 20 anos e recebe parabéns de formados no clube». GE. 8 de março de 2024. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2026
  161. 1 2 3 «Time mais católico do Brasil, Vasco tem capela e quer catequizar atletas da base». Folha de S.Paulo. 26 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2026
  162. «Vasco inaugura 'Espaço Experiência' em São Januário». O Dia. 9 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2026
  163. «De fotos históricas a fichas de atletas: Vasco lança acervo digital com mais de 30 mil páginas». GE. 5 de abril de 2024. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2026
  164. «Vasco e sua História: O papel do Centro de Memória na preservação do legado Cruz-Maltino». R10 Score News. 23 de fevereiro de 2025. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2026
  165. 1 2 «Vasco inaugura novo CT com homenagem a Barbosa e planeja mudança do futebol». ge. Consultado em 7 de maio de 2023. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
  166. «Vasco lança "vaquinha" e mira R$ 6 milhões para construir 1ª parte do CT». Uol. Consultado em 7 de maio de 2023. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  167. «Vasco inaugura CT de Caxias, destinado às categorias de base e ao futebol feminino». GE. 20 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  168. «Após quase 30 anos, Vasco tira CT do papel». Gazeta do Povo. 17 de agosto de 2005. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2025
  169. «CT Almirante Heleno Nunes». Site Oficial do Vasco. Consultado em 5 de maio de 2016. Cópia arquivada em 2 de junho de 2016
  170. BOECHAT BORGES ROBALINHO DE BARROS, FELIPE. «OS IMPACTOS DA ATUAL SITUAÇÃO FINANCEIRA DO CLUBE DE FUTEBOL: ESTUDO DE CASO DO CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA». Consultado em 26 de maio de 2026
  171. «L14193». www.planalto.gov.br. Consultado em 19 de maio de 2026. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026
  172. «L14193». www.planalto.gov.br. Consultado em 19 de maio de 2026. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026
  173. Ian Nonato. «A PERCEPÇÃO E EXPECTATIVA DO CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA DIANTE DE UMA POSSÍVEL IMPLANTAÇÃO DO MODELO CLUBE-EMPRESA». Consultado em 26 de maio de 2026
  174. Mateus Omena (25 de fevereiro de 2025). «Com dívida bilionária, Vasco entra com pedido de recuperação judicial para SAF e clube». Exame. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  175. «Vasco divulga balanço financeiro da SAF com aumento da receita e dívida superior a R$ 1 bilhão». GE. 1 de maio de 2026. Cópia arquivada em 26 de maio de 2026
  176. 1 2 3 4 5 6 «Símbolos». Club de Regatas Vasco da Gama. Arquivado do original em 6 de dezembro de 2015
  177. Henrique Hübner (13 de janeiro de 2016). «BREVÍSSIMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A CRUZ DO CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA». Memória Vascaína. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2026
  178. Henrique Hübner (19 de maio de 2019). «A CRUZ ENCARNADA DO VASCO É A CRUZ DA ORDEM DE CRISTO». Memória Vascaína. Cópia arquivada em 9 de março de 2026
  179. Juliano Buzato (21 de agosto de 2019). «Malta, Pátea ou Ordem de Cristo. Qual cruz é o símbolo do Vasco da Gama?». Mantos do Futebol. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
  180. Henrique Hübner (7 de dezembro de 2014). «O MAIS ANTIGO BRASÃO DO VASCO!». Memória Vascaína. Cópia arquivada em 4 de março de 2026
  181. «Evolução dos Escudos: Vasco da Gama». Arena Geral. 16 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2026
  182. «Vasco teve poucas alterações no seu emblema na história; veja mudanças». Supervasco. 12 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 20 de dezembro de 2025
  183. «A Ordem Militar de Cristo». Sempre Vasco. Arquivado do original em 1 de agosto de 2013
  184. «Escudo do Vasco: como surgiu e história do símbolo». Lance!. 13 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2026
  185. «Camisa do Vasco é eleita a mais bonita do mundo de 2022». Placar. 6 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  186. «Camisas de Corinthians e Vasco entram em lista de uniformes mais bonitos da década». GE. 2 de janeiro de 2020. Consultado em 4 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2025
  187. 1 2 «História da camisa do Vasco da Gama». Mantos do Futebol. 25 de março de 2014. Consultado em 22 de maio de 2024. Cópia arquivada em 16 de março de 2026
  188. 1 2 «O primeiro uniforme do Vasco». Memória Vascaína. 6 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 21 de fevereiro de 2026
  189. «Você sabia? Faixa no uniforme do Vasco é homenagem ao 'heroico português'». Band. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 9 de abril de 2023
  190. 1 2 «Curiosidades sobre as camisas do Vasco da Gama». Mantos do Futebol. 22 de agosto de 2020. Consultado em 11 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 11 de março de 2026
  191. «Camisa do Vasco: veja origem das cores e evolução». Lance!. 16 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2026
  192. 1 2 «Qual é a camisa titular do Vasco da Gama, a preta ou a branca?». Mantos do Futebol. 14 de dezembro de 2018. Consultado em 1 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  193. «Em 1943, Vasco vestia pela 1ª vez seu uniforme de honra». Super Vasco. 28 de abril de 2023. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2026
  194. 1 2 «HÁ 73 ANOS, FUTEBOL DO VASCO VESTIA-SE COM O SEU UNIFORME DE HONRA». Memória Vascaína. 28 de abril de 2016. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2026
  195. 1 2 «OS 116 ANOS DA CRIAÇÃO DO PRINCIPAL UNIFORME DO VASCO». Memória Vascaína. 16 de julho de 2015. Cópia arquivada em 1 de março de 2026
  196. «Soberbo e impressionante o aspecto do Estádio de S. Januário à luz dos reflectores - Sant'Anna, um exemplar batedor de escanteios» (PDF). O Imparcial, Ed.06105, p1. 1 de abril de 1928. Cópia arquivada (PDF) em 4 de maio de 2024
  197. «Pioneirismo, futebol e política: entenda a importância histórica de São Januário, estádio do Vasco». GE. 8 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  198. «Há 80 anos foi criado oficialmente o uniforme branco do Vasco». Memória Vascaína. 26 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
  199. «Conheça as cisões sociais do Vasco ocorridas em 1899 e 1901». Supervasco. 8 de abril de 2021. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2026
  200. 1 2 Felipe Schmidt (21 de agosto de 2018). «#Vasco120: décadas depois, o resgate da bandeira perdida do clube». GE. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2026
  201. Felippe Costa (22 de janeiro de 2019). «Nova camisa do Vasco: saiba onde foram parar as tradicionais estrelas em cima da cruz de malta». GE. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  202. Bruno Braz (14 de outubro de 2020). «Sá Pinto adota primeiro e pouco conhecido hino do clube como lema no Vasco». UOL. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  203. 1 2 3 Filipe Guedes (18 de novembro de 2023). «Hino do Vasco: veja letra, origem e história da música». GE. Cópia arquivada em 11 de março de 2026
  204. «Futebol carioca na folia! Homenagem a Lamartine Babo dedicará alas a clubes de ponta na Sapucaí». Lance!. 21 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2026
  205. Pedro Pinto de Oliveira; Safira Campos (1 de outubro de 2023). «A paixão do futebol também é musical; veja o vídeo». PNB Online. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2026
  206. «Lamartine Babo, o compositor dos hinos dos clubes do Rio de Janeiro». GE. 20 de fevereiro de 2012. Cópia arquivada em 30 de dezembro de 2025
  207. «Mão no Peito, Aí Vem os Hinos!». Placar. Maio de 2004. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2026
  208. «Dicionário ilustrado do futebol». Placar. Abril. 24 de outubro de 1980. p. 81. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2026
  209. «O Almirante <<Achará>> o Submarino?». Jornal dos Sports. 30 de junho de 1944
  210. «Uma pedrinha na shooteira». Jornal dos Sports. 2 de novembro de 1944. p. 6
  211. «Vasco tira mascote do papel e põe novo modelo do Almirante à venda». GE. 3 de outubro de 2012. Consultado em 30 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 9 de abril de 2023
  212. «Virou moda! Veja as mascotes 'pistolas' do futebol brasileiro». R7. 25 de abril de 2022. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  213. «Em clima de Semana Santa, Santos recebe Vasco na Copa do Brasil». CBF. 17 de abril de 2019. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2025
  214. 1 2 3 4 «Dominou o esporte da cidade e foi um ídolo do Vasco da Gama». Manchete Esportiva. 14 de janeiro de 1956
  215. «OTELO CAÇADOR, O REI DO HUMOR DO FUTEBOL». Museu da Pelada. 7 de março de 2017. Cópia arquivada em 11 de julho de 2025
  216. «Eduardo Santana (1934-2011) - Pai Santana, amuleto dos vascaínos». Folha de S.Paulo. 2 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 4 de março de 2026
  217. Dias, Gustavo (29 de outubro de 2021). «Além de Pai Santana, Vasco já teve outros personagens ligados à macumba; relembre». X. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2025
  218. «Missa Campal em São Januário». Flickr. 14 de maio de 2017. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2026
  219. «Sexta-Feira Santa já foi motivo de polêmica nos bastidores do Vasco». Uol. 10 de abril de 2020. Cópia arquivada em 15 de julho de 2024
  220. «O Papa Pio XII abençoa o Vasco». Jornal dos Sports, Ed.08170, p.7. 28 de abril de 1956
  221. «No Dia Nacional do Futebol, conheça os padroeiros de times brasileiros». ACI Digital. 19 de julho de 2024. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2026
  222. «Nossa Senhora das Vitórias tem relação com o Vasco desde 1923». Super Vasco. 24 de abril de 2011. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2026
  223. 1 2 «São Januário recebe peregrinação da imagem de Nossa Senhora de Fátima». Lance!. 6 de maio de 2017. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2026
  224. «Vasco visitou Santuário de Nossa Senhora Aparecida em viagem pela Copa BR». Uol. 17 de março de 2021. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2025
  225. «Jorginho nega que tenha mandado retirar imagem de santa da sala de imprensa do Vasco». Extra. 26 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  226. «A liquefação do sangue de São Januário: milagre do santo que gerou o nome do estádio volta a acontecer na Itália». Terra. 19 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2026
  227. «A fé como aliada: na semana de São Januário, Vasco ganha a benção do padroeiro para escapar da Série B». Extra. 20 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2026
  228. «O Escotismo no Vasco». Memória Vascaína. 23 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2026
  229. «São Jorge Padroeiro do Infanto-Juvenil». X Oficial do Vasco. 23 de abril de 2024. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2025
  230. «Pesquisa AtlasIntel 2024». GE. 21 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 5 de abril de 2026
  231. «'A história do Vasco era para ser estudada na escola', diz historiador». Lance!. 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  232. «Conheça a torcida do Vasco na Flórida». Super Vasco. 8 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2026
  233. «Torcidas organizadas do Brasil: conheça quais são as maiores». CNN Brasil. Consultado em 3 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2024
  234. «Torcidas organizadas rejeitam convite do presidente do Vasco para reunião». ESPN Brasil. 19 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  235. «Centenária, rivalidade entre Vasco e Fla no remo atraía multidões de cariocas». O Globo. 11 de abril de 2014. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026
  236. «Flamengo x Vasco: retrospecto histórico e curiosidades sobre o confronto». OneFootball (em espanhol). 5 de março de 2023. Consultado em 13 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 2 de março de 2026
  237. «Clássico dos Milhões: World Football's Fiercest Rivalry?». Bleacher Report (em inglês). Consultado em 3 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  238. «100 anos do Clássico dos Milhões: A verdadeira origem da rivalidade entre Vasco e Flamengo». Ludopédio. Consultado em 3 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
  239. «Nos 70 anos do Maracanã, a lista dos 175 jogos no templo do futebol com mais de 100 mil pagantes». ge. 16 de junho de 2020. Consultado em 22 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 28 de dezembro de 2025
  240. «Flamengo x Vasco tem maior média de público da história do Brasileirão». TNT Sports. Consultado em 22 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2023
  241. «OS CLÁSSICOS MAIS ANTIGOS DO BRASIL». 26 de março de 2012. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2026
  242. «Há 89 anos, Vasco aplicava maior goleada da história sobre o Flamengo». Lance!. 26 de abril de 2020. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  243. «Vasco x Flamengo: Os maiores artilheiros da história do Clássico dos Milhões». Lance!. 1 de maio de 2024. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2026
  244. «Nos 15 anos do título brasileiro de 2000, ex-VP de basquete do Vasco relembra conquista e explica montagem da equipe». esporteinterativo.com.br. 30 de junho de 2015. Consultado em 15 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 20 de setembro de 2016
  245. «Goleiro brilha nos pênaltis, Vasco vence o Flamengo e é campeão do Brasileiro de futebol de areia». GE. 3 de fevereiro de 2019. Consultado em 3 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 16 de outubro de 2022
  246. «Vasco é campeão da Supercopa do Brasil de Beach Soccer e assegura vaga na Libertadores». GE. 10 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2026
  247. «Fla vai homenagear jogadoras de vôlei». lance.com.br. 2 de março de 2011. Consultado em 19 de outubro de 2016. Arquivado do original em 4 de abril de 2016
  248. 1 2 3 DECKER, Augusto (12 de fevereiro de 2016). «Os apelidos dos clássicos, dos 'milhões' de Vasco e Flamengo ao eterno Fla-Flu.». Jornal O Globo. Consultado em 9 de abril de 2020. Cópia arquivada em 24 de maio de 2026
  249. «Presidente da AMEA rebateu Resposta Histórica do Vasco e sugeriu equipe formada "genuinamente por portugueses"». GE. 6 de abril de 2024. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  250. «O que é Resposta Histórica? Motivo de orgulho para torcida, ato do Vasco completa 100 anos». GE. 3 de abril de 2024. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  251. «Clássico dos Gigantes: de onde vem o apelido de Fluminense x Vasco». Lance!. 16 de outubro de 2024. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  252. «Vasco e Fluminense protagonizam o Clássico dos Gigantes, relembre alguns momentos dessa história». Terra. 9 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  253. «Confronto entre Vasco e Botafogo tem a maior diferença de vitórias entre os clássicos nacionais». www.lance.com.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2026
  254. Revista Placar - Os grandes clássicos, Edição de maio de 2005, página 40.
  255. «Há 19 anos, Vasco pintava o sete contra o Botafogo na maior goleada em clássicos no Maracanã». GE. 29 de abril de 2020. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2026
  256. «Botafogo x Vasco: saiba quem mais venceu o clássico na história». Lance!. 13 de novembro de 2024. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2025
  257. «Há 64 anos, no Dia Mundial da Paz, o Clássico da Paz». Casaca!. 1 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2026
  258. Cláudio Nogueira (11 de agosto de 2017). «Vasco e Palmeiras: adversários cordiais». GE. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2025
  259. Edgard Maciel de Sá; Fernando Freire; Raphael Zarko (6 de junho de 2015). «Duelo retrô: Eurico Miranda e Petraglia se reencontram e revivem rixa antiga». GE. Cópia arquivada em 7 de dezembro de 2024
  260. «Santos, Vasco ou Corinthians: para qual time Pelé torcia?». GE. 29 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 7 de junho de 2023
  261. «Mauro Cezar: 'Vasco é muito freguês do Corinthians; é bizarro'». UOL. 22 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2025
  262. «Vasco e River Plate têm rivalidade histórica que virou até música; entenda». ESPN Brasil. 17 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2026
  263. «Confira o retrospecto entre Vasco e River Plate-ARG». Lance!. 15 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2026
  264. «El Homenaje a Molowny». Jornal Marca (em espanhol). 5 de junho de 1956. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2026
  265. Pablo Díaz (26 de março de 2017). «Gerrard del Real Madrid, Messi del Atleti, ¡Maradona de Brasil!...». Marca (em espanhol). Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  266. Gustavo Mariani (10 de agosto de 2023). «O jogo do século». Jornal de Brasília. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2026
  267. 1 2 «Brasileiro, Carioca, clássicos: Roberto Dinamite detém recordes em trajetória pelo Vasco». GE. 8 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2026
  268. «Ranking dos Maiores Artilheiros de Todos os Tempos». IFFHS (em inglês). 21 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026
  269. «RESULTADO DE LA PULSACION para el "LIDER 1950" internacional». Mundo Deportivo (em espanhol). 17 de janeiro de 1951. Cópia arquivada em 17 de janeiro de 2026
  270. «Vasco em evidência pelo mundo: a influência de Romário». Vivo Futebol. 30 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2026
  271. «Messi, Cristiano Ronaldo e cinco brasileiros! Confira lista dos jogadores com mais gols oficiais de falta». Lance!. 3 de outubro de 2024. Cópia arquivada em 30 de janeiro de 2026
  272. «Goleada e laranja: há 100 anos, Vasco iniciava caminhada para ser Gigante». GE. 3 de maio de 2016. Cópia arquivada em 14 de julho de 2023
  273. «O bom momento de Martín Silva». O Globo. 9 de março de 2014. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  274. «Vegetti se torna terceiro maior artilheiro estrangeiro da história do Vasco». GE. 2 de fevereiro de 2025. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2026
  275. «Veja os 35 jogadores que o Vasco cedeu à Seleção em Copas». GE. 24 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  276. «Elas são um Must». Revista do Vasco. Consultado em 3 de março de 2025
  277. «Pretinha é anunciada como nova auxiliar do futebol feminino do Vasco: 'É uma grande oportunidade'». Terra. 25 de março de 2022. Cópia arquivada em 20 de dezembro de 2025
  278. «Ramón Platero». Consultado em 26 de novembro de 2024. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2026
  279. «Ramon Platero, o técnico que treinou Flamengo e Vasco ao mesmo tempo». ge. 14 de setembro de 2018. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
  280. «Há 100 anos, Vasco iniciava campanha do 1º título sob comando do uruguaio Ramón Platero». GE. 15 de abril de 2023. Cópia arquivada em 1 de março de 2026
  281. «Seleção já teve três técnicos estrangeiros na história; relembre». GE. 22 de junho de 2023. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
  282. «Técnico de 50, Flávio Costa é enterrado». Folha de S.Paulo. 4 de novembro de 1999. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 9 de março de 2026
  283. «Antônio Lopes recorda atrito entre Romário e Edmundo no Vasco e amizade com Dinamite: "Não sei quem era melhor"». ge. 13 de agosto de 2024. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 2 de março de 2026
  284. «Ondino Vieira - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2026
  285. 1 2 Lance!. «Com saída de Zé Ricardo, Vasco não começa e termina uma temporada com o mesmo treinador desde 2016». Lance!. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2026
  286. «Técnico do Vasco em 1987, Joel Santana lembra "equipe imbatível" em conquista nos EUA». ge. 18 de janeiro de 2023. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 5 de março de 2026
  287. «Como o capitão do 1º título Brasileiro do Vasco ajudou na criação do grupo Fundo de Quintal». ge. 20 de agosto de 2024. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
  288. «Conheça os 5 técnicos mais longevos da história do futebol brasileiro». Estadão. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  289. «História:Relembre trajetória de Harry Welfare,2º técnico do Vasco». SuperVasco. 20 de agosto de 2013. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2026
  290. «Antônio Lopes completa 600 jogos no comando do Vasco». GE. 5 de agosto de 2008. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2024
  291. «A técnica que foi impedida de estudar futebol e revelou a melhor do mundo». Uol. 26 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
  292. «Hélio Rubens e a torcida: "embaixador" de Franca, querido em Uberlândia e ídolo no Vasco». GE. 7 de abril de 2022. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026
  293. «Ricardo Lucena volta a dirigir o time do Vasco». Uol. 1 de agosto de 2001. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2026
  294. «Vasco tenta assumir a liderança da Superliga masculina de vôlei». Folha de S.Paulo. 2 de janeiro de 2001. Cópia arquivada em 11 de março de 2026«Atletas e políticos lamentam morte de Isabel do vôlei, aos 62 anos». O Globo. 16 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2026
  295. «Pentacampeões de olho no futuro». Revista do Vasco. Outubro de 2000
  296. 1 2 «Morre Antônio Soares Calçada, presidente mais vitorioso da história do Vasco». O Globo. 5 de agosto de 2019. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  297. «A Fundação do Club de Regatas Vasco da Gama em uma Análise Socioecônima de seus Fundadores» (PDF). Ludopédio. 2021. p. 26. Consultado em 29 de agosto de 2024. Cópia arquivada (PDF) em 2 de março de 2026
  298. «Presidente mais longevo do Vasco, Calçada foi um nome importante na era mais vitoriosa do clube». Trivela. 6 de agosto de 2019. Consultado em 29 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 5 de março de 2026
  299. «Morre aos 88 anos o ex-presidente do Vasco Agathyrno Silva Gomes». GE. 17 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 30 de janeiro de 2026
  300. «Pesquisa aponta ausência de presidentes negros nos clubes das Séries A e B». GE. 20 de novembro de 2017. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2026
  301. «José Augusto Prestes: o presidente da Resposta Histórica». Ludopédio. 1 de abril de 2024. Cópia arquivada em 7 de março de 2026
  302. «Há 70 anos, o primeiro título carioca do Expresso da Vitória, o poderoso Vasco da década de 1940». O Globo. 8 de maio de 2015. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2026
  303. «Vasco comemora centenário dos Camisas Negras com evento em São Januário». Terra. 12 de agosto de 2023. Cópia arquivada em 20 de dezembro de 2025
  304. «São Januário». Site Oficial do Vasco. Consultado em 10 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  305. «Com Pedrinho no Vasco, relembre 10 ex-jogadores que foram presidentes de clubes pelo mundo». ESPN. 12 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
  306. «Estatuto Club de Regatas Vasco da Gama» (PDF). Conjur. Consultado em 28 de agosto de 2020. Cópia arquivada (PDF) em 4 de dezembro de 2022
  307. 1 2 «"Vasco" - traço de união entre Brasil e Portugal - celebra hoje 112 anos da sua fundação». Observatório da Emigração. 23 de agosto de 2010. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  308. «O 'time' português». Correio da Manhã. 28 de agosto de 2016. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2020
  309. Álbum dos 60 anos do C.R. Vasco da Gama. [S.l.: s.n.] 1958. p. 33. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2026
  310. «Embaixador Português e cônsul geral no Brasil visitam a Colina». Site Oficial do Vasco. 14 de agosto de 2014. Consultado em 21 de agosto de 2020 [ligação inativa]
  311. «Cônsul de Portugal visita o Complexo Esportivo de São Januário». Site Oficial do Vasco. 13 de abril de 2018. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 15 de abril de 2018
  312. «Embaixador de Portugal saúda nova diretoria do Vasco da Gama». Mundo Lusíada. 18 de julho de 2008. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 9 de abril de 2023
  313. «Porque vestem os brasileiros a camisola de Portugal?». Diário de Notícias. 8 de agosto de 2016. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 30 de janeiro de 2026
  314. 1 2 3 Coutinho, Renato Soares (2013). Um Flamengo grande, um Brasil maior: o Clube de Regatas do Flamengo e o imaginário político nacionalista popular (1930-1955) (Tese de Doutorado). Departamento de História, Universidade Federal Fluminense (UFF). p. 125 e 127. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2026
  315. «No Boteco do José». Letras. Consultado em 25 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2026
  316. Soares Coutinho, Renato (julho de 2013). «Flamengo, Vasco e a construção das identidades dos clubes de futebol profissional do Rio de Janeiro» (PDF). XXVII Simpósio Nacional de História. p. 6. Consultado em 28 de janeiro de 2024. Cópia arquivada (PDF) em 23 de fevereiro de 2026
  317. 1 2 «Vasco comemora título de Portugal na Eurocopa: 'A colônia está em festa'». Extra. 11 de julho de 2016. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2026
  318. Santana, Walmer Peres (20 de agosto de 2017). «Casaca! O grito de guerra do Vasco da Gama». Site Oficial do Vasco. Consultado em 25 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2020
  319. «Na busca pela cidadania, netos de portugueses buscam provar ligação afetiva com o país». O Globo. 21 de julho de 2019. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 3 de março de 2026
  320. «Vasco da Gama dá desconto aos sócios que querem... ser portugueses». TVi24. 20 de dezembro de 2019. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2022
  321. 1 2 3 Filho, Mário (2003). O negro no futebol brasileiro 4ª ed. [S.l.]: Mauad. p. 121–140
  322. Santos, João Manuel Casquinha Malaia (2010). Revolução Vascaína: a profissionalização do futebol e a inserção sócio-econômica de negros e portugueses na cidade do Rio de Janeiro (1915-1934) (Tese de Doutorado). Universidade de São Paulo (USP). p. 267, 290 e 293. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2026
  323. «Ricardo Sá Pinto é o novo técnico do Vasco da Gama». CRVG. 13 de outubro de 2020. Consultado em 13 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2020
  324. Pires, Breiller (7 de abril de 2019). «Vasco da Gama, o clube que abriu as portas do futebol para os negros». El País. Consultado em 24 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 1 de julho de 2026
  325. «Camisa em homenagem a Portugal chegou a lojas do Vasco na última terça». GE. 5 de junho de 2014. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026 via Super Vasco
  326. «Vasco prepara lançamento do terceiro uniforme, com referências a Portugal». GE. 21 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
  327. «Vídeo: novo técnico do Flamengo, Jesus afirmou que todo português tem sentimento pelo Vasco». O Dia. Consultado em 2 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2026
  328. 1 2 «Marta: salário, idade e história da jogadora da seleção brasileira». GE. 11 de julho de 2023. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
  329. 1 2 3 «Em meio ao descaso, futebol feminino do Vasco completa 100 anos». GE. 23 de agosto de 2023. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2026
  330. 1 2 3 «Futebol Feminino – História». Site Oficial do Vasco. Consultado em 23 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 16 de março de 2025
  331. «Dia da proibição do futebol feminino». Museu do Futebol. 14 de abril de 2024. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025
  332. «Futebol Feminino Sydney 2000». Folha de S.Paulo. Consultado em 12 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2026
  333. «Equipe adulta do Vasco se prepara para estreia no Campeonato Brasileiro». vasco.com.br. 16 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2016
  334. «Vasco anuncia maior patrocínio da história do futebol feminino do clube». GE. 10 de fevereiro de 2024. Consultado em 1 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2026
  335. «Vasco é campeão do Brasileirão Feminino Série A3». GE. 28 de julho de 2024. Consultado em 1 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2026
  336. 1 2 «Centenária, rivalidade entre Vasco e Fla no remo atraía multidões de cariocas». O Globo. 11 de abril de 2014. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026
  337. «Gustavo Borges reforça equipe do Vasco». Uol. 28 de janeiro de 1999. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2026
  338. «Inge Bruijn bate marca dos 50 m livre no Rio». Folha de S.Paulo. 11 de junho de 2000. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2026
  339. «O Troféu Brasil de Natação e a concepção de Vasco». Casaca!. 8 de dezembro de 2020. Consultado em 22 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2025
  340. «Vasco volta ao NBB com empresa de Ronaldinho como patrocinadora». CNN Brasil. 30 de maio de 2023. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
  341. «Há 15 anos, o Vasco se tornava o primeiro clube brasileiro a enfrentar uma equipe da NBA». Extra. 8 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2026
  342. «Os campeões mundiais». Revista do Vasco. Fevereiro de 2001. Consultado em 11 de setembro de 2024 «Adriana Behar e Shelda, bicampeãs mundiais». Acervo Digital do Vasco. Consultado em 11 de setembro de 2024
  343. «Inclusão: conheça o time de vôlei paralímpico do Vasco da Gama». O Globo. 9 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2026
  344. «Pentacampeões de olho no futuro». Revista do Vasco. Outubro de 2000 «Handebol - tradição em revelar craques». Revista Vasco 108 Anos. 21 de agosto de 2006
  345. «Vasco vira soberano na areia em realidade paralela à do glamour do campo». Uol. 25 de novembro de 2020. Cópia arquivada em 12 de maio de 2026
  346. «Vasco bate Sporting e é o primeiro campeão mundial de futebol de areia». GE. 26 de março de 2011. Cópia arquivada em 12 de maio de 2026
  347. «Vasco da Gama: formation as a weapon» (em inglês). Beach Soccer Worldwide. 30 de outubro de 2013. Consultado em 2 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2019
  348. «Vasco: o único campeão carioca da Liga Futsal». Liga Nacional de Futsal. 27 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2026
  349. «Vasco não engrena no campo, mas ganha o mundo na mesa de botão». GE. 20 de setembro de 2014. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2026 «Vasco bom de bola é o que brilha no futmesa». O Dia. 17 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2026
  350. «Vasco vence CETEFE e é pentacampeão brasileiro de futebol de 7 paralímpico». GE. 31 de maio de 2019. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2026
  351. «Vasco é campeão brasileiro de futebol americano». Globoplay. 16 de dezembro de 2014. Cópia arquivada em 18 de dezembro de 2025 «Vasco é campeão da Copa do Brasil feminina de flag football, modalidade olímpica a partir de Los Angeles 2028». Site Oficial do Vasco. 28 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2026
  352. «Vasco vence clássico contra o Flamengo e conquista o Brasileirão de Fut7». GE. 12 de novembro de 2017. Cópia arquivada em 28 de dezembro de 2025
  353. «Vasco bate o São Paulo na final, leva o título e mantém o Brasileiro no Rio». SporTV. 11 de setembro de 2011. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2026
  354. «Teqball: Vasco é campeão em todas as categorias na etapa do Brasileiro disputada na Rocinha». Site Oficial do Vasco. 29 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2026
  355. «Maior brasileiro em Olimpíadas para jornalistas, Adhemar Ferreira é o único do país no Hall da Fama». GE. 5 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 2 de março de 2026
  356. «Pugilismo». Revista 60 Anos do Vasco. Janeiro de 1959. Consultado em 7 de setembro de 2024
  357. «Jovens de quatro comunidades terão aulas de jiu-jítsu de graça no estádio do Vasco». O Globo. 13 de junho de 2024. Cópia arquivada em 30 de janeiro de 2026
  358. «Camisa 9 e meio-pesado: fã de MMA, Leandrão tem rotina de atleta olímpico». GE. 8 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2026 «Vasco da Gama abre portas de São Januário para projeto que ensina Jiu-Jitsu a jovens de comunidades; veja». Tatame. 15 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  359. «Vasco recebe prêmio em noite de Oscar do esporte brasileiro». Site Oficial do Vasco. 5 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 17 de março de 2025
  360. «De olho em vagas olímpicas, judocas do Vasco embarcam com a seleção brasileira para competições na Europa». Extra. 18 de março de 2024. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  361. «Desafiante ao cinturão, Vitor Belfort já foi atleta do Vasco». Super MMA. 22 de maio de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2026
  362. «Lutador do Vasco, Phill Jonathan conquista brasileiro de kickboxing». Lance!. 22 de junho de 2019. Cópia arquivada em 26 de dezembro de 2025
  363. «Vasco é campeão brasileiro de Taekwondo». SuperVasco. 16 de outubro de 2008. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2026
  364. «Atletismo: Vasco é o único clube de camisa ainda filiado à FARJ». SuperVasco. 5 de maio de 2013. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2026
  365. «Troféu Brasil de Atletismo de 1973, realizado no Estádio de São Januário.». Arquivo Nacional. Consultado em 7 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2025
  366. «O Stand de Tiro do Club de Regatas Vasco da Gama». Memória Vascaína. 4 de dezembro de 2014. Cópia arquivada em 20 de dezembro de 2025
  367. «De seleção: Vasco acerta com Sergio Sasaki e Petrix Barbosa para ginástica». GE. 29 de julho de 2016. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2026
  368. «Vascaíno bate recorde mundial». Revista do Vasco. Outubro de 2000 «Vasco eleito Clube da década no Boliche». Site Oficial do Vasco. Consultado em 7 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 25 de março de 2004
  369. «Vasco Esports é campeão brasileiro de CrossFire e se classifica para o Mundial». GE. 22 de abril de 2024. Cópia arquivada em 3 de março de 2026
  370. «A história centenária do Vasco em Jogos Olímpicos (1920–2021)». Ludopédio. 27 de agosto de 2021. Consultado em 6 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2026
  371. «País Vasco nos Jogos Olímpicos». Olimpíada Todo Dia. 19 de março de 2019. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2026
  372. «Olimpíadas: veja quais são os 10 times de futebol com mais medalhas». Gazeta de S.Paulo. 12 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2026
  373. 1 2 «A história centenária do Vasco em Jogos Olímpicos (1920 - 2021) - Parte 1». Ludopédio. Consultado em 1 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
  374. «Graças ao Vasco, atletas brasileiros puderam ir às Olimpíadas de 1932». SuperVasco. 29 de julho de 2024. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
  375. «Morador de SC relembra atuação do pai nas Olimpíadas de 1932». g1. 22 de julho de 2021. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
  376. «Família do Homem de Ferro dos Jogos de 1932 cobra reconhecimento do atleta». Agência Brasil. 27 de fevereiro de 2016. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  377. 1 2 «20 anos de lutas e vitórias no esporte paralímpico». Site Oficial do CRVG. 4 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  378. «Atletas vascaínos medalhistas no Parapan de Santiago recebem homenagem do clube». Lance!. 4 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2026
  379. 1 2 «A força vascaína nos jogos paralímpicos». SportsM. 24 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 3 de março de 2026
  380. «Tabela informativa no Espaço Experiência». Centro de Memória do Vasco. Consultado em 16 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2024
  381. «Vasco anuncia volta do esporte paralímpico com projeto autossustentável». GE. 19 de maio de 2021. Cópia arquivada em 3 de março de 2026
  382. «A elite da natação paraolímpica rumo a Sydney». Consultado em 14 de fevereiro de 2025
  383. «Com base do Vasco e Di María, Brasil se reúne por 1º ouro no futebol de 7». GE. 28 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 9 de março de 2026
  384. «Três atletas do Vasco viajam para as Paralimpíadas nesta terça; conheça o trabalho do clube». ge. 13 de agosto de 2024. Consultado em 1 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 1 de março de 2026
  385. 1 2 «Em exposição, Vasco destaca honraria portuguesa para ter 'Real' no nome». 11 de junho de 2021. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  386. 1 2 3 «Entidades Estrangeiras Agraciadas com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Club de Regatas Vasco da Gama". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 20 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 24 de maio de 2026
  387. Álbum dos 60 anos do C.R. Vasco da Gama. [S.l.: s.n.] 1958. p. 8. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2026
  388. «Roberto Dinamite e Vasco da Gama são homenageados pela Ordem JK». Consultado em 24 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 30 de janeiro de 2026
  389. «Vasco recebe honraria do governo de Portugal nesta sexta-feira». O Dia. 1 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2025
  390. «Sócio Honorário do Sporting celebra 122 Anos». Leonino.pt. Consultado em 24 de setembro de 2021. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2026
  391. «Uma Pedrinha na Chuteira». Jornal dos Sports, ed. 15001, p.4. 26 de novembro de 1978
  392. «Uma Pedrinha na Chuteira». Jornal dos Sports, ed. 13018, pg. 4. 18 de agosto de 1970. Consultado em 17 de fevereiro de 2022
  393. «Vasco recebe Medalha do Mérito Desportivo Militar». Casaca!. 25 de fevereiro de 2016. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2025
  394. «Medalha de Honra - APAM». Consultado em 17 de fevereiro de 2022. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2026
  395. «Vasco recebe Medalha Tiradentes na Alerj». GE. 21 de agosto de 2018. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2026
  396. «Vasco recebe medalha por plano de sócio para pets». Consultado em 23 de junho de 2022. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  397. «Vasco da Gama recebe prêmio por promover diversidade e inclusão». Consultado em 1 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 26 de dezembro de 2025
  398. «Lei nº 5052». JusBrasil. Consultado em 7 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2026
  399. «Alerj aprova a criação do 'Dia do Torcedor Vascaíno'». O Dia. 11 de abril de 2024. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2025
  400. «Decreto Rio nº 55.513». Consultado em 20 de fevereiro de 2025
  401. «Sancionada lei que reconhece São Januário como Patrimônio Histórico do Rio». Esporte News Mundo. 15 de abril de 2021. Consultado em 15 de abril de 2021. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2025
  402. «Vasco de Portugal foi inspirado no do Rio e fundado após história de amor». UOL. 16 de dezembro de 2019. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 9 de abril de 2023
  403. «Vasco vai homenagear personalidades antirracistas com medalha "Pai Santana"». GE. 31 de maio de 2022. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  404. Ver:
  405. Ver:
  406. «Gigante! Título da Libertadores do Vasco completa 25 anos neste sábado». Terra. 26 de agosto de 2023
  407. «Copa Libertadores 2014». CONMEBOL (em espanhol). Arquivado do original em 21 de maio de 2014
  408. «19 anos depois... Relembre a histórica virada do Vasco sobre o Palmeiras na Copa Mercosul». GE. 20 de dezembro de 2019
  409. «Quantas vezes o Vasco foi campeão brasileiro? Quando foi a última vez?». Lance!. 29 de setembro de 2023
  410. «Título do Vasco na Copa do Brasil: relembre a conquista de 2011». Lance!. 18 de fevereiro de 2025
  411. 1 2 3 4 5 «Sala de Troféus». Vasco da Gama
  412. Emmanuel do Valle (17 de fevereiro de 2020). «Relembre alguns torneios nacionais quase esquecidos dos anos 1970 aos 1990». Trivela
  413. «Copa Rio: quarteto de gigantes têm história no torneio». GE. 15 de novembro de 2011
  414. Lula Branco Martins (19 de março de 2014). «Ecos de uma taça chamada Guanabara». Veja Rio
  415. Bruno Murito (7 de janeiro de 2024). «Conheça as histórias dos três títulos que Zagallo conquistou com o Vasco». GE
  416. «Evento histórico do Vasco no passado pode inspirar novo acesso para um futuro glorioso». Lance!. 3 de novembro de 2022

Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre o C.R. Vasco da Gama:
Commons Categoria no Commons
Wikinotícias Notícias no Wikinotícias
Wikidata Base de dados no Wikidata