A autodestruição como o ápice do narcisismo refletido sobre o espelho da ideia. Um holofote, entre tons e saturações, que narram as transições das cenas e da personagem. É um bom filme, mas parece se perder em determinados momentos quando tenta nos entregar aquilo que “queremos” ver.
Te lembra Perfect Blue, mas não chega a ser, ao mesmo tempo que parece dar ideia para A Substância e executá-la com um pouco mais de energia.