le cinéma, ça sert, d'abord, à faire la guerre
le cinéma, ça sert, d'abord, à faire la guerre
achei meio qualquer coisa mas a sandre hüller cantando sign of the times me curou
— women are not my specialty.
— of course they aren't, look at you!
brilhante.
cheryl dunye é super bem humorada e inteligente gravando isso aqui. desde os diálogos triviais que evocam as vivências dela enquanto mulher negra e lésbica, até o uso de metalinguagem e ficção em formato de documentário pra retratar o apagamento de mulheres como ela na mídia. toda a construção da historia de contar a história da fae richards é algo tao genial, e ela faz isso transpassando por questoes de amizade, sexo, relacionamento interracial. a cena de sexo é tao sensorial, muito foda mesmo. tudo aqui é muito foda.
— just lucky, i guess.
esse aqui foi pra acabar comigo pelo resto da semana. eu tenho assistido a bons filmes, mas fazia tempo que eu não me sentia conectada com uma história, e daí vem esse filme pra me desmoronar.
"paris, texas" é pra emocionar. há beleza em cada cena, e os olhares são carregados de emoção. é um jeito bonito de contar uma história triste.