amém
narrativa que emana da coletividade, mesmo que as peças da história não sejam feitas por grupos e pessoas que se conheçam ou tenham uma relação entre si. é quase um meta-filme, na medida em que seus limites não esbarram no arranjo cinematográfico e na reprodução, mas na capacidade de construir uma obra à partir de perspectivas subjetivamente distanciadas que constituem um mesmo objeto de interesse, instituindo o cinema como essa prática de expressão do eu em forma de ficção coletiva.
O filme monstro engolindo a si mesmo numa expiral idiota de um "hiperdidatismo" que precisa a todo momento explicar uma lógica interna/externa que é tão clara que soa idiota. Não me incomoda muito essa estética e ritmo pós-tiktok irritantes, agora uma resolução (pseudo-)crítica que contradiz a si mesma no decorrer de uma elaboração que, mal pensada, corre em círculos, parece extender o filme à perde Tempo. Pior que isso, talvez, é um gore que, se é esteticamente interessante, fica cada vez mais perdido dentro da narrativa.