«Parece haver no interior de cada plano (em cada zoom, em cada movimento de câmera para os lados, na entrada de cada ator em cena, na precisão mecânica de cada corte) um desejo de equivalência com o próprio ritmo da cidade. (...) Já não se trata de uma câmera observacional, devotada às ações dos moradores, mas uma mise en scène empenhada em oferecer ao espectador a respiração secreta da cidade, o sopro de vida que move seus habitantes. A maestria…