sempre descobrindo
Rohmer em um tom mais minimalista, seja nos gestos dos personagens, seja em como ele captura esses gestos. Tem uma atenção especial para cada objeto disposto em cena - o close-up evidencia isso com constância - além dos demais traços formais da Nouvelle Vague.
Gosto como ele trata os personagens com muita honestidade, e mesmo o arquétipo de indivíduo "do bem" gradualmente revela sua malícia, o que não apenas gera nuances, como engrandece a própria abordagem da moralidade na obra…