Mateus Leme

município brasileiro no estado de Minas Gerais

Mateus Leme é um município brasileiro localizado no estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. O território está inserido na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), compondo a Região de Planejamento Central do estado e a Microrregião de Belo Horizonte.[10]

Mateus Leme
Serra do Elefante, vista da rodovia MG-050 em Mateus Leme
Serra do Elefante, vista da rodovia MG-050 em Mateus Leme
Serra do Elefante, vista da rodovia MG-050 em Mateus Leme
Hino
Gentílicomateus-lemense[1]
Localização de Mateus Leme em Minas Gerais
Localização de Mateus Leme em Minas Gerais
Localização de Mateus Leme em Minas Gerais
Mateus Leme está localizado em: Brasil
Mateus Leme
Localização de Mateus Leme no Brasil
Mapa
Mapa de Mateus Leme
Coordenadas: 19° 59′ 09″ S, 44° 25′ 40″ O
PaísBrasil
Unidade federativaMinas Gerais
Região metropolitanaBelo Horizonte
Municípios limítrofesFlorestal, Igarapé, Itatiaiuçu, Itaúna, Juatuba, Pará de Minas, São Joaquim de Bicas[2]
Distância até a capital60 km
Fundação17 de dezembro de 1938 (87 anos)[3]
Emancipação1938
(desmembrado de Pará de Minas[3])
Distritos
Lista
Governo
  Prefeito(a)Renilton Ribeiro Coelho[5] (Republicanos, 2021–2024)
Área
  Total [1]302,124 km²
  Urbana (Embrapa/2015) [6]28,935 km²
População
  Total (Censo IBGE/2022) [1]37 841 hab.
Densidade125,2 hab./km²
Climatropical
Fuso horárioHora de Brasília (UTC−3)
CEP35670-000 a 35674-999[7]
IDH (PNUD/2010) [8]0,704 alto
PIB (IBGE/2018) [9]R$ 697 590,92 mil
  Per capita (IBGE/2018)R$ 22 650,53
Sítiomateusleme.mg.gov.br (Prefeitura)
camaramateusleme.mg.gov.br (Câmara)

A cidade apresenta uma dinâmica demográfica e urbana caracterizada por uma concentração de habitantes em torno de eixos rodoviários, sendo reconhecida tanto por sua herança histórica ligada ao ciclo da mineração quanto por sua infraestrutura atual. Situada a cerca de 60 km a oeste da capital do estado. Ocupa uma área de pouco mais de 300 km², sendo 28,9 km² em área urbana, com sua população, conforme senso de 2022 de 37 841 habitantes.[11]

Etimologia

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A toponímia do município é uma homenagem direta ao capitão-povoador e bandeirante paulista Mateus Leme. Citado em registros históricos como genro do também célebre bandeirante Borba Gato. Mateus Leme foi um dos pioneiros a explorar a região central de Minas Gerais. A nomenclatura da localidade refletiu inicialmente essa figura de desbravamento, passando por designações como "Arraial do Morro de Mateus Leme" antes da adoção de seu nome contemporâneo definitivo.[12]

História e Fundação

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A ocupação de Mateus Leme remonta aos primórdios do século XVIII (entre 1715 e 1717), período marcado pela intensa incursão de bandeirantes paulistas no território mineiro em busca de ouro e pedras preciosas. O povoamento inicial teve origem como um acampamento e, posteriormente, um arraial de garimpeiros que exploravam as formações rochosas da Serra do Elefante. O desenvolvimento da comunidade acompanhou as flutuações da economia aurífera, estabelecendo as fundações demográficas da região central mineira.[13]

A evolução política e administrativa de Mateus Leme ocorreu de forma gradual, atrelada ao desenvolvimento da malha ferroviária e às legislações de divisão territorial do estado de Minas Gerais.[14]

Ano Evento Histórico/Administrativo Documentado
1715-1717 Período documentado das expedições do bandeirante Mateus Leme pela Serra do Elefante.
1832 O Distrito é criado oficialmente com a denominação de Mateus Leme pelo Decreto de 14 de julho, [15]subordinado ao município de Pará (atual Pará de Minas).
1891 Ratificação do status do distrito através da Lei Estadual n.º 2, de 14 de setembro.[16]
1911 Inauguração das estações ferroviárias de Mateus Leme e do distrito de Azurita. A infraestrutura atraiu trabalhadores (especialmente de Pitangui), impulsionando a expansão comercial e logística.
1938 O município adquire sua emancipação política e autonomia, sendo elevado à categoria de cidade, separando-se administrativamente.
1992 Pela Lei Estadual n.º 10.704 (27/04/1992),[17] o distrito de Juatuba é desmembrado de Mateus Leme e elevado à categoria de município.
1999-2023 O município consolida sua divisão em 3 distritos oficiais: Mateus Leme (Sede), Azurita e Serra Azul, configuração mantida até as divisões territoriais do IBGE de 2023.[14]

Geografia

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Relevo

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Mateus Leme limita-se ao sul com Itatiaiuçu pela Serra Azul, onde se localiza o ponto de altitude máxima do município, com 1.298 metros em relação ao nível do mar. O ponto de altitude mínima do município localiza-se no reservatório Serra Azul, no limite com o município de Juatuba, a 791 metros em relação ao nível do mar.[18][19]

A Serra Azul, também chamada de Serra das Farofas ou Serra do Itatiauçu, contém jazidas de minério de ferro e outros minerais e localiza-se na porção mais ocidental do Quadrilátero Ferrífero.[20] Além dessa serra, outras compõem o território mateus-lemense, como a Serra dos Caboclos, Serra do Caxambu, Serra das Perobas, Serra da Saudade, Serra Boa Vista e Serra Santo Antônio, com pico de 1.284 metros de altitude, também conhecida na região como “Serra do Elefante”.[21]

A Serra do Elefante, devido à altitude elevada do pico, à inexistência de barreiras físicas naturais nas proximidades e à localização na RMBH, foi escolhida para a instalação do primeiro radar meteorológico de Minas Gerais. O equipamento permite identificar, por meio da emissão e recepção de ondas, a formação de chuvas, tempestades e granizo. A localização estratégica do radar, quase sem barreiras em sua área de influência, permite uma ampla varredura com qualidade num raio de 250 km, mas tem alcance de até 350 km para avaliações qualitativas de entradas de tempestades no estado.[22][23] O radar é operado pela CEMIG e pelo Instituto Mineiro de Gestão de Águas (IGAM).[24]

Mateus Leme segue o padrão climático da porção central mineira, tipicamente caracterizado por um período chuvoso bem delineado (de outubro a março) e um inverno seco. Sob a perspectiva de infraestrutura meteorológica governamental, Mateus Leme desempenha papel estratégico: a cidade abriga um radar meteorológico operado pela CEMIG (Radar de Banda C de dupla polarização, localizado aproximadamente nas coordenadas Lat -19.957484°, Lon -44.425295°). Este radar é vital para a rede de monitoramento hidrometeorológico de curto prazo (nowcasting) em todo o centro de Minas Gerais, abastecendo órgãos como o SIMGE, IGAM e CEMADEN.[25][26]

Hidrografia

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Mateus Leme encontra-se totalmente dentro da Bacia do Rio Paraopeba.[27] O município não é banhado por esse rio, mas por alguns de seus afluentes da margem esquerda, como o ribeirão Mateus Leme e o ribeirão Serra Azul.[18][21]

O Ribeirão Serra Azul nasce no município vizinho de Itaúna e é represado em Juatuba para formação do reservatório Serra Azul. O reservatório inunda terras de Juatuba, Igarapé e Mateus Leme e foi construído para fornecimento de água à população da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O reservatório, denominado Sistema Serra Azul, faz parte do Sistema Paraopeba, juntamente com o Sistema Vargem das Flores e Sistema Rio Manso.[28][29]

Ferrovias

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Mateus Leme é cortada e acessada pela Linha Garças a Belo Horizonte da antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas, ligando-a ao município de Iguatama e à capital mineira, Belo Horizonte. A ferrovia se encontra atualmente concedida ao transporte de cargas pela VLI Multimodal, que comanda a concessionária Ferrovia Centro-Atlântica, também operante na linha férrea. O transporte ferroviário de passageiros foi desativado há anos, porém devido ao grande potencial turístico de Mateus Leme e das outras cidades atravessadas pela ferrovia, as autoridades estaduais pretendem reativar o modal em todo o seu trajeto.[30]

Impacto Atual

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A economia de Mateus Leme passou por drásticas transições históricas. Inicialmente impulsionada pelo "ciclo do ouro" (século XVIII) e, séculos mais tarde, pela produção agropecuária e cafeeira aliada à expansão da malha ferroviária, atualmente, o panorama econômico do município exibe um parque logístico e industrial. Destaca-se também a operação de empresas focadas na extração e produção de minérios (calcário, entre outros), adaptando a velha vocação extrativista aos métodos contemporâneos. A cidade é atravessada pela rodovia MG-050, que serve como principal artéria de deslocamento e de escoamento logístico.[31]

Rodovias

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A cidade também é acessada pelas rodovias BR-262 e BR-381.[32]

Pontos Turísticos

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O ecoturismo e o turismo de preservação histórica compõem o principal viés atrativo da cidade.

Ponto de Interesse Categoria Descrição / Relevância Técnica
Serra do Elefante Ecoturismo / Patrimônio Natural Formação rochosa de grande magnitude, lar da exploração inicial no século XVIII. Hoje, sedia eventos esportivos como o "Desafio Serra do Elefante", corridas de montanha (solo de 12,5 km e 27 km) com trilhas, cachoeiras e rios.[33]
Represa de Serra Azul Área de Interesse Ambiental Corpo d'água fundamental para o equilíbrio ecológico e abastecimento logístico da região.[34]
Estação Ferroviária de Mateus Leme Patrimônio Histórico / Cultural Inaugurada em 1911 e tombada em nível municipal em 2002. Foi restaurada e atualmente abriga a Secretaria de Cultura da cidade.[35]
Estação Ferroviária de Azurita Patrimônio Histórico Construída junto à expansão de 1911, foi fulcral para o estabelecimento do distrito, que se originou de acampamentos ferroviários de migrantes de Pitangui. Prédio tombado em 2002 e restaurado.[36]

Em Mateus Leme, existe há 15 anos a Casa de Cultura Cássia Afonso de Almeida, entidade sem fins lucrativos que incentiva a arte, a cultura e a educação no município. [37]

Curiosidades

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  1. A origem de Azurita: Diferente de outros distritos mineiros formados estritamente pela mineração, o distrito de Azurita foi criado essencialmente por ferroviários provenientes de Pitangui que ali se instalaram no início do século XX para operar e manter a logística de trens.[36]
  2. Exportação Frutífera Histórica: Durante as primeiras décadas de operação (início do séc XX), a estação de Azurita não transportava apenas minério e passageiros; possuía uma cooperativa que desempenhou o papel de grande exportadora de frutas colhidas na região de Mateus Leme para os grandes centros por meio dos vagões.
  3. Polo Meteorológico: Devido à sua posição geográfica estratégica central, o Radar CEMIG instalado em Mateus Leme capta anomalias pluviométricas que protegem a capital e a região metropolitana, fornecendo telemetria em tempo real contra tempestades na bacia do Paraopeba. É o local de instalação do 1º radar meteorológico de Minas Gerais.[22]

Ver também

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Referências

  1. 1 2 3 «IBGE». Censo Demográfico - 2022. Cópia arquivada em 25 de outubro de 2023
  2. Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). «Mateus Leme». Consultado em 18 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2019
  3. 1 2 «Mateus Leme». IBGE Cidades. 2007. Consultado em 13 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 2 de julho de 2022
  4. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (9 de setembro de 2013). «Mateus Leme - Unidades territoriais do nível Distrito». Consultado em 11 de abril de 2021. Cópia arquivada em 11 de abril de 2021
  5. G1 (16 de novembro de 2020). «Dr Renilton, do Republicanos, é eleito prefeito de Mateus Leme». Consultado em 4 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 11 de abril de 2021
  6. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). «Áreas Urbanas no Brasil em 2015». Consultado em 11 de abril de 2021. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2025
  7. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019
  8. Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 11 de abril de 2021. Arquivado do original (PDF) em 8 de julho de 2014
  9. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2018). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2018». Consultado em 11 de abril de 2021. Cópia arquivada em 11 de abril de 2021
  10. cidades.ibge.gov.br https://cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/mateus-leme/panorama. Consultado em 21 de maio de 2026. Cópia arquivada em 25 de outubro de 2023 Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  11. «governo do estado de minas gerais - Agencia RMBH -» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 23 de março de 2025
  12. «Revisão do Plano Diretor - MATEUS LEME - RMBH». www.rmbh.org.br. Consultado em 21 de maio de 2026. Cópia arquivada em 30 de junho de 2025
  13. «Mateus Leme - MINASplay». minasplay.com. Consultado em 21 de maio de 2026. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2026
  14. 1 2 «IBGE | Biblioteca». IBGE | Biblioteca. Consultado em 21 de maio de 2026
  15. «História - Prefeitura de Mateus Leme». www.mateusleme.mg.gov.br. 22 de agosto de 2025. Consultado em 21 de maio de 2026. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2026
  16. Gerais, Assembleia Legislativa de Minas (14 de setembro de 1891). «Lei nº 2, de 14/09/1891 - Assembleia Legislativa de Minas Gerais». Portal da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Consultado em 21 de maio de 2026. Cópia arquivada em 3 de abril de 2025
  17. Gerais, Assembleia Legislativa de Minas (27 de abril de 1992). «Lei nº 10.704, de 27/04/1992 - Assembleia Legislativa de Minas Gerais». Portal da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Consultado em 21 de maio de 2026. Cópia arquivada em 5 de março de 2026
  18. 1 2 «Carta do Brasil - Igarapé - MG - SF-23-X-A-II-1». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. 13 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 3 de dezembro de 2025
  19. «Informações do Município - Mateus Leme - MG». Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais - INDI. 13 de outubro de 2016. Consultado em 14 de outubro de 2016. Arquivado do original em 18 de outubro de 2016
  20. «Exploração do minério de ferro em Serra Azul (MG) requer gestão ambiental eficiente». Centro de Tecnologia Mineral - CETEM. 26 de julho de 2012. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2025
  21. 1 2 «Carta do Brasil - Esmeraldas - MG - SE-23-Z-C-V-3». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. 13 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2025
  22. 1 2 «Radar Meteorológico». Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG. Consultado em 9 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de agosto de 2020
  23. Valquiria Lopes (11 de outubro de 2013). «Cidades desprezam radar meteorológico instalado em Mateus Leme, na Grande BH». Estado de Minas. Consultado em 10 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 21 de fevereiro de 2025
  24. «Radar Meteorológico». Sistema de Meteorologia e Recursos Hídricos de Minas Gerais - SIMGE. Consultado em 10 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 10 de maio de 2020
  25. «SALA DE SITUAÇÃO DE EVENTOS HIDROMETEOROLÓGICOS CRÍTICOS DE MINAS GERAIS» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 19 de janeiro de 2026
  26. «PLANO DIRETOR 2024-2027 - CEMADEN / Portal Gov.br» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 13 de abril de 2025
  27. «Unidade de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos do Rio Paraopeba - SF3» (PDF). Instituto Mineiro de Gestão das Águas - IGAM. 13 de outubro de 2012. Cópia arquivada (PDF) em 20 de outubro de 2022
  28. «APE Manancial Serra Azul». Companhia de Saneamento de Minas Gerais – COPASA. 29 de setembro de 2016. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2019
  29. «Parecer Único SUPRAM CM n.º 238/2010» (PDF). Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – SEMAD. 18 de junho de 2010. Consultado em 14 de outubro de 2016. Arquivado do original (PDF) em 2 de outubro de 2016
  30. «Mateus Leme -- Estações Ferroviárias do Estado de Minas Gerais». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 29 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2026
  31. «GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS - Diretoria de Análise - SEMAD»
  32. «Informações Básicas». www.mateusleme.mg.gov.br. Consultado em 29 de setembro de 2020
  33. Despacho, Prefeitura Municipal de Bom. «Prefeitura de Bom Despacho - Página 52». Consultado em 21 de maio de 2026
  34. «Sistema Nacional de Unidades de Conservação». Cópia arquivada em 25 de outubro de 2020
  35. Ideias, Haja. «Estação de Memórias». Estação de Memórias Matheus Leme. Consultado em 21 de maio de 2026. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2026
  36. 1 2 Social, Jornal (20 de dezembro de 2024). «Mateus Leme, 86 anos de história». Jornal Social. Consultado em 21 de maio de 2026
  37. Gerais, Portal Minas. «Portal Minas Gerais». Portal Minas Gerais. Consultado em 23 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 21 de fevereiro de 2025

Ligações externas

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