Esporte Clube Vitória
O Esporte Clube Vitória (acrônimo: ECV) é um clube de futebol sediado em Salvador, capital do estado da Bahia. Fundado em 13 de maio de 1899, sob a denominação Club de Cricket Victoria, constitui-se como o clube mais antigo da região Nordeste e figura entre os mais longevos do país.[9] Destaca-se, ainda, por ter sido o primeiro clube social brasileiro constituído integralmente por nacionais, além de integrar o grupo de fundadores da Liga Baiana de Sports Terrestres, entidade responsável pela organização da primeira edição do Campeonato Baiano de Futebol.[10]
| Nome | Esporte Clube Vitória | |||
| Alcunhas | Rubro-negro Baiano[1] Leão da Barra[1] Nêgo[1] Fábrica de Talentos[2] | |||
| Torcedor(a)/Adepto(a) | rubro-negro[3] leonino[3] | |||
| Mascote | leão | |||
| Principal rival | Bahia[4] | |||
| Fundação | 13 de maio de 1899 (127 anos) | |||
| Estádio | Manoel Barradas[5] | |||
| Capacidade | 30 793[5] | |||
| Localização | Salvador, Bahia | |||
| Presidente | Fábio Mota[6] | |||
| Treinador(a) | Jair Ventura[7] | |||
| Competição | Campeonato Baiano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Copa do Nordeste | |||
| Ranking nacional | 20.º lugar, com 7 205 pontos[8] | |||
| Website | ecvitoria | |||
|
| ||||
O clube conquistou o primeiro título, correspondente à primeira edição do campeonato estadual, em 1908. Desde então, acumula 30 conquistas dessa competição, posicionando-se como o segundo com o maior número de títulos na história do torneio.[11] No âmbito regional, obteve cinco títulos da Copa do Nordeste, quantidade que lhe confere o status de maior campeão da competição junto a seu principal rival, o Bahia.[12] Em 2023, o clube conquistou seu primeiro título nacional ao vencer a segunda divisão, o que lhe conferiu o status de 72.ª equipe na história do futebol brasileiro a alcançar a conquista de um título nacional.[13]
Em contraste, o Vitória figura entre os clubes brasileiros com o maior número de rebaixamentos, totalizando seis quedas: quatro para a segunda divisão e duas para a terceira. Esse número posiciona o clube na segunda colocação do ranking, ao lado de outras agremiações, ficando atrás apenas do ABC, do Rio Grande do Norte.[14]
História
1899–1908: Fundação
Fundado em 13 de maio de 1899 como agremiação dedicada ao críquete, o Esporte Clube Vitória teve origem na iniciativa de dezenove jovens residentes no bairro homônimo, em Salvador, com a finalidade de praticar uma modalidade até então restrita à comunidade inglesa.[16][17] A reunião inaugural, inicialmente agendada para seis dias antes, foi adiada em razão das condições climáticas adversas, sendo posteriormente realizada na residência dos irmãos Arthêmio e Arthur Valente.[16][17][18] Na ocasião, estabeleceu-se a primeira denominação da agremiação: Club de Cricket Victoria.[19]
Em outubro de 1901, José Ferreira Júnior, conhecido como Zuza, regressou da Inglaterra trazendo consigo uma bola de futebol e um compêndio de regras, o que possibilitou a realização da primeira partida informal registrada em Salvador.[16][17] No ano subsequente, houve ampliação das atividades, com a inclusão de modalidades como futebol, atletismo, natação e remo. Em decorrência dessa diversificação, adotou-se a designação Sport Club Victoria, bem como as cores preta e vermelha como oficiais.[16][17] Ainda nesse período, os remadores ganharam notoriedade ao realizarem a travessia entre os portos da Barra e dos Tainheiros, em Itapagipe, fato que deu origem ao epíteto Leão da Barra.[17]
O primeiro confronto futebolístico diante do International Sport Club, composto por tripulantes ingleses, ocorreu em 22 de maio de 1901.[20][21] Entretanto, o clube considera oficialmente como partida inaugural aquela disputada contra o São Paulo Bahia Football Club, em 13 de setembro de 1902.[16] Em 1905, participou da fundação da Liga Baiana de Sports Terrestres, ao lado de São Paulo, Sport Club Bahiano e Clube Internacional de Críquete, entidade responsável pela organização da primeira edição do Campeonato Baiano de Futebol, na qual obteve sua primeira vitória oficial em 30 de abril. O primeiro título na modalidade foi conquistado em 1908, sendo reiterado no ano seguinte.[16] Em 1946, adotou a denominação contemporânea.[22]
1953–1966
Entre 1910 e 1940, manteve-se inserido no contexto do futebol amador, período marcado por interrupções nas atividades e reduzida obtenção de títulos.[17][18][23] A profissionalização teve início em 1953, durante a presidência de Luiz Martins Catharino Gordilho, passando a atuar no estádio Octávio Mangabeira, conhecido como Fonte Nova. Em março de 1954, conquistou o campeonato estadual referente ao ano anterior ao derrotar o Botafogo Sport Club por 3–0, repetindo o feito em 1955 e 1957.[17][23]
No início da década de 1960, foram realizadas as primeiras excursões internacionais, com partidas disputadas na Alemanha e na Bulgária.[24] Após o retorno, passou por um novo período de escassez de conquistas, interrompido apenas pelo bicampeonato baiano de 1965 e 1966, cujos resultados tiveram repercussão limitada em razão de divergências com a federação local e veículos de comunicação.[17]
1972–1976
Em 1972, ocorreu a primeira participação do Vitória no Campeonato Brasileiro,[25] encerrada na 20.ª posição, com campanha composta por seis vitórias, dez empates e nove derrotas, sem classificação à fase seguinte.[26] Na competição, destacou-se o atacante Osni Lopes, agraciado com a Bola de Prata.[27] Em 1976, conquistou o Torneio José Américo de Almeida Filho, o que motivou a solicitação de reconhecimento oficial da competição como equivalente à Copa do Nordeste, pleito que não obteve manifestação da Confederação Brasileira, embora registros documentais tenham mencionado tal equivalência em autodeclarações.[28][29]
Década de 1980
A década de 1980 foi marcada por acontecimentos institucionais relevantes. Em 1.º de agosto de 1985, lançou-se o novo hino oficial, de autoria de Walter Queiroz Júnior, encerrando a campanha "Este hino vai levantar o Estádio", destinada à arrecadação de recursos para a conclusão do Estádio Manoel Barradas.[16] A inauguração oficial ocorreu em 11 de novembro de 1986, durante amistoso contra o Santos, finalizado em empate por 1–1, sendo o primeiro gol marcado por Dino, atleta da equipe visitante.[30] Nos anos iniciais, entretanto, a utilização da praça esportiva foi limitada em virtude de obras, consolidando-se apenas com a instalação do sistema de iluminação em 1994.[16]
Década de 1990
Em 1991, sob a presidência de Paulo Carneiro, promoveu-se o fortalecimento das categorias de base, medida considerada essencial para a projeção no cenário nacional.[31] Como resultado, em 1993, alcançou-se a final do Campeonato Brasileiro, com significativa participação de atletas formados internamente,[31][32] embora o título tenha sido conquistado pelo Palmeiras.[33] Ainda assim, obteve-se expressivo desempenho em competições estaduais, com cinco títulos baianos, incluindo um tricampeonato consecutivo entre 1995 e 1997, além de duas conquistas da Copa do Nordeste.[34][35]
Década de 2000
A década de 2000 iniciou-se com a manutenção de resultados positivos, incluindo títulos estaduais e uma conquista da Copa do Nordeste.[36] Contudo, em 2004, apesar do bom desempenho estadual, a campanha no Campeonato Brasileiro resultou em rebaixamento à segunda divisão.[37] No ano seguinte, ocorreu novo descenso, desta vez para a terceira divisão nacional.[38] Não obstante, a permanência nas divisões inferiores foi breve, com a obtenção de dois acessos consecutivos, culminando no retorno à elite em 2008.[39] Campanhas intermediárias na principal competição nacional garantiram participação na Copa Sul-Americana em 2009 e 2010.[40]
Década de 2010
Em 2010, alcançou-se a final da Copa do Brasil, sendo superado pelo Santos,[41] além da conquista da Copa do Nordeste com equipe alternativa,[42] decisão influenciada pela proximidade de confronto decisivo pelo Campeonato Brasileiro. Ainda assim, o desfecho da competição nacional resultou em rebaixamento à Série B.[43] A permanência na segunda divisão estendeu-se por duas temporadas, com retorno à elite em 2012, após alcançar a quarta colocação.[44] No ano seguinte, conquistou-se o título estadual com vitórias expressivas sobre o Bahia, incluindo uma goleada por 5–1 na inauguração da Arena Fonte Nova[45] e triunfo por 7–3 na partida de ida.[16] Ainda em 2013, obteve-se a quinta colocação no Campeonato Brasileiro, com 59 pontos, desempenho que, à época, representou a melhor campanha de um clube nordestino na competição.[18]
Todavia, tal desempenho não se repetiu em 2014, culminando em novo rebaixamento.[43] A recuperação ocorreu em 2015, com o acesso assegurado antes do término da competição.[44] Entretanto, em 2018, voltou a ser rebaixado, após ter evitado a queda na temporada anterior.[43]
Década de 2020
Em 2021, após três anos consecutivos na segunda divisão, o Vitória foi rebaixado para a terceira divisão, fato consumado com a derrota por 1–0 para o Vila Nova, de Goiás, na última rodada.[46] Esse revés também marcou o fim de uma temporada em que a equipe anotou 66 gols em 66 partidas, o que resultou no segundo pior desempenho ofensivo da história do clube no século XXI.[47] No ano seguinte, a equipe assegurou novamente o acesso, encerrando a competição na quarta colocação da classificação geral da terceira divisão.[48] Em 2023, a instituição conquistou seu primeiro título nacional, ao sagrar-se campeã da segunda divisão, somando 72 pontos, fruto de 22 vitórias, 6 empates e 10 derrotas.[49]
Estrutura

Fundado em 13 de maio de 1899, o Vitória teve origem como clube de críquete, alcançando a profissionalização apenas em 1953. À época, as partidas eram disputadas no estádio Octávio Mangabeira, a antiga Fonte Nova, enquanto os treinamentos ocorriam no Campo da Graça, com sede social estabelecida na orla de Salvador.[50]
Em 11 de novembro de 1986, procedeu-se à inauguração do Estádio Manoel Barradas, erguido em terreno doado por Clériston Andrade, então prefeito do município, situado no bairro de Canabrava.[51] A solenidade ocorreu durante a gestão do presidente José Rocha, tendo sido o equipamento posteriormente ampliado na administração de Paulo Carneiro, ocasião em que se implantou o sistema de iluminação.[52] Em 2024, foi expedido pelo Corpo de Bombeiros e pela Polícia Militar laudo autorizando a ampliação da capacidade do estádio para 30 793 pessoas.[5]
Uma década antes, em 1970, o clube construiu o Complexo Esportivo Benedito Dourado da Luz, conhecido como Toca do Leão, em terreno pertencente à família Paiva Lima, também localizado no bairro de Canabrava. O complexo é composto pelo Estádio Manoel Barradas, pelo Centro de Treinamento Manoel Pontes Tanajura e pelas concentrações Vidigal Guimarães e Raimundo Rocha Pires.[53]
Símbolos
Escudos


O primeiro registro do escudo do Vitória remonta a 1905, tendo sido identificado em uma medalha de remo. De caráter náutico, incorporavam-se a ele elementos oriundos do críquete, como a raquete e a bola, além da data de fundação da agremiação. O modelo então utilizado apresentava semelhanças com o escudo contemporâneo do Corinthians, bem como com o primeiro distintivo do Sport, o que suscitou debates acerca da primazia histórica entre tais símbolos. Ainda assim, tais referências podem ser associadas a marcas de empresas de comércio marítimo e a instituições de ensino comercial então existentes no estado da Bahia.[54]
Em 1906, o programa de regatas da Taça Olga, elaborado pela própria instituição, passou a apresentar um escudo de natureza náutica em formato circular, no qual constavam o nome do clube à época e diversos elementos adicionais, incluindo a inscrição "Bahia" na parte inferior. Tal referência possivelmente decorre da intenção, manifestada em 1899, de que a agremiação fosse fundada sob a denominação de "Club de Cricket Bahiano". No mesmo documento, registra-se ainda outro distintivo: um brasão nas cores vermelha e preta, em formato heráldico, contendo ao centro um monograma formado pelas iniciais da entidade.[54]
Admite-se que essas versões iniciais tenham sido empregadas apenas em ocasiões específicas, sem que houvesse adoção definitiva como símbolo oficial. Em algumas representações, também foram registrados escudos de fundo azul, em homenagem às equipes de remo. De modo geral, predominou a variação em torno de uma concepção náutica, com referências a modalidades terrestres inseridas em seu núcleo. A reformulação definitiva do escudo náutico ocorreria apenas em 1999, por ocasião do centenário da instituição.[54]
O escudo tradicional, inspirado na heráldica medieval suíça, com fundo preto e monograma "SCV" em branco, entrelaçado e sobreposto, teve seu primeiro registro em 1934. Sua adoção, entretanto, não implicou a extinção completa do brasão náutico, o qual permaneceu em uso em diferentes modalidades esportivas do clube, especialmente no basquetebol, ao longo da década de 1940.[55]
Na segunda metade da década de 1940, a versão adaptada do escudo, associada ao nome atual da instituição, passou a ganhar maior difusão, o que contribuiu para alterações no design do emblema, aproximando-o do modelo contemporâneo. A partir desse período, passaram a ser introduzidas apenas modificações pontuais no distintivo.[55]
Cores
Inicialmente, ainda sob a denominação de Club de Cricket Victoria, chegou-se a cogitar a adoção das cores verde e amarelo. Contudo, por razões de ordem prática — sobretudo a dificuldade de obtenção de tecidos nessas tonalidades — optou-se pelo preto e branco. Em momento posterior, o branco foi substituído pelo vermelho, consolidando-se o rubro-negro como padrão cromático oficial, por sugestão de César Godinho Spínola, a quem se atribui a iniciativa de propor a criação do departamento náutico da agremiação.[16]
Uniformes
O primeiro registro de representação do Vitória data de 1903, quando da publicação de seu estatuto pela Litho-Typographia Almeida. Na ocasião, foi descrita a composição do uniforme inaugural: casquette (espécie de boina francesa) preta com monograma vermelho (iniciais "SCV" estilizadas e entrelaçadas), camisa listrada em preto e vermelho, cinto e sapatos brancos — estes últimos dotados de solas de borracha —, além de meias e calções pretos.[54] Com o processo de profissionalização do futebol, as camisas passaram a apresentar listras verticais, padrão mantido até a década de 1970, quando se adotaram as faixas horizontais.[56]
Hinos
O primeiro hino do Vitória, intitulado "Mostra o Teu Valor", foi composto na segunda metade da década de 1950 por Vivaldo Souza e Albino Castro, este último posteriormente eleito presidente da instituição em 1969. A obra reunia versos de exaltação e apoio à agremiação, embora não tenha obtido consenso entre os torcedores.[57]
Diante disso, cerca de três décadas mais tarde, o então presidente Raimundo Rocha Pires incumbiu o músico baiano Walter Queiroz da elaboração de um novo hino. Em 1985, já sob a gestão de José Rocha, a canção “Leão da Barra” foi oficializada como hino da entidade. Seu lançamento ocorreu por meio de um disco compacto de vinil, com o objetivo de angariar recursos destinados à construção do parque poliesportivo do clube, área onde atualmente se situam o Barradão e os campos anexos de treinamento.[57]
Mascote
O denominado leão imperial, criação do publicitário Nizan Guanaes, tornou-se o mascote do clube e, posteriormente, foi batizado como Lelê Leão, tendo seu desenho sido elaborado por Ziraldo.[22]
Torcida

Conforme estudos realizados em 2025, a torcida do Vitória representa aproximadamente 1% dos resultados, com variações mínimas, para mais ou para menos, dependendo da metodologia aplicada ou da margem de erro.[58][59] Em termos absolutos, o número de torcedores situa-se entre 2 e 2,5 milhões.[60][61] A torcida organizada Os Imbatíveis, fundada em 20 de outubro de 1997, é a maior do clube, superando outras como a Camisa 12 e a Viloucura. Juntas, essas três organizações constituem as principais torcidas do Vitória.[61]
Entre os torcedores mais conhecidos do clube, destacam-se as cantoras Daniela Mercury e Ivete Sangalo, os cantores Leo Santana, Durval Lélys, Tatau, Dan Miranda e Compadre Washington, além dos atores Wagner Moura e Lázaro Ramos, do pugilista Popó, e dos políticos Bruno Reis e Jerônimo Rodrigues.[22]
Futebolistas
Elenco atual
Última atualização: 18 de julho de 2025.[62][63]
| Elenco atual do Vitória. | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Pos. | Nome | N.º | Pos. | Nome | N.º | Pos. | Nome | |
| 1 | G | Lucas Arcanjo | 19 | A | Kike Saverio | 62 | M | Pablo | |
| 2 | Z | Emanuel Brítez | 20 | M | Lucas Silva | 71 | G | Yuri Sena | |
| 4 | Z | Camutanga | 21 | V | Dudu | 70 | LD | Fabiano Souza | |
| 5 | Z | Riccieli | 22 | G | Gabriel | 79 | A | Renato Kayzer | |
| 7 | A | Marinho | 23 | A | Fabri | 83 | LE | Jamerson | |
| 8 | V | Tomás Pochettino | 25 | M | Carlos de Menezes Júnior | 95 | V | Caíque Gonçalves | |
| 9 | A | Pedro Henrique | 28 | A | Anderson Pato | 98 | LD | Matheusinho | |
| 10 | M | Matheuzinho | 32 | M | Emmanuel Martínez | ||||
| 11 | A | Osvaldo | 33 | A | Erick | ||||
| 12 | A | Diego Tarzia | 35 | G | Fintelman | ||||
| 13 | LE | Ramon | 36 | LE | Luan Cândido | ||||
| 15 | V | Walace | 44 | V | Gabriel Baralhas | ||||
| 16 | V | Rúben Ismael | 45 | LD | Nathan Mendes | ||||
Rivalidades
A primeira rivalidade do Vitória surgiu com o São Salvador, clube poliesportivo que, no início do século XX, era uma das principais forças do futebol baiano. O confronto entre as equipes ficou conhecido como Ajuste de Contas.[64] Contudo, a maior rivalidade é com o Bahia, com quem disputa o clássico Ba-Vi, iniciado em 10 de abril de 1932, durante o Torneio Início, uma competição que marcava a estreia das equipes na temporada.[65] A partida terminou com vitória do Bahia por 3–0, sendo que, devido às particularidades do torneio, teve apenas 20 minutos de duração.[66][67] Desde então, o confronto passou a ser um dos maiores clássicos do futebol brasileiro,[68][69] tendo sido classificado pela revista inglesa FourFourTwo em 2016 como a 42ª maior rivalidade do mundo.[70] No dia 1.º de fevereiro de 2025, as equipes se enfrentaram pela 500ª vez, em jogo válido pelo campeonato estadual.[71]
Títulos
Com a conquista do título estadual em 2024, o Vitória alcançou seu 30.º Campeonato Baiano, consolidando-se como o segundo maior campeão da competição.[72] No cenário regional, o clube soma cinco títulos da Copa do Nordeste, recorde compartilhado com o seu maior rival,[12] além de uma edição do Torneio José Américo de Almeida Filho, competição organizada pela Federação Paraibana.[73] O clube busca o reconhecimento desse título como uma edição oficial da Copa do Nordeste, aguardando resposta da Confederação Brasileira sobre o pedido.[73] O título nacional mais significativo foi o da Série B do Campeonato Brasileiro em 2023, que conferiu ao Vitória o status de 72.ª equipe na história do futebol brasileiro a conquistar um título nacional, feito até então inédito para o clube.[13]
| Nacionais | |||
|---|---|---|---|
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Brasileiro - Série B | 1 | 2023[74] | |
| Regionais | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Copa do Nordeste | 5 | 1997,[36] 1999,[36] 2003,[36] 2010[36] e 2026[75] | |
| Torneio José Américo de Almeida Filho | 1 | 1976[76] | |
| Estaduais | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Campeonato Baiano | 30 | 1908,[77] 1909,[77] 1953,[77] 1955,[77] 1957,[77] 1964,[77] 1965,[77] 1972,[77] 1980,[77] 1985,[77] 1989,[77] 1990,[77] 1992,[77] 1995,[77] 1996,[77] 1997,[77] 1999,[77] 2000,[77] 2002,[77] 2003,[77] 2004,[77] 2005,[77] 2007,[77] 2008,[77] 2009,[77] 2010,[77] 2013,[77] 2016,[77] 2017[77] e 2024[77] | |
Categorias de base
Durante a década de 1990, o Vitória consolidou suas categorias de base e assumiu posição de destaque entre os clubes pioneiros do futebol brasileiro na priorização da formação de atletas profissionais.[31][32] O processo, posteriormente denominado "Fábrica de Talentos",[31][32] iniciou-se com a contratação de Newton Motta, oriundo do Bahia. Mesmo diante das limitações financeiras existentes à época, foram implementadas medidas estratégicas voltadas à qualificação das atividades em campo e ao aumento do rigor nos critérios de formação de jogadores. Os primeiros resultados concretos tornaram-se evidentes na final do Campeonato Brasileiro de 1993, quando cinco dos onze titulares da equipe principal haviam sido formados nas divisões de base.[31][32]
Entre 1995 e 2000, viveu-se o período de maior êxito esportivo das categorias de base, marcado pela conquista de 21 títulos internacionais.[78] Além dos resultados obtidos em campo, o projeto proporcionou expressivo retorno financeiro, possibilitando novos investimentos e a manutenção de benefícios que se estenderam até a década de 2010.[31] Nesse contexto, foram revelados diversos atletas, entre eles os futuros campeões mundiais Dida, Júnior Nagata e Vampeta. Ao lado do São Paulo, destacou-se como o clube que mais formou jogadores integrantes da Seleção Brasileira campeã do pentacampeonato mundial.[31]
Na década de 2010, a instituição enfrentou grave crise política, responsável por sucessivos rebaixamentos e pela significativa redução do orçamento destinado ao futebol. Tal cenário impactou diretamente o trabalho de formação de atletas, comprometendo inclusive a infraestrutura física disponível. Em 2021, o então presidente Fábio Mota afirmou que as categorias de base se encontravam em situação precária, sem camas, aparelhos de ar-condicionado, alimentação adequada e bolsas-auxílio destinadas aos jovens atletas.[79] Apesar das dificuldades, ainda foram alcançadas conquistas relevantes nas divisões inferiores, com os títulos da primeira edição da Copa do Brasil Sub-20, em 2012, e da Copa do Brasil Sub-17, em 2015.[79]
Referências
- 1 2 3 Amanda Sayuri Gushiken (15 de maio de 2024). «História do Esporte Clube Vitória: conheça a origem do clube». Sportingbet. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2025
- ↑ «Fábrica de Talentos: Mais uma vez a base para ajudar o Vitória». AB Notícia News. 3 de janeiro de 2022. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2022
- 1 2 Pedro Werner (3 de fevereiro de 2011). «Nossa torcida mostra o lado rubro-negro da força». GloboEsporte.com. Consultado em 2 de maio de 2026. Arquivado do original em 12 de maio de 2014
- ↑ «Leão e Esquadrão se cruzam no clássico BaVi do Brasileirão». iBahia. 11 de maio de 2014. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 2 de maio de 2026
- 1 2 3 Alex Torres (16 de fevereiro de 2024). «Barradão tem capacidade aumentada após vistoria do Corpo de Bombeiros; confira». BNews. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2024
- ↑ Rafael Teles (13 de dezembro de 2025). «Fábio Mota é reeleito presidente do Vitória com 85,95% dos votos». ge. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2026
- ↑ Gabriel Teles (24 de setembro de 2025). «Vitória anuncia Jair Ventura como novo treinador». CNN Brasil. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2025
- ↑ «Ranking Nacional dos Clubes 2026» (PDF). Confederação Brasileira de Futebol. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 24 de abril de 2026
- ↑ «Vitória celebra 123 anos de fundação». Federação Bahiana de Futebol. 13 de maio de 2022. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 2 de maio de 2026
- ↑ «História do Vitória». Gazeta Esportiva. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 27 de abril de 2012
- ↑ Lorenzo Meyer (7 de março de 2026). «Campeonato Baiano: maiores campeões e curiosidades do torneio». Olympics. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 2 de maio de 2026
- 1 2 «Vitória chega ao quinto título da Copa do Nordeste e iguala o Bahia como maior campeão; veja lista». Salvador: GE. 6 de junho de 2026
- 1 2 Rafael Teles (14 de novembro de 2023). «Vitória é 72º clube do futebol brasileiro a ser campeão nacional; veja a lista de todas as divisões». ge. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 4 de maio de 2025
- ↑ Daniel Leal; João de Andrade Neto (8 de dezembro de 2025). «Ranking do rebaixamento: veja a lista com todas as 273 quedas nos Brasileiros do Século 21». ge. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2026
- ↑ Vítor Villar (29 de março de 2021). «Do remo ao futebol, Vitória lançou federações de diversos esportes na Bahia». Correio. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 «História do Vitória». Esporte Clube Vitória. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 15 de agosto de 2024
- 1 2 3 4 5 6 7 8 Daniela Leone (13 de maio de 2020). «Em meio à pandemia, Vitória completa 121 anos de história». Correio. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
- 1 2 3 Matheus Caldas (13 de maio de 2017). «Esporte Clube Vitória completa 118 anos de fundação neste sábado». Bahia Notícias. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
- ↑ «Vitória completa 125 anos de fundação». Federação Bahiana de Futebol. 13 de maio de 2024. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
- ↑ «Em meio à pandemia, Vitória completa 121 anos de fundação». GloboEsporte.com. 13 de maio de 2020. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
- ↑ «Geilson parabeniza o Esporte Clube Vitória». Assembleia Legislativa da Bahia. 27 de maio de 2013. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
- 1 2 3 Vitoria Correa (8 de agosto de 2024). «De Ivete a Wagner Moura: saiba quem são os principais torcedores famosos do Vitória». Sportingbet. Consultado em 3 de maio de 2026. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2025
- 1 2 «1953… a profissionalização e a quebra do jejum». OneFootball. 18 de novembro de 2019. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
- ↑ Milton Filho (16 de novembro de 2020). «1960… o Vitória vai à Europa». Consultado em 29 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2025
- ↑ Daniela Leone (25 de abril de 2022). «Decepção histórica: Vitória tem seu pior início em todas as edições do Brasileiro». Correio. Consultado em 29 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2025
- ↑ «Campeonato Brasileiro 1972». Futpédia. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Arquivado do original em 2 de maio de 2012
- ↑ Jean Santos; Ricardo Spinelli; Vinicius Garcia (3 de dezembro de 2024). «Bola de Prata 1972: como ficou a seleção do Campeonato Brasileiro». ESPN Brasil. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 13 de dezembro de 2024
- ↑ Daniel Genonadio (4 de setembro de 2025). «Com título do Nordestão nas mãos do Bahia, Vitória reivindica penta não reconhecido». A Tarde. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2025
- ↑ Cássio Zirpoli (12 de fevereiro de 2016). «Os campeões do Nordeste e a antiga discussão sobre a chancela dos títulos». Diario de Pernambuco. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2016
- ↑ Adilson Barros (4 de agosto de 2010). «Autor do primeiro gol do Barradão dá dicas para os Meninos da Vila». GloboEsporte.com. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2025
- 1 2 3 4 5 6 7 Rafael Teles (2 de julho de 2025). «Fábrica de Talentos parte 1: como o Vitória virou referência na base e formou campeões mundiais». ge. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 7 de julho de 2025
- 1 2 3 4 Vitor Villar (14 de maio de 2019). «A Fábrica de Talentos: como o Vitória virou uma potência da base?». Correio. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2024
- ↑ Nuno Krause (14 de novembro de 2023). «Acabou a espera! Vitória conquista o primeiro título nacional de sua história». Bahia Notícias. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 15 de novembro de 2023
- ↑ José Pacheco (16 de junho de 1997). «Vitória perde, mas conquista tri inédito». Folha de S.Paulo. Consultado em 10 de março de 2026. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
- ↑ Vítor Villar (17 de maio de 2019). «Rei do Nordeste: relembre os quatro títulos regionais do Vitória». Correio. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
- 1 2 3 4 5 «Vitória é campeão da Série B, primeiro título nacional do clube em 124 anos de história». Olympics. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2025
- ↑ «Vitória perde para Ponte e cai para a Segundona». UOL. 19 de dezembro de 2004. Consultado em 2 de maio de 2026. Arquivado do original em 23 de setembro de 2019
- ↑ «Vitória só empata com a Lusa e cai para a Série C». UOL. 10 de setembro de 2005. Consultado em 2 de maio de 2026. Arquivado do original em 2 de maio de 2026
- ↑ «Vitória repete dobradinha de 2006/07 e se firma como 'rei do acesso'». Massa. 13 de novembro de 2023. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 2 de maio de 2026
- ↑ Alan Pinheiro (27 de dezembro de 2024). «Relembre todas as campanhas do Vitória na Copa Sul-Americana». Correio. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 24 de maio de 2025
- ↑ Thiago Fernandes (5 de agosto de 2010). «Torcida do Vitória faz bonita festa, mas é a do Santos que comemora». GloboEsporte.com. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2025
- ↑ «ABC perde título do Campeonato do Nordeste». Federação Norte-rio-grandense de Futebol. 2 de dezembro de 2010. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2025
- 1 2 3 Rafael Teles (1 de dezembro de 2021). «Relembre: Barradão foi palco de seis dos oito rebaixamentos do Vitória no Campeonato Brasileiro». ge. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 28 de novembro de 2022
- 1 2 Rafael Teles (12 de novembro de 2023). «Vaga na Série A coloca o Vitória como "rei do acesso" na era dos pontos corridos; veja todos». ge. Consultado em 14 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 25 de maio de 2024
- ↑ Raphael Carneiro (7 de abril de 2013). «Fonte Nova, filme velho: Vitória bate Bahia na reinauguração do estádio». GloboEsporte.com. Consultado em 14 de novembro de 2025. Arquivado do original em 1 de outubro de 2025
- ↑ «Vitória perde para o Vila Nova e cai para a Série C do Campeonato Brasileiro». ESPN. 28 de novembro de 2021. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2022
- ↑ «Vitória se despede da temporada 2021 com o segundo pior ataque do século: 66 gols marcados». ge. 30 de dezembro de 2021. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 30 de dezembro de 2021
- ↑ Lincoln Oriaj (12 de outubro de 2022). «Vitória coroa temporada 2022 com acesso, mas número de gols marcados é o mais baixo do século». ge. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2022
- ↑ Rafael Carmo; Tiago Lemos (11 de dezembro de 2023). «Campeão da Série B, Vitória fecha o ano com 55% de aproveitamento e Léo Gamalho como artilheiro». ge. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2023
- ↑ Rafael do Carmo (13 de maio de 2025). «Vitória 126 anos: veja como o Barradão mudou a história de um bairro periférico». Lance!. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2025
- ↑ Tácio Caldas; Alex Torres; Luiz Guilherme (11 de novembro de 2024). «Barradão completa 38 anos de inauguração e Vitória comemora nas redes sociais; relembre jogos históricos». BNews. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 8 de dezembro de 2024
- ↑ Vítor Villar (16 de maio de 2019). «Barradão: conheça como surgiu o maior artilheiro do Vitória». Correio. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 11 de abril de 2025
- ↑ Hugo Araújo (11 de novembro de 2024). «'Santuário' da torcida do Vitória, Barradão completa 38 anos». Bahia Notícias. Consultado em 2 de maio de 2026. Cópia arquivada em 2 de maio de 2026
- 1 2 3 4 Milton Filho (10 de maio de 2021). «Escudos do Vitória: os brasões náuticos». Arena Rubro-Negra. Consultado em 3 de maio de 2026. Cópia arquivada em 29 de março de 2025
- 1 2 Milton Filho (17 de maio de 2021). «Escudos do Vitória: os símbolos 'SCV'». Arena Rubro-Negra. Consultado em 3 de maio de 2026. Cópia arquivada em 3 de maio de 2026
- ↑ Diogo Lima (12 de maio de 2015). «Manto Rubro-Negro: a evolução dos uniformes do Vitória». Arena Rubro-Negra. Consultado em 3 de maio de 2026. Cópia arquivada em 3 de maio de 2026
- 1 2 Pedro Sarmento (27 de março de 2024). «Hino do Vitória: veja letra, origem e história da música». ge. Consultado em 3 de maio de 2026. Cópia arquivada em 3 de maio de 2026
- ↑ Karoline Calumbi (28 de julho de 2025). «Quais são as maiores torcidas do Brasil?»
. O Estado de S. Paulo. Consultado em 3 de maio de 2026. Cópia arquivada em 3 de maio de 2026 - ↑ Raphael Zarko (27 de junho de 2025). «Maiores torcidas do Brasil: pesquisa mostra Flamengo na ponta, e São Paulo abrindo vantagem sobre o Palmeiras». ge. Consultado em 3 de maio de 2026. Cópia arquivada em 27 de junho de 2025
- ↑ «Datafolha divulga novo ranking de torcedores; veja como está o Bahia». Esporte Clube Bahia. 26 de agosto de 2023. Consultado em 3 de maio de 2026. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2025
- 1 2 «AMOR ASSIM NUNCA SE VIU: AS TORCIDAS ORGANIZADAS DO VITÓRIA» (PDF). Universidade Federal da Bahia. pp. 1 e 4. Consultado em 3 de maio de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 6 de setembro de 2024
- ↑ «Elenco Profissional». Site oficial do Esporte Clube Vitória. Consultado em 18 de Julho de 2025
- ↑ «Vitória aposta em solução caseira pela sétima vez em 15 anos». ge. 4 de setembro de 2025. Consultado em 4 de setembro de 2025
- ↑ Leandro 2013, p. 15; Silva 2020, p. 23.
- ↑ Leandro 2013, p. 12; Silva 2020, p. 7.
- ↑ Silva 2020, p. 7.
- ↑ Rafael Carmo; Rafael Teles; Ruan Melo; Tiago Lemos (1 de fevereiro de 2025). «Ba-Vi: a história da rivalidade que chega ao 500º clássico». ge. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2025
- ↑ «Ba-Vi 500 de casa cheia! 45 mil ingressos já foram vendidos para Bahia x Vitória». Lance!. 31 de janeiro de 2025. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2025 – via O Tempo
- ↑ Bernardo Pombo (18 de outubro de 2016). «Ranking: com mesmo número de votos por estado, elegemos os 30 maiores clássicos do Brasil». GloboEsporte.com. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2021
- ↑ Edimário Duplat (26 de abril de 2016). «Revista inglesa elege o clássico Ba-Vi como o 42º derby do futebol mundial». Bahia Notícias. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2025
- ↑ Jonatans Cruz (1 de fevereiro de 2025). «Bahia e Vitória empatam no clássico número 500 da história». CNN Brasil. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2025
- ↑ Gabriel Teles (16 de março de 2025). «Bahia ou Vitória? Veja ranking dos maiores campeões do Campeonato Baiano». CNN Brasil. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 21 de abril de 2025
- 1 2 Theo Fernandes; Tiago Lemos (1 de junho de 2026). «Penta ou hexa? Entenda contagem de títulos do Vitória na Copa do Nordeste». Salvador: GE. Cópia arquivada em 3 de junho de 2026
- ↑ Luccas Oliveira (14 de novembro de 2023). «Vitória é campeão da Série B, primeiro título nacional do clube em 124 anos de história». CNN Brasil. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2025
- ↑ Victor Fardin (6 de junho de 2026). «Vitória derrota o Fortaleza e é pentacampeão da Copa do Nordeste». CNN Brasil. Cópia arquivada em 6 de junho de 2026
- ↑ «Náutico e Vitória solicitam à CBF unificação de títulos do Nordeste; veja lista com todas as conquistas». ge. 12 de maio de 2021. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 3 de julho de 2021
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 «Bahia ou Vitória, quem tem mais títulos no Campeonato Baiano?». Goal. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2025
- ↑ «Títulos do Vitória». Esporte Clube Vitória. Consultado em 21 de setembro de 2025. Arquivado do original em 23 de dezembro de 2010
- 1 2 Tiago Lemos (3 de julho de 2025). «Fábrica de Talentos parte 2: caos político faz Vitória viver decadência na base e ver talento minguar». ge. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2025
Bibliografia
- Lara Ferreira Araújo Silva (2020). «Leão de aço: A história do clássico baiano» (PDF). Universidade Federal da Bahia. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 10 de setembro de 2024
- Paulo Roberto Leandro (26 de fevereiro de 2013). «Ba-Vi: Da assistência à torcida: a metamorfose nas páginas esportivas» (PDF). Universidade Federal da Bahia. Consultado em 21 de setembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 13 de outubro de 2023