Campeonato Europeu de Futebol

campeonato de futebol entre seleções europeias

O Campeonato Europeu de Futebol da UEFA,[1] menos formalmente designado Campeonato Europeu e informalmente conhecido como Euro ou Eurocopa,[2][3] é a principal competição de futebol organizada pela UEFA. A prova é disputada pelas seleções nacionais masculinas principais das associações membros e determina o campeão continental da Europa.[4][5] É o segundo torneio de futebol mais visto do mundo, depois do Campeonato do Mundo da FIFA. Originalmente, chamava-se Copa das Nações Europeias, tendo adotado a designação atual em 1968.

Campeonato Europeu de Futebol
O Troféu Henri Delaunay, atribuído ao vencedor do Campeonato Europeu da UEFA
Dados gerais
OrganizaçãoUEFA
Edições17
Número de equipes24
SistemaGrupos e eliminatórias
Dados históricos
Ascensão e descenso
Estatísticas
  • Total de gol(o)s829
    Total de jogos337
    Média2,46 golos por partida
Edição atual
Campeonato Europeu de Futebol da UEFA
Competições

A competição realiza-se, em geral, de quatro em quatro anos, estando programada para os anos pares situados entre as edições do Campeonato do Mundo da FIFA. Alterna num ciclo de dois anos com a Liga das Nações da UEFA. Antes de entrarem no torneio, todas as seleções, com exceção das dos países anfitriões, que se qualificam automaticamente, disputam uma fase de qualificação. A partir da edição de 2020, o vencedor participa na Copa dos Campeões CONMEBOL–UEFA.

As dezassete edições do Campeonato Europeu foram conquistadas por dez seleções nacionais: a Espanha venceu quatro títulos; a Alemanha, três; a Itália e a França, dois cada; e a União Soviética, a Checoslováquia, os Países Baixos, a Dinamarca, a Grécia e Portugal venceram um título cada. Até à data, a Espanha é a única seleção que conquistou títulos consecutivos, tendo-o feito em 2008 e 2012.

História

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Início (1960–1976)

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Antes do aparecimento de uma verdadeira competição pan-europeia, já existiam torneios regionais para seleções nacionais. A partir de 1883, o British Home Championship foi uma competição anual disputada pelas quatro seleções nacionais do Reino Unido: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda. Até estas seleções participarem no Campeonato do Mundo da FIFA, em 1950, este foi o torneio internacional mais importante em que competiam. Do mesmo modo, entre 1927 e 1960, a Copa Internacional da Europa Central foi disputada por seis vezes. A competição reuniu as seleções nacionais da Áustria, Hungria, Itália, Checoslováquia, Suíça e Jugoslávia. A ideia de um torneio pan-europeu de futebol foi proposta pela primeira vez, em 1927, pelo secretário-geral da Federação Francesa de Futebol, Henri Delaunay, mas a competição só teve início em 1958, três anos após a morte de Delaunay.[6] Em sua homenagem, o troféu atribuído aos campeões recebeu o seu nome.[7] O torneio de 1960, realizado em França, contou com quatro equipas na fase final, entre as 17 que participaram na competição. Foi conquistado pela União Soviética, que derrotou a Jugoslávia por 2–1 numa final tensa, em Paris.[8] A Espanha retirou-se do seu encontro dos quartos de final contra a União Soviética devido a dois protestos políticos.[9] Entre as 17 equipas que participaram na fase de qualificação, destacaram-se as ausências da Inglaterra, dos Países Baixos, da Alemanha Ocidental e da Itália.[10]

A Espanha organizou o torneio seguinte, em 1964, no qual se registou um aumento do número de participantes na fase de qualificação, com 29 equipas inscritas;[11] a Alemanha Ocidental voltou a ser uma ausência notável, enquanto a Grécia se retirou após ter sido sorteada para defrontar a Albânia, país com o qual ainda se encontrava em guerra.[12] A seleção anfitriã derrotou a detentora do título, a União Soviética, por 2–1, no Estádio Santiago Bernabéu, em Madrid.[13]

O formato da competição manteve-se inalterado no torneio de 1968, organizado e conquistado pela Itália.[14][15] Pela primeira e única vez, um encontro foi decidido por cara ou coroa — a meia-final entre a Itália e a União Soviética —,[16] enquanto a final teve de ser repetida, depois de o encontro contra a Jugoslávia ter terminado empatado por 1–1.[17] A Itália venceu o jogo de repetição por 2–0.[18] Um maior número de equipas participou nesta edição — 31 —, demonstrando a crescente popularidade da competição.[19]

A Bélgica organizou o torneio de 1972, conquistado pela Alemanha Ocidental, que derrotou a União Soviética por 3–0 na final, com golos de Gerd Müller, por duas vezes, e Herbert Wimmer, no Estádio de Heysel, em Bruxelas.[20] Este torneio constituiu uma antevisão do que viria a acontecer, uma vez que a seleção principal alemã incluía muitos dos jogadores fundamentais da equipa que venceria o Campeonato do Mundo da FIFA de 1974.[21][22]

O torneio de 1976, realizado na Jugoslávia, foi o último em que apenas quatro equipas participaram na fase final e também o último em que o país anfitrião foi escolhido entre as quatro equipas qualificadas. A Checoslováquia derrotou a Alemanha Ocidental no recém-introduzido desempate por grandes penalidades. Após sete remates convertidos com sucesso, Uli Hoeneß falhou, deixando o checoslovaco Antonín Panenka com a oportunidade de marcar e conquistar o torneio. Uma cavadinha "audaciosa",[23] descrito pela UEFA como "talvez a grande penalidade mais famosa de todos os tempos", garantiu a vitória, com a Checoslováquia a vencer por 5–3 no desempate por grandes penalidades.[24]

Expansão para 8 equipas (1980–1992)

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A competição foi alargada para oito equipas no torneio de 1980, novamente organizado pela Itália. Passou a incluir uma fase de grupos, com os vencedores de cada grupo a disputarem a final e os segundos classificados a jogarem o encontro de atribuição do terceiro lugar.[25] A Alemanha Ocidental conquistou o seu segundo título europeu ao derrotar a Bélgica por 2–1, com dois golos de Horst Hrubesch no Estádio Olímpico, em Roma.[26] Horst Hrubesch marcou no início da primeira parte, antes de René Vandereycken empatar para a Bélgica através de uma grande penalidade na segunda parte. A dois minutos do fim, Hrubesch marcou de cabeça o golo da vitória da Alemanha Ocidental, após um pontapé de canto de Karl-Heinz Rummenigge.[27]

A França conquistou o seu primeiro título importante em casa, no torneio de 1984, com o seu capitão, Michel Platini, a marcar nove golos em apenas cinco jogos, incluindo o primeiro golo da final, na qual derrotou a Espanha por 2–0.[28][29] O formato também foi alterado, com as duas primeiras equipas de cada grupo a avançarem para as meias-finais, em vez de os vencedores de cada grupo passarem diretamente à final. O encontro de atribuição do terceiro lugar também foi abolido. As equipas derrotadas nas meias-finais passaram a receber a medalha de bronze.[30]

Ruud Gullit e a seleção dos Países Baixos a celebrarem a vitória em 1988

A Alemanha Ocidental organizou o Campeonato Europeu de Futebol de 1988, mas perdeu por 2–1 frente à seleção dos Países Baixos, sua rival tradicional, nas meias-finais, o que desencadeou grandes celebrações nos Países Baixos.[31][32] Os Países Baixos acabaram por vencer o torneio, numa repetição do seu primeiro jogo da fase de grupos, derrotando a União Soviética por 2–0 no Estádio Olímpico, em Munique.[33] Marco van Basten marcou o segundo golo, num remate de primeira por cima do guarda-redes, a partir da ala direita, que é frequentemente considerado um dos melhores golos alguma vez marcados.[34]

O Campeonato Europeu de Futebol de 1992 foi realizado na Suécia e conquistado pela Dinamarca, que tinha sido convidada a participar na fase final depois de as sanções das Nações Unidas terem impedido a participação da Jugoslávia, uma vez que alguns dos Estados que constituíam a República Socialista Federativa da Jugoslávia se encontravam em guerra entre si.[35][36] Os dinamarqueses derrotaram os detentores do título, os Países Baixos, nas grandes penalidades, nas meias-finais,[37] antes de derrotarem por 2–0 a Alemanha, campeã mundial em 1990.[38] Este foi o primeiro torneio em que participou uma Alemanha reunificada e também o primeiro grande torneio em que os nomes dos jogadores foram impressos nas costas das camisolas.

Expansão para 16 equipas (1996–2012)

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A Inglaterra organizou o Campeonato Europeu de Futebol de 1996, o primeiro torneio a utilizar a designação "Euro [ano]", e que viu o número de equipas participantes duplicar para 16.[39] A seleção anfitriã, numa repetição da meia-final da Copa do Mundo de 1990, foi eliminada pela Alemanha no desempate por grandes penalidades.[40] A equipa-surpresa do torneio foi a recém-formada seleção da República Checa, que participava na sua primeira competição internacional após a dissolução da Checoslováquia e chegou à final depois de derrotar Portugal e França na fase a eliminar. A Alemanha venceu a final por 2–1, graças ao primeiro golo de ouro alguma vez marcado numa grande competição, apontado por Oliver Bierhoff cinco minutos após o início do prolongamento.[41][42] Este foi o primeiro título da Alemanha enquanto nação reunificada.

O Campeonato Europeu de Futebol de 2000 foi o primeiro torneio organizado conjuntamente por dois países, os Países Baixos e a Bélgica.[43] A França, então campeã mundial, era a favorita à vitória e correspondeu às expectativas ao derrotar a Itália por 2–1 após o prolongamento, depois de ter estado a perder por 1–0: Sylvain Wiltord empatou no último minuto do tempo regulamentar e David Trezeguet marcou o golo de ouro da vitória no prolongamento.[44]

A cerimónia de abertura do Campeonato Europeu de Futebol de 2004 em Portugal.

Tal como na edição de 1992, o Campeonato Europeu de Futebol de 2004 proporcionou uma grande surpresa: a Grécia, que anteriormente apenas se tinha qualificado para um Campeonato do Mundo — a edição de 1994 — e um Campeonato Europeu — a edição de 1980 —, derrotou a anfitriã Portugal por 1–0 na final, depois de também a ter vencido no jogo de abertura. Um golo de Angelos Charisteas, aos 57 minutos, permitiu-lhe conquistar um torneio no qual era considerada uma das seleções com menos probabilidades de vencer.[45][46] No caminho para a final, os gregos também derrotaram a detentora do título, a França,[47] bem como a República Checa, através de um golo de prata,[48][49] regra que substituiu o anterior golo de ouro em 2003, antes de ser igualmente abolida pouco depois deste torneio.

O torneio de 2008, organizado pela Áustria e pela Suíça, marcou a segunda ocasião em que duas nações organizaram conjuntamente a competição e a primeira edição em que foi atribuído o novo troféu.[50] Teve início a 7 de junho e terminou a 29 de junho.[51] A final entre a Alemanha e a Espanha foi disputada no Ernst-Happel-Stadion, em Viena.[52] A Espanha derrotou a Alemanha por 1–0, com um golo de Fernando Torres aos 33 minutos, desencadeando grandes celebrações por todo o país.[53] Este foi o seu primeiro título desde o torneio de 1964. A Espanha foi a equipa com mais golos marcados, com um total de 12, e David Villa terminou como o melhor marcador, com quatro golos. Xavi foi eleito o melhor jogador do torneio e nove jogadores espanhóis foram escolhidos para a equipa do torneio.

O Campeonato Europeu de Futebol de 2012 foi organizado conjuntamente pela Polónia e pela Ucrânia.[54] A Espanha derrotou a Itália por 4–0 na final, tornando-se assim a primeira seleção a defender com sucesso um título do Campeonato Europeu e também a primeira equipa europeia a conquistar três grandes torneios consecutivos.[55] Ao marcar o terceiro golo da final, Torres tornou-se o primeiro jogador a marcar em duas finais do Campeonato Europeu. Terminou como melhor marcador do torneio em igualdade, com um total de três golos, juntamente com Mario Balotelli, Alan Dzagoev, Mario Gómez, Mario Mandžukić e Cristiano Ronaldo, apesar de ter sido utilizado apenas como suplente. O torneio também se destacou por ter registado o maior número de golos de cabeça numa edição do Campeonato Europeu — 26 dos 76 golos marcados —; por um golo anulado no jogo da fase de grupos entre a Inglaterra e a Ucrânia, que as repetições demonstraram ter ultrapassado a linha de golo e que levou o presidente da FIFA, Sepp Blatter, a escrever no Twitter: "A TLG (tecnologia da linha de golo) já não é uma alternativa, mas uma necessidade",[56] invertendo assim a sua prolongada relutância em adotar esta tecnologia; e por alguns episódios de violência entre adeptos nos jogos da fase de grupos.

Expansão para 24 equipas (2016–presente)

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Em 2007, a Associação de Futebol da Irlanda e a Associação Escocesa de Futebol propuseram o alargamento do torneio, que foi posteriormente confirmado pelo Comité Executivo da UEFA, em setembro de 2008.[57][58] Das 54 associações-membro da UEFA, apenas três, incluindo as de Inglaterra e da Alemanha, se opuseram ao alargamento.[59] Em 28 de maio de 2010, a UEFA anunciou que o Campeonato Europeu de Futebol de 2016 seria organizado pela França. A candidatura francesa derrotou a da Turquia — por 7–6 na segunda volta da votação — e a da Itália, que recebeu o menor número de votos na primeira volta.[60] O Euro 2016 foi o primeiro a contar com 24 equipas na fase final.[61] Esta foi a terceira vez que a França organizou a competição. Portugal, que se qualificou para a fase a eliminar apesar de ter terminado em terceiro lugar no seu grupo, acabou por conquistar o campeonato ao derrotar a anfitriã e grande favorita França por 1–0 na final, graças a um golo de Éder aos 109 minutos. Cristiano Ronaldo, avançado português de renome mundial, saiu do encontro devido a lesão aos 25 minutos. Foi a primeira vez que Portugal conquistou uma grande competição.[62]

Para o torneio de 2020, foram apresentadas três candidaturas, incluindo uma candidatura da Turquia,[63] uma candidatura conjunta da República da Irlanda, Escócia e País de Gales,[64] e uma candidatura conjunta da Geórgia e do Azerbaijão.[65] Contudo, em dezembro de 2012, a UEFA anunciou que o torneio de 2020 seria realizado em várias cidades de diferentes países da Europa, com as meias-finais e a final a serem disputadas em Londres.[66][67] Os locais foram selecionados e anunciados pela UEFA em 19 de setembro de 2014.[68] No entanto, Bruxelas foi retirada da lista de cidades anfitriãs em 7 de dezembro de 2017, devido aos atrasos na construção do Eurostadium.[69] Em 17 de março de 2020, a UEFA anunciou que o Euro 2020 seria adiado por um ano devido à pandemia de COVID-19 na Europa, propondo que fosse realizado entre 11 de junho e 11 de julho de 2021. A competição foi adiada para reduzir a pressão sobre os serviços públicos dos países afetados e disponibilizar espaço no calendário para a conclusão das ligas nacionais que tinham sido suspensas.[70] Antes do Euro 2020, Dublin também foi retirada da lista de cidades anfitriãs devido à sua incapacidade de garantir a presença de espectadores no estádio, enquanto Bilbau foi substituída por Sevilha pelo mesmo motivo.[71][72] Na final, a Itália derrotou a Inglaterra, finalista pela primeira vez, por 3–2 no desempate por grandes penalidades, depois de o encontro ter terminado empatado por 1–1 após o prolongamento, conquistando assim o seu segundo Campeonato Europeu.[73]

O torneio de 2024 regressou ao seu ciclo habitual de quatro anos, depois de a edição de 2020 ter sido adiada para 2021 devido à pandemia. A Alemanha derrotou a Turquia na disputa pelos direitos de organização do torneio, assinalando a terceira vez que a competição seria realizada em território alemão.[74] A Espanha acabou por conquistar o torneio pela quarta vez, um recorde, depois de derrotar a Inglaterra por 2–1 na final.[75]

Troféu

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O troféu em exposição em 2021

O Troféu Henri Delaunay, atribuído ao vencedor do Campeonato Europeu,[76] recebeu este nome em homenagem a Henri Delaunay, o primeiro secretário-geral da UEFA, que concebeu a ideia de um campeonato europeu, mas morreu cinco anos antes da realização do primeiro torneio, em 1960. O seu filho, Pierre, ficou responsável pela criação do troféu.[77] Desde o primeiro torneio, o troféu é atribuído à equipa vencedora, que o conserva durante quatro anos, até à edição seguinte. Na parte da frente, o troféu ostentava as inscrições Coupe d'Europe ("Taça Europeia"), Coupe Henri Delaunay ("Taça Henri Delaunay") e Championnat d'Europe ("Campeonato Europeu"), enquanto no verso figurava um rapaz a fazer malabarismos com uma bola.

Para o torneio de 2008, o Troféu Henri Delaunay foi remodelado e aumentado, uma vez que o antigo troféu era ofuscado por outros troféus da UEFA, como a nova Taça dos Clubes Campeões Europeus. O novo troféu, fabricado em prata de lei, pesa agora 8 quilogramas (18 lb) e tem 60 centimetros (24 in) de altura, sendo 2 quilogramas (4,4 lb) mais pesado e 18 centimetros (7,1 in) mais alto do que o anterior. O pedestal de mármore que servia de base foi removido. A nova base de prata do troféu teve de ser alargada para lhe conferir estabilidade. Os nomes dos países vencedores, que anteriormente apareciam em placas fixadas ao pedestal, estão agora gravados no verso do troféu,[78] por baixo da inscrição Coupe Henri Delaunay, e encontram-se escritos em inglês, em vez do francês utilizado no troféu anterior. Desde 2016, a figura do rapaz a fazer malabarismos com uma bola voltou a estar presente no verso do troféu.

Os jogadores e treinadores das equipas vencedora e vice-campeã recebem medalhas de ouro e de prata, respetivamente. Cada associação que participa na fase final do torneio recebe uma placa comemorativa. Cada uma das equipas derrotadas nas meias-finais, assim como cada uma das finalistas, recebe uma placa própria. Embora já não exista um encontro de atribuição do terceiro lugar, a UEFA decidiu, na edição de 2008, atribuir pela primeira vez medalhas de bronze às equipas derrotadas nas meias-finais — Turquia e Rússia —,[79] tendo feito o mesmo na edição de 2012, quando a Alemanha e Portugal receberam medalhas de bronze.[80] Contudo, a UEFA decidiu que, a partir da edição de 2016, as equipas derrotadas nas meias-finais deixariam de receber medalhas.[81] Anteriormente, as medalhas de bronze eram atribuídas aos vencedores do encontro de atribuição do terceiro lugar, realizado pela última vez em 1980.[82]

Resultados

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Por edições

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Ano Sede Final Semifinalistas
Campeão Placar(es) Vice-campeão 3.º lugar Placar(es) 4.º lugar
1960
Detalhes
França
França
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
União Soviética
2 – 1 (pro) Jugoslávia
Iugoslávia
Tchecoslováquia
Checoslováquia
2 – 0 França
França
1964
Detalhes
Espanha
Espanha
Espanha
Espanha
2 – 1 União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
União Soviética
Hungria
Hungria
3 – 1 (pro) Dinamarca
Dinamarca
1968
Detalhes
Itália
Itália
Itália
Itália
1 – 1 (pro)
2 – 0
Jugoslávia
Iugoslávia
Inglaterra
Inglaterra
2 – 0 União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
União Soviética
1972
Detalhes
Bélgica
Bélgica
Alemanha Ocidental
Alemanha Ocidental
3 – 0 União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
União Soviética
Bélgica
Bélgica
2 – 1 Hungria
Hungria
1976
Detalhes
Jugoslávia
Iugoslávia
Tchecoslováquia
Checoslováquia
2 – 2 (pro)
5 – 3 (pen)
Alemanha Ocidental
Alemanha Ocidental
Países Baixos
Países Baixos
3 – 2 (pro) Jugoslávia
Iugoslávia
1980
Detalhes
Itália
Itália
Alemanha Ocidental
Alemanha Ocidental
2 – 1 Bélgica
Bélgica
Tchecoslováquia
Checoslováquia
1 – 1
9 – 8 (pen)
Itália
Itália
Edições sem a disputa pelo terceiro lugar
Ano Sede Final Semifinalistas[nota 1]
Campeão Placar(es) Vice-campeão
1984
Detalhes
França
França
França
França
2 – 0 Espanha
Espanha
Dinamarca
Dinamarca
Portugal
Portugal
1988
Detalhes
Alemanha Ocidental
Alemanha Ocidental
Países Baixos
Países Baixos
2 – 0 União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
União Soviética
Alemanha Ocidental
Alemanha Ocidental
Itália
Itália
1992
Detalhes
Suécia
Suécia
Dinamarca
Dinamarca
2 – 0 Alemanha
Alemanha
Países Baixos
Países Baixos
Suécia
Suécia
1996
Detalhes
Inglaterra
Inglaterra
Alemanha
Alemanha
2 – 1 (go) República Checa
Chéquia
Inglaterra
Inglaterra
França
França
2000
Detalhes
 Bélgica
 Países Baixos
França
França
2 – 1 (go) Itália
Itália
Países Baixos
Países Baixos
Portugal
Portugal
2004
Detalhes
Portugal
Portugal
Grécia
Grécia
1 – 0 Portugal
Portugal
República Checa
Chéquia
Países Baixos
Países Baixos
2008
Detalhes
 Áustria
Suíça
Espanha
Espanha
1 – 0 Alemanha
Alemanha
Rússia
Rússia
Turquia
Turquia
2012
Detalhes
 Polónia
 Ucrânia
Espanha
Espanha
4 – 0 Itália
Itália
Alemanha
Alemanha
Portugal
Portugal
2016
Detalhes
França
França
Portugal
Portugal
1 – 0 (pro) França
França
País de Gales
País de Gales
Alemanha
Alemanha
2020[nota 2]
Detalhes

Europa[nota 3]
Itália
Itália
1 – 1 (pro)
3 – 2 (pen)
Inglaterra
Inglaterra
Espanha
Espanha
Dinamarca
Dinamarca
2024
Detalhes
Alemanha
Alemanha
Espanha
Espanha
2 – 1 Inglaterra
Inglaterra
Países Baixos
Países Baixos
França
França
2028
Detalhes
 Reino Unido
 Irlanda

A definir

A definir

A definir

A definir
2032
Detalhes
 Itália
 Turquia

A definir

A definir

A definir

A definir

Por seleções

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Seleções Títulos Vices Semifinalistas
Espanha Espanha 4 (1964, 2008, 2012 e 2024) 1 (1984) 1 (2020)
Alemanha Alemanha[nota 4] 3 (1972, 1980 e 1996) 3 (1976, 1992 e 2008) 3 (1988, 2012 e 2016)
Itália Itália 2 (1968 e 2020) 2 (2000 e 2012) 2 (1980 e 1988)
França França 2 (1984 e 2000) 1 (2016) 3 (1960, 1996 e 2024)
Rússia Rússia[nota 5] 1 (1960) 3 (1964, 1972 e 1988) 2 (1968 e 2008)
Portugal Portugal 1 (2016) 1 (2004) 3 (1984, 2000 e 2012)
Chéquia Tchéquia[nota 6] 1 (1976) 1 (1996) 3 (1960, 1980 e 2004)
Eslováquia Eslováquia[nota 6] 2 (1960 e 1980)
Países Baixos Países Baixos 1 (1988) 5 (1976, 1992, 2000, 2004 e 2024)
Dinamarca Dinamarca 1 (1992) 3 (1964, 1984 e 2020)
Grécia Grécia 1 (2004)
Inglaterra Inglaterra 2 (2020 e 2024) 2 (1968 e 1996)
Sérvia Sérvia[nota 7] 2 (1960 e 1968) 1 (1976)
Bélgica Bélgica 1 (1980) 1 (1972)
Hungria Hungria 2 (1964 e 1972)
Suécia Suécia 1 (1992)
Turquia Turquia 1 (2008)
País de Gales País de Gales 1 (2016)

Desempenho da equipa anfitriã

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Mapa dos países campeões do Campeonato Europeu
Ano Anfitrião Resultado
1960 França França 4º lugar
1964 Espanha Espanha Campeã
1968 Itália Itália Campeã
1972 Bélgica Bélgica 3º lugar
1976 Iugoslávia 4º lugar
1980 Itália Itália 4º lugar
1984 França França Campeã
1988 Alemanha Alemanha Semifinalista
1992 Suécia Suécia Semifinalista
1996 Inglaterra Inglaterra Semifinalista
2000 Países Baixos Países Baixos
Bélgica Bélgica
Semifinalista
1ª fase
2004 Portugal Portugal Vice-campeã
2008 Áustria Áustria
Suíça Suíça
1ª fase
2012 Polônia Polónia
Ucrânia Ucrânia
1ª fase
2016 França França Vice-campeã
2024 Alemanha Alemanha Quartos-de-final

Recordes individuais

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Tabela com os principais recordes da competição por jogadores.[86][87]

Recorde Jogador Seleção Total
Maior goleador Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 14
Mais assistências Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 9
Mais participações diretas em golos Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 23
Maior goleador (incluindo qualificação) Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 55
Maior goleador em edições Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 2
Mais golos em uma única edição Michel Platini França França 9
Mais golos em fase de eliminação Gerd Müller Alemanha Alemanha Ocidental 8
Mais golos em fase de eliminação numa única edição Gerd Müller Alemanha Alemanha Ocidental 4
Mais hat-tricks Michel Platini França França 2
Mais edições disputadas Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 6
Mais jogos disputados Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 30
Mais vitórias Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 14
Mais prémios de melhor jogador em campo (MOTM) Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 6
Andrés Iniesta Espanha Espanha

Maiores goleadores

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Pos. Jogador Seleção Golos Jogos Média Torneios
1 Cristiano Ronaldo Portugal Portugal 14 30 0,47 2004, 2008, 2012, 2016, 2020, 2024
2 Michel Platini França França 9 5 1,89 1984
3 Alan Shearer Inglaterra Inglaterra 7 9 0,78 1992, 1996, 2000
Antoine Griezmann França França 10 0,70 2016, 2020, 2024
5 Ruud van Nistelrooy Países Baixos Países Baixos 6 8 0,75 2004, 2008
Patrick Kluivert Países Baixos Países Baixos 9 0,67 1996, 2000
Wayne Rooney Inglaterra Inglaterra 10 0,60 2004, 2012, 2016
Romelu Lukaku Bélgica Bélgica 10 0,60 2016, 2020, 2024
Álvaro Morata Espanha Espanha 10 0,60 2016, 2020, 2024
Thierry Henry França França 11 0,55 2000, 2004, 2008
Zlatan Ibrahimović Suécia Suécia 13 0,46 2004, 2008, 2012, 2016
Nuno Gomes Portugal Portugal 14 0,43 2000, 2004, 2008
13 Savo Milošević República Socialista Federativa da Iugoslávia Iugoslávia 5 4 1,25 2000
Patrik Schick Chéquia Tchéquia 5 1 2020
Marco van Basten Países Baixos Países Baixos 9 0,56 1988, 1992
Robert Lewandowski Polônia Polónia 11 0,45 2012, 2016, 2020, 2024
Milan Baroš Chéquia Tchéquia 11 0,45 2004, 2008, 2012
Mario Gómez Alemanha Alemanha 13 0,38 2008, 2012, 2016
Jürgen Klinsmann Alemanha Alemanha 13 0,38 1988, 1992, 1996
Fernando Torres Espanha Espanha 13 0,38 2004, 2008, 2012
Zinedine Zidane França França 14 0,36 1996, 2000, 2004

Jogadores que participaram em mais edições

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Total Nome Edições (Jogos)
6 Portugal Cristiano Ronaldo 2004 (6), 2008 (3), 2012 (5), 2016 (7), 2020 (4), 2024 (5)
4 Dinamarca Peter Schmeichel 1988 (2), 1992 (5), 1996 (3), 2000 (3)
Alemanha Lothar Matthäus 1988 (1), 1992 (3), 1996 (4), 2000 (3)
França Lilian Thuram 1996 (5), 2000 (5), 2004 (4), 2008 (2)
Países Baixos Edwin van der Sar 1996 (4), 2000 (4), 2004 (5), 2008 (3)
Itália Alessandro Del Piero 1996 (1), 2000 (6), 2004 (3), 2008 (3)
Suécia Olof Mellberg 2000 (3), 2004 (4), 2008 (3), 2012 (3)
Chéquia Tomáš Rosický 2000 (2), 2004 (4), 2012 (2), 2016 (2)
Alemanha Bastian Schweinsteiger 2004 (3), 2008 (5), 2012 (5), 2016 (5)
Chéquia Petr Čech 2004 (4), 2008 (3), 2012 (4), 2016 (3)
Suécia Andreas Isaksson 2004 (4), 2008 (3), 2012 (3), 2016 (3)
Suécia Zlatan Ibrahimovic 2004 (4), 2008 (3), 2012 (3), 2016 (3)
Suécia Kim Källström 2004 (4), 2008 (2), 2012 (3), 2016 (3)
Itália Gianluigi Buffon 2004 (3), 2008 (4), 2012 (6), 2016 (4)
Croácia Darijo Srna 2004 (2), 2008 (3), 2012 (3), 2016 (4)
Alemanha Lukas Podolski 2004 (1), 2008 (6), 2012 (4), 2016 (1)
Chéquia Jaroslav Plašil 2004 (1), 2008 (3), 2012 (4), 2016 (3)
Itália Giorgio Chiellini 2008 (3), 2012 (5), 2016 (4), 2020 (5)

Maior número de jogos disputados

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Pos.JogadorPartidasEdições (Jogos)
1
Portugal Cristiano Ronaldo302004 (6), 2008 (3), 2012 (5), 2016 (7), 2020 (4), 2024 (5)
2
Portugal Pepe232008 (4), 2012 (5), 2016 (6), 2020 (3), 2024 (5)
3
Alemanha Bastian Schweinsteiger 182004 (3), 2008 (5), 2012 (5), 2016 (5)
4
Itália Gianluigi Buffon172004 (3), 2008 (4), 2012 (6), 2016 (4)
Itália Giorgio Chiellini172008 (3), 2012 (5), 2016 (4), 2020 (5)
6
França Lilian Thuram161996 (5), 2000 (5), 2004 (4), 2008 (2)
Países Baixos Edwin van der Sar161996 (4), 2000 (4), 2004 (5), 2008 (3)
Espanha Andrés Iniesta162008 (6), 2012 (6), 2016 (4)
Espanha Cesc Fàbregas162008 (6), 2012 (6), 2016 (4)
10
Espanha David Silva152008 (5), 2012 (6), 2016 (4)
Espanha Sergio Ramos152008 (5), 2012 (6), 2016 (4)
Portugal João Moutinho152008 (4), 2012 (5), 2016 (6)
Portugal Nani152008 (3), 2012 (5), 2016 (7)
14
República Checa Karel Poborský141996 (6), 2000 (3), 2004 (5)
França Zinédine Zidane141996 (5), 2000 (5), 2004 (4)
Portugal Luís Figo141996 (4), 2000 (4), 2004 (6)
Portugal Nuno Gomes142000 (5), 2004 (6), 2008 (3)
República Checa Petr Čech142004 (4), 2008 (3), 2012 (4), 2016 (3)
Alemanha Philipp Lahm142004 (3), 2008 (6), 2012 (5)
Espanha Iker Casillas142004 (3), 2008 (5), 2012 (6)
21
Alemanha Jürgen Klinsmann131988 (4), 1992 (5), 1996 (4)
Itália Paolo Maldini131988 (4), 1996 (3), 2000 (6)
Dinamarca Peter Schmeichel131988 (2), 1992 (5), 1996 (3), 2000 (3)
Alemanha Thomas Häßler131992 (5), 1996 (6), 2000 (2)
Países Baixos Dennis Bergkamp131992 (4), 1996 (4), 2000 (5)
França Laurent Blanc131992 (3), 1996 (5), 2000 (5)
França Didier Deschamps131992 (3), 1996 (4), 2000 (6)
Países Baixos Phillip Cocu131996 (3), 2000 (5), 2004 (5)
Itália Alessandro Del Piero131996 (1), 2000 (6), 2004 (3), 2008 (3)
Suécia Olof Mellberg132000 (3), 2004 (4), 2008 (3), 2012 (3)
Grécia Kostas Katsouranis132004 (6), 2008 (3), 2012 (4)
Suécia Andreas Isaksson132004 (4), 2008 (3), 2012 (3), 2016 (3)
Suécia Zlatan Ibrahimovic132004 (4), 2008 (3), 2012 (3), 2016 (3)
Espanha Fernando Torres132004 (3), 2008 (5), 2012 (5)
Itália Antonio Cassano132004 (3), 2008 (4), 2012 (6)
Alemanha Miroslav Klose132004 (2), 2008 (6), 2012 (5)
Alemanha Mario Gómez132008 (4), 2012 (5), 2016 (4)

Estatísticas gerais

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Torneios

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Pos. Seleção Títulos Vices Semifinalista Participações Jogos Vitórias Empates Derrotas Sede
1 Espanha Espanha 41511462115101
2 Alemanha Alemanha[nota 4] 3391353271313
3 Itália Itália 22610441762
4 França França154312103
5 Rússia Rússia[nota 5] 1361236137160
6 Chéquia Tchéquia[nota 6]15101514
7 Portugal Portugal8391910101
8 Países Baixos Países Baixos01020811½
9 Dinamarca Dinamarca4933106170
10 Grécia Grécia1416538
11 Sérvia Sérvia[nota 7] 0235143291
12 Inglaterra Inglaterra11037151210
13 Bélgica Bélgica262211291 + ½
14 Hungria Hungria03112450
15 Suécia Suécia17205691
16 Turquia Turquia51842120
17 País de Gales País de Gales210514
18 Croácia Croácia0622967
19 Suíça Suíça51838½
20 Roménia Romênia1615100
21 Polônia Polónia414275½
22 Ucrânia Ucrânia310307
23 República da Irlanda Irlanda2260
24 Áustria Áustria½
25 Escócia Escócia950
26 Eslováquia Eslováquia[nota 6]2714
27 Bulgária Bulgária614
28 Islândia Islândia15221
29 Irlanda do Norte Irlanda do Norte4103
30 Noruega Noruega311
31 Albânia Albânia02
32 Finlândia Finlândia
33 Eslovénia Eslovênia021
34 Letónia Letónia12
35 Macedónia do Norte Macedônia do Norte03

Maiores goleadas

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Data Cidade Mandante Placar Visitante
25/06/2000 Roterdão Países Baixos Países Baixos 6 – 1
Relatório
República Socialista Federativa da Iugoslávia Iugoslávia
16/06/1984 Nantes França França 5 – 0
Relatório
Bélgica Bélgica
16/06/1984 Lyon Dinamarca Dinamarca 5 – 0
Relatório
República Socialista Federativa da Iugoslávia Iugoslávia
14/06/2004 Lisboa Suécia Suécia 5 – 0
Relatório
Bulgária Bulgária
23/06/2021 Sevilha Espanha Espanha 5 – 0
Relatório
Eslováquia Eslováquia

Ver também

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Notas e referências

Notas

  1. A partir de 1984, não houve mais disputa pelo terceiro lugar. A colocação das seleções semifinalistas é ordenada de acordo com a campanha ao longo da competição.[83]
  2. Inicialmente previsto para 2020, o campeonato foi adiado para 2021 por conta da Pandemia de COVID-19, mas manteve o nome e a marca 2020.[84]
  3. Em celebração aos 60 anos da primeira edição do Campeonato Europeu de Futebol, a UEFA escolheu 11 cidades de países diferentes da Europa para a realização do torneio. As semifinais e a final, foram disputadas em Londres, na Inglaterra.[85]
  4. 1 2 A Alemanha herdou os resultados obtidos pela Alemanha Ocidental.
  5. 1 2 A Rússia herdou os resultados obtidos pela União Soviética.
  6. 1 2 3 4 A Chéquia e a Eslováquia herdaram os resultados obtidos pela Checoslováquia.
  7. 1 2 A Sérvia herdou os resultados obtidos pela Iugoslávia.

Referências

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Ligações externas

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