Bonnie Tyler
Gaynor Sullivan (nascida Hopkins; Skewen, 8 de junho de 1951 – Faro, 8 de julho de 2026), mais conhecida pelo nome artístico de Bonnie Tyler,[1][2] foi uma cantora e compositora britânica que conquistou proeminência global como um dos maiores ícones da transição entre o pop rock, a música country e as baladas dramáticas do formato power ballad a partir do final da década de 1970.[3]
| Bonnie Tyler Gaynor Hopkins | |
|---|---|
Tyler em 1997 | |
| Nome completo | Gaynor Sullivan |
| Outros nomes |
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| Nascimento | 8 de junho de 1951 Skewen, Neath Port Talbot, País de Gales |
| Morte | |
| Nacionalidade | galesa |
| Ocupação | cantora |
| Outras ocupações | |
| Condecorações | Ordem do Império Britânico |
| Carreira musical | |
| Período musical | 1969–2026 |
| Gênero(s) | |
| Instrumento(s) | vocais |
| Gravadora(s) |
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| Website | bonnietyler |
| Assinatura | |
Dona de uma das assinaturas vocais mais reconhecíveis do cenário fonográfico internacional, caracterizada por um timbre distintamente áspero, potente e de textura melancólica, Tyler alcançou o estrelato com sucessos perenes como "Holding Out for a Hero", "Making Love Out of Nothing at All", "It's a Heartache", "Lost in France" e "Bitterblue".[4] Seu single "Total Eclipse of the Heart" (1983) a tornou a primeira artista feminina galesa na história a alcançar simultaneamente a primeira colocação da tabela norte-americana Billboard Hot 100 e da tabela britânica UK Singles Chart.[5]
No mercado musical lusófono, estabeleceu uma ponte cultural de imenso sucesso ao gravar em 1987 a faixa bilíngue "Sem Limites pra Sonhar" em dueto com o cantor brasileiro Fábio Jr., canção que dominou o topo das paradas de sucesso em território nacional e consolidou sua aclamação na América Latina.[6] Por suas notáveis contribuições às artes e à filantropia, foi condecorada como Membro da Ordem do Império Britânico (MBE) em 2022.[7]
Juventude
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Gaynor Hopkins nasceu na pequena comunidade de Skewen, uma vila mineira situada em Neath Port Talbot, no sul do País de Gales. Ela era filha de Glyndwr Hopkins, um operário de minas de carvão, e de Elsie Hopkins, uma dedicada dona de casa com grande predileção pela música erudita, especialmente a ópera.[8] Criada em uma residência humilde de preceitos protestantes confessionais ao lado de seus seis irmãos (Marlene, Angela, Avis, Lynn e Paul), ela esteve exposta a manifestações artísticas variadas desde a infância, integrando o coro da capela local e demonstrando interesse precoce por vertentes do gospel tradicional e pelas vozes contras de Janis Joplin, Tina Turner e Joan Baez.
Em abril de 1969, estimulada por familiares, Hopkins inscreveu-se em um concurso de talentos amador de âmbito regional em Port Talbot. Interpretando uma canção popular da época, conquistou a segunda colocação e um prêmio simbólico em dinheiro.[9] O incentivo foi crucial para que ela decidisse profissionalizar-se.
No início dos anos 1970, passou a utilizar temporariamente o pseudônimo artístico de Sherene Davis, integrando a banda de apoio de soul rock "Bobby Wayne & The Dixies". Pouco tempo depois, fundou seu próprio conjunto, batizado de "The Mumbles", atuando exaustivamente no circuito de pubs, casas noturnas, cabarés e hotéis do litoral galês por quase seis anos.[9]
Carreira musical
editar1975–1981: Contrato com a RCA e a transformação vocal
editarEm 1975, enquanto se apresentava no The Town and Country Club em Swansea, a cantora foi notada pelo caçador de talentos Roger Bell, que agenciou um encontro com a influente dupla de produtores e compositores Ronnie Scott e Steve Wolfe. Convencidos de seu potencial comercial, fecharam um contrato fonográfico de longo prazo com a RCA Records. Como critério de mercado para evitar confusões de nomenclatura, os produtores recomendaram a adoção de um novo nome. Hopkins formulou o pseudônimo definitivo de Bonnie Tyler após selecionar nomes em uma lista de periódicos locais.[10]
O compacto de estreia, "My! My! Honeycomb", de 1976, não obteve expressividade comercial. Contudo, seu segundo single, "Lost in France" (1976), demonstrar-se-ia um sucesso comercial surpresa, subindo ao Top 10 britânico e obtendo excelente desempenho em paradas na Alemanha Ocidental.[9]
Em meados de 1977, Tyler foi diagnosticada com nódulos severos nas pregas vocais, demandando procedimento cirúrgico imediato de excisão. O descumprimento parcial do repouso vocal absoluto prescrito pelos cirurgiões gerou uma cicatrização espessa e anômala em seu aparelho fonador.[10] A consequência fisiológica foi o surgimento de uma voz rouca e gutural de acentuada potência. Embora houvesse o temor inicial de encerramento prematuro de suas atividades profissionais, o timbre provou-se seu maior diferencial estilístico.[11]
O lançamento imediato subsequente, "It's a Heartache" (1977), converteu-se em um massivo êxito transatlântico, figurando no topo das paradas da França, Canadá e Austrália, bem como galgando a terceira posição na prestigiada Billboard Hot 100.[9] Seguiu-se o lançamento de álbuns de transição country-pop como The World Starts Tonight (1977), Natural Force (1978) e Diamond Cut (1979).
1982–1989: A era Jim Steinman e o apogeu internacional
editarInsatisfeita com a insistência da RCA em mantê-la vinculada exclusivamente aos circuitos de música country, Tyler rescindiu amigavelmente o vínculo e assinou com a CBS Records em 1982. Determinada a redirecionar seu catálogo para o arena rock e o rock dramático, buscou os préstimos artísticos de Jim Steinman, célebre idealizador dos maiores sucessos de Meat Loaf.
Desta simbiose adveio o álbum Faster Than the Speed of Night (1983). O primeiro single do projeto, a balada de atmosfera gótica "Total Eclipse of the Heart", obteve impacto cultural e estatístico poucas vezes emulado na história da indústria da música. A faixa comercializou mais de seis milhões de cópias mundialmente, atingindo a liderança absoluta no Reino Unido, nos Estados Unidos e em vinte outros países.[4] Graças ao álbum, obteve inserção no Livro Guinness dos Recordes, sendo a primeira mulher a debutar um LP direto na liderança das tabelas do Reino Unido.[11] O trabalho legou-lhe duas indicações ao Grammy Award em 1984: Melhor Performance Vocal Pop Feminina e Melhor Performance Vocal de Rock Feminina.
Em 1984, interpretou "Holding Out for a Hero" para o filme Footloose. No mesmo período, registrou a canção "Here She Comes" para a reedição do clássico cinematográfico Metrópolis, produzida por Giorgio Moroder, recebendo nova indicação ao Grammy de Melhor Performance de Rock.
Colaboração com Fábio Jr. no mercado brasileiro
editarBuscando expansão promocional em mercados emergentes da América do Sul, a gestão da artista aceitou o convite do cantor e ator brasileiro Fábio Jr. para uma colaboração fonográfica inédita em 1987. A faixa romântica "Sem Limites pra Sonhar", estruturada de modo bilíngue (versos cantados em português por Fábio e em inglês por Tyler), tornou-se uma das faixas mais executadas nas rádios brasileiras daquele ano, obtendo certificações de vendagem expressivas e culminando em aparições televisivas especiais de grande audiência nacional.[12]
1990–2012: Consolidação na Europa e o mercado de covers
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Durante a década de 1990, Tyler migrou para a chancela da BMG. Enquanto sua relevância nas paradas anglo-americanas decrescia de formato, seus lançamentos como Bitterblue (1991), Angel Heart (1992) e Silhouette in Red (1993) gozaram de fortíssimo apelo comercial na Europa Continental, especialmente na Alemanha e nos países nórdicos, angariando o prêmio Echo de "Melhor Artista Internacional" em 1994.
Em 2002, lançou sob o selo da EMI o aclamado álbum conceitual Heart Strings, onde regravou clássicos históricos do rock mundial com o suporte melódico e instrumental da Orquestra Filarmônica de Praga. Em 2004, voltou a figurar no topo das paradas francesas e belgas ao registrar ao lado de Kareen Antonn a adaptação bilíngue "Si demain... (Turn Around)", versão reconfigurada de seu hit de 1983, que permaneceu mais de dez semanas no topo das tabelas oficiais francesas.[13]
2013–2026: Eurovision e últimos trabalhos de estúdio
editarEm 2013, foi escolhida por seleção interna pela rede estatal britânica BBC para representar o Reino Unido no Festival Eurovisão da Canção de 2013, sediado em Malmö, Suécia, com a balada country-pop "Believe in Me". Embora tenha angariado a modesta 19ª colocação na grande final, a publicidade gerou renovado interesse popular por suas apresentações ao vivo, desencadeando extensas turnês mundiais em arenas e festivais nostálgicos.
Em seus anos finais, Tyler permaneceu prolífica em estúdio. Lançou os álbuns Between the Earth and the Stars (2019) — contendo participações de estúdio com Rod Stewart e Cliff Richard — e The Best Is Yet to Come (2021), que flertava abertamente com o synth-pop dos anos 1980 e trazia releituras de clássicos da banda 10cc. Em abril de 2026, lançou o que viria a ser seu último registro comercial fonográfico, o single de caridade "One World One Home".[6]
Características artísticas e legado
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A extensão vocal natural de Bonnie Tyler era classificada primariamente como contralto, marcada por uma zona de registro de peito de acentuada densidade acústica. O peculiar "drive" rústico (fricção e rouquidão nas cordas vocais) rendeu-lhe aclamação da crítica especializada, que frequentemente traçava paralelos estéticos com as texturas vocais de Rod Stewart, Joe Cocker e Kim Carnes.[4] Suas influências fundacionais englobavam do blues de Ray Charles ao soul visceral de Aretha Franklin, passando por arranjos tradicionais do folclore galês.
A nível mercadológico, Tyler estabeleceu-se como a matriz visual e artística do formato power ballad da década de 1980. O videoclipe oficial de "Total Eclipse of the Heart", dirigido pelo cineasta australiano Russell Mulcahy, converteu-se em um clássico seminal da era de ouro da MTV, graças à sua estética surrealista de inspiração neo-gótica, sendo rotineiramente referenciado e parodiado no cinema e na televisão contemporâneos.
Em reconhecimento aos serviços prestados à difusão global da cultura britânica e suas obras de caridade, com destaque para fundações de apoio as crianças com câncer, Bonnie Tyler foi nomeada Membro da Ordem do Império Britânico (MBE) em 2022 por ato oficial de Sua Majestade a Rainha Elizabeth II, em decorrência das festividades de seu Jubileu de Platina.[7] A rcerimônia de investidura ocorreu em fevereiro de 2023 no Castelo de Windsor, presida pelo Principe William.[7]
Vida pessoal
editarEm 14 de julho de 1973, casou-se com Robert Sullivan, um ex-atleta olímpico de judô (que competiu nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972) e investidor do setor imobiliário.[8] A união durou mais de cinquenta anos, até a morte da artista. Embora o casal possuísse propriedades no Reino Unido, optou por estabelecer sua residência principal a partir de fins dos anos 1980 na região de Albufeira, no Algarve, Portugal, país pelo qual Tyler nutria grande admiração cultural. Em 1990, aos 39 anos de idade, Tyler engravidou, contudo, sofreu um aborto espontâneo agudo devido a complicações uterinas, não vindo a ter filhos biológicos posteriormente.[8]
Problemas de saúde e morte
editarNo final de abril de 2026, Tyler deu entrada em caráter de urgência no Hospital de Faro, localizado na região do Algarve, sul de Portugal, após apresentar quadro de abdômen agudo. Em 6 de maio de 2026, a equipe de cirurgia geral realizou um procedimento de urgência após diagnosticar uma perfuração intestinal grave.[14] O quadro pós-operatório agravou-se de forma súbita em 8 de maio de 2026, ocasião na qual a artista sofreu uma parada cardiorrespiratória severa, necessitando de manobras de reanimação cardíaca e indução imediata ao estado de coma induzido acoplado a suporte de ventilação mecânica invasiva na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).[15]
Em 15 de junho de 2026, boletins emitidos pela assessoria de imprensa informaram uma sutil estabilização sistêmica, determinando a retirada do coma induzido, embora a paciente permanecesse hospitalizada sob estrita vigilância intensiva.[16] Todavia, no início do mês subsequente, verificou-se uma deterioração severa das funções renais e hepáticas, culminando em um quadro irreversível de choque séptico decorrente de infecção generalizada.
Bonnie Tyler morreu na noite de 8 de julho de 2026, aos 75 anos de idade.[17][18] A sua morte foi formalizada publicamente através de comunicado oficial conjunto emitido por familiares e por seu corpo de empresários na manhã do dia seguinte.[19]
Discografia
editarÁlbuns de estúdio
editar| Ano | Álbum | Gravadora | Certificações Principais |
|---|---|---|---|
| 1977 | The World Starts Tonight | RCA Records | |
| 1978 | Natural Force | RCA Records | * US: Ouro |
| 1979 | Diamond Cut | RCA Records | |
| 1981 | Goodbye to the Island | RCA Records | |
| 1983 | Faster Than the Speed of Night | CBS Records | * UK: Platina * US: Platina |
| 1986 | Secret Dreams and Forbidden Fire | CBS Records | * UK: Prata |
| 1988 | Hide Your Heart (Notes from America) | CBS Records | |
| 1991 | Bitterblue | Hansa Records | * GER: Ouro |
| 1992 | Angel Heart | Hansa Records | * AUT: Ouro |
| 1993 | Silhouette in Red | Hansa Records | * NOR: Ouro |
| 1995 | Free Spirit | Atlantic Records | |
| 1998 | All in One Voice | EastWest Records | |
| 2002 | Heart Strings | CMC International | |
| 2004 | Simply Believe | Yannis Records | |
| 2005 | Wings | Stick Music | |
| 2013 | Rocks & Honey | ZYX Music | |
| 2019 | Between the Earth and the Stars | earMUSIC | |
| 2021 | The Best Is Yet to Come | earMUSIC |
Prêmios e indicações
editarAo longo de mais de cinco décadas de percurso na indústria global da música, Tyler foi agraciada e indicada em múltiplos palcos e comitês de grande prestígio crítico:
- Grammy Awards: Três indicações oficiais na carreira pelas faixas "Total Eclipse of the Heart" (1984) e "Here She Comes" (1985).
- BRIT Awards: Três indicações na categoria de "Melhor Artista Feminina Solo Britânica" nos anos de 1977, 1984 e 1986.
- Goldene Europa: Vencedora do prêmio de "Melhor Cantora Internacional" na Alemanha Ocidental (1983).
- Echo Awards: Eleita "Melhor Cantora Internacional Pop/Rock" (1994).
- ACM Awards: Indicada à categoria de "Nova Cantora Feminina" (1978).
Referências
- ↑ «Morre a cantora Bonnie Tyler, do hit 'Total eclipse of the heart', aos 75 anos». O Globo. 9 de julho de 2026. Consultado em 9 de julho de 2026. Cópia arquivada em 14 de julho de 2026
- ↑ «Cantora Bonnie Tyler morre aos 75 anos». G1. 9 de julho de 2026. Consultado em 9 de julho de 2026. Cópia arquivada em 14 de julho de 2026
- ↑ «Morre Bonnie Tyler, voz do clássico da música pop 'Total Eclipse of the Heart', aos 75». Folha de S.Paulo. 9 de julho de 2026. Consultado em 9 de julho de 2026. Cópia arquivada em 16 de julho de 2026
- 1 2 3 The Guardian Music (9 de julho de 2026). «Bonnie Tyler totally eclipsed her power-ballad peers, and created an astonishingly wide variety of pop». The Guardian (em inglês). Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ ITV News (9 de julho de 2026). «Singer Bonnie Tyler dies aged 75». ITV News (em inglês). Consultado em 9 de julho de 2026. Cópia arquivada em 12 de julho de 2026
- 1 2 «Morre Bonnie Tyler, voz de 'Total Eclipse of the Heart', aos 75 anos». Veja. 9 de julho de 2026. Consultado em 9 de julho de 2026. Cópia arquivada em 14 de julho de 2026
- 1 2 3 Chester, Jason (1 de fevereiro de 2023). «Bonnie Tyler, 71, is awarded an MBE for services to music». Mail Online. Consultado em 9 de julho de 2026. Cópia arquivada em 7 de março de 2026
- 1 2 3 Roz Lewis (17 de novembro de 2012). «Bonnie Tyler: My family values». The Guardian. Consultado em 16 de julho de 2016
- 1 2 3 4 BBC Wales Music (17 de novembro de 2008). «Bonnie Tyler biography». BBC. Consultado em 31 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 11 de abril de 2026
- 1 2 «Bonnie Tyler, do hit 'Total Eclipse of the Heart', morre aos 75 anos». UOL Splash. 9 de julho de 2026. Consultado em 9 de julho de 2026
- 1 2 Kendall, Jo (30 de junho de 2022). «Total Eclipse Of The Heart - how Bonnie Tyler became the ultimate power ballad diva». Louder Sound (em inglês). Consultado em 9 de julho de 2026. Cópia arquivada em 11 de março de 2026
- ↑ La Opinion (em inglês). [S.l.]: La Opinion. 1987. Cópia arquivada em 10 de julho de 2026
- ↑ «Histórico de paradas de "Si Demain..."». French Charts. Consultado em 9 de julho de 2026. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
- ↑ «Estado de Bonnie Tyler agravou-se e cantora estará nos cuidados intensivos». Jornal Público. 7 de maio de 2026. Consultado em 7 de maio de 2026. Cópia arquivada em 12 de maio de 2026
- ↑ «Bonnie Tyler é reanimada após parada cardiorrespiratória; estado é grave». G1. 8 de maio de 2026. Consultado em 9 de maio de 2026. Cópia arquivada em 9 de maio de 2026
- ↑ «Bonnie Tyler já não está em coma, mas continua nos cuidados intensivos em Faro». Público. 15 de junho de 2026. Consultado em 15 de junho de 2026
- ↑ «Cantora Bonnie Tyler morre aos 75 anos em hospital de Portugal». Rede Fan FM. 9 de julho de 2026. Consultado em 9 de julho de 2026
- ↑ «Bonnie Tyler: Total Eclipse of the Heart singer dies aged 75». BBC News (em inglês). 9 de julho de 2026. Consultado em 9 de julho de 2026. Cópia arquivada em 9 de julho de 2026
- ↑ Marisa Rodrigues (9 de julho de 2026). «Cantora Bonnie Tyler morre no hospital de Faro». Jornal de Notícias. Consultado em 9 de julho de 2026
Ligações externas
editar- «Site oficial» (em inglês)
- Bonnie Tyler no IMDb
