Results for 'Mito'

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  1. Japan Online: Through the Prism of Generations and Social Classes.Mito Akiyoshi - 2009 - Hermès: La Revue Cognition, communication, politique 55 (3):23 - +.
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  2.  67
    (1 other version)Les japonais en ligne: Le prisme Des générations et Des classes sociaLes : Société civile et internet en chine et asie orientale.Mito Akiyoshi & Aurore Merle - 2009 - Hermès: La Revue Cognition, communication, politique 55 (3):23.
    Cet article rend compte des modes d'utilisation et d'accès aux TIC au Japon, sous l'angle des controverses et des défis qui se présentent aux différentes générations. Pour les parents, il s'agit d'assurer un environnement informatique sans risque tout en aidant leurs enfants à découvrir des informations en ligne et à en tirer le meilleur parti. Quant aux adultes en général, les inégalités existantes déterminent la nature et les modes d'utilisation des TIC. En conclusion, l'article suggère qu'Internet présente non pas un (...)
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  3. Odraz--izraz.Mito Hadži Vasilev-Jasmin - 1958 - Skopje: "Kočo Racin,".
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  4.  58
    ¿Afectos populistas para una democracia radical? Ernst Cassirer y los riesgos de la convocatoria populista a la potencia afectiva del mito.Pablo Facundo Ríos Flores - 2025 - Pensamiento 81 (313):219-236.
    En una época dominada por la crisis de legitimación de las instituciones tradicionales, y un déficit de motivación, desinterés, apatía, o de una atmósfera predominante del «fin de la política» o «postpolítico», los defensores de la «razón populista», entre los que cabe destacar a Ernesto Laclau y Chantal Mouffe, ponderan la identificación afectiva del pueblo, y el reconocimiento de la naturaleza colectiva y partisana de la política, promovida por el populismo, para una radicalización de la democracia. El presente trabajo se (...)
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  5.  33
    Potencia del logos, violencia del mito.José Sánchez Tortosa - 2025 - Eikasia Revista de Filosofía 127:541-550.
    Se intenta un análisis de la obra de Gustavo Bueno en relación con la práctica pedagógica desde un enfoque despersonalizador, que facilite un juicio lo más neutral posible acerca del alcance y dimensiones de su obra. Así como en la vitalidad inagotable del filosofar, así como en la posibilidad misma de su enseñanza, el ego tiende a diluirse relativa y provisionalmente, y la racionalidad común se abre paso en la inmanencia de los procesos formalizados de aprendizaje, momento durante el cual (...)
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  6.  5
    Sobre as evidências textuais das raízes egípcias do mito de Thoth no Fedro de Platão.Carlos Carvalhar - 2025 - Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 35: e03509.
    O mito de Thoth no Fedro alude explicitamente ao Egito e é possível encontrar paralelos com textos escritos em egípcio, evidenciando que Platão teria algum conhecimento sobre a Filosofia Egípcia. Este artigo destacará alguns paralelos e comentará a bibliografia a respeito, pois são artigos e capítulos escritos em línguas diferentes e que não conversam entre si. A exposição comentará o Livro de Thoth e discutirá as semelhanças temáticas com o conto Setne I, em relação ao papel duplo da escrita (...)
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  7.  48
    Acerca del carácter retórico y filosófico del mito escatológico del Gorgias de Platón.Jonathan Lavilla de Lera - 2024 - Anales Del Seminario de Historia de la Filosofía 41 (3):539-552.
    El _Gorgias_ ofrece un arduo debate sobre la persuasión. Una de las tesis suscritas por Sócrates es que existen dos formas de persuasión: una que produce mera creencia –πειθὼ πιστευτική– y otra, muy distinta, que instruye –πειθὼ διδασκαλική–. Este artículo pretende, por una parte, relacionar estas dos formas de persuasión con la retórica tradicional y la actividad filosófica, respectivamente, y, por otra, analizar a partir de estas dos formas de persuasión el mito conclusivo del Gorgias, en el que Sócrates (...)
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  8.  34
    A circulação do mito na sociedade através da comunicação.Ana Taís Martins - 2023 - Logos: Comuniação e Univerisdade 29 (1).
    O objetivo principal deste artigo é discutir a circulação do mito na sociedade através dos processos comunicacionais, refletindo-se sobre sua dinamização adaptativa aos diversos estratos de consciência social. Para tanto, recorre-se à Teoria Geral do Imaginário de Gilbert Durand, em especial à sua proposta de tópica sociocultural, que define três diferentes níveis de circulação mítica na sociedade: o inconsciente antropológico, a consciência social e a superconsciência normatizadora. Adota-se a definição do imaginário como resultante de uma negociação entre coerções historicamente (...)
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  9. Soberbia de la razón y uso práctico: notas sobre el destino del mito en el pensamiento clásico ateniense.Marco Zingano - 2009 - Areté. Revista de Filosofía 21 (2):311-327.
    Al evaluar el papel que el mito cumple en el pensamiento griego antiguo, se debe distinguir, o al menos así se argumenta, el tipo de razón con la que se lo contrasta. En efecto, su función se altera cuando la razón es considerada monolíticamente o, como suele suceder en Aristóteles, cuando opera de dos modos: de modo práctico o de modo teórico. Desde esta última perspectiva, el mito vuelve a un lugar básico en la obra poética.
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  10.  22
    Linguagem, Comportamento e Mente No Mito de Jones de Wilfrid Sellars.Marcelo Masson Maroldi - 2014 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 6 (12):89-105.
    Nos anos de 1950, Wilfrid Sellars procurou apresentar os erros da concepção clássica de “mente”, sugerindo em seu lugar uma abordagem centrada na análise da linguagem pública. Em sua proposta, a linguagem não é o veículo do pensamento, estados mentais não são absolutamente privados e o acesso imediato, por introspecção, é enganador. Essa formulação teve profundas implicações nas pesquisas sobre linguagem e mente da filosofia analítica. Este artigo analisa e discute a reconceituação dos episódios mentais a partir do “mito (...)
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  11. Reflexos E espelhamentos – O mito de narciso E o duplo em O espelho - esboço de Uma Nova teoria da Alma hUmana de Machado de assis.Juliana C. Chagas Pereira - 2010 - Principia: Revista do Departamento de Letras Clássicas e Orientais do Instituto de Letras 2 (21):65-72.
    Este trabalho pretende verificar como a questão do duplo expressa já no mito de Narciso é revisitada e reelaborada no conto machadiano O espelho – esboço de uma nova teoria da alma humana, e a partir desta, o conceito de identidade é discutido.
     
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  12. Zaratustra: El mito del superhombre filosófico.Santiago Lario Ladrón - 2003 - A Parte Rei 27:7.
    Zaratustra, y muy especialmente sus dos primeras partes, son un canto al Superhombre. La mayor parte de filósofos, capitaneados por Fink y Heidegger, ven ese nombre como una especie de seudónimo del hombre que conoce y acepta las doctrinas del eterno retorno y-o de la voluntad de poder. Y nos ponen en guardia contra el exceso de términos biológicos que Nietzsche utiliza e incluso sobre el que pueda ser su verdadero significado (empezando por el de la misma palabra “vida”). Una (...)
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  13.  29
    Il vero nel mito: teoria esegetica nel commento di Olimpiodoro Alessandrino al "Gorgia".Elena Gritti - 2012 - Roma: Aracne.
  14. Butler, E. M. El mito del mago.Fátima Gutiérrez - 1999 - 'Ilu. Revista de Ciencias de Las Religiones 4:414.
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  15. Nietzsche e il mito di Nietzsche. In margine a un libro su Nietzsche e il nazismo.L. Alfieri - 1989 - Rivista Internazionale di Filosofia Del Diritto 66 (3):497-514.
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  16.  55
    Ernst Cassirer e o Mito do Estado.Alberto Filipe Araújo - 1986 - Revista Portuguesa de Filosofia 42 (1/2):29-54.
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  17.  22
    Filosofia del mito politico.Chiara Bottici - 2012 - Torino: Bollati Boringhieri.
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  18.  84
    Eziologia del mito in Cesare Pavese.Lidia Caputo - 2001 - Idee 48:203-223.
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  19.  72
    La comunità del mito.Virgilio Cesarone - 2001 - Idee 48:103-120.
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  20. Palingenesi e mito in Friedrich Hölderlin.M. Cometa - 1990 - Rivista di Estetica 30 (34-35):145-172.
     
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  21. Sobre el mito de que el realismo científico ha muerto.Alberto Cordero - 2009 - Areté. Revista de Filosofía 21 (2):363-379.
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  22. Filosofía, poesía y mito a la luz de Eros en el Symposio de Plató6n, por Ana María Vicuña.Andrés Covarrubias - 1994 - Revista de filosofía (Chile) 43:131-134.
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  23.  38
    Sentido antropológico del mito.Juan Cruz Cruz - 1971 - Anuario Filosófico 4 (1):31-84.
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  24.  53
    Mondo e mito. L'analisi dell'esistenza mitica in Martin Heidegger.Ivo De Gennaro - 2003 - Idee 54:157-164.
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  25. De la inconmensurabilidad al mito de la escritura: Rancière y las retóricas del disenso.Antonio de Murcia Conesa - 2011 - Res Publica. Murcia 26:233-242.
  26. La reescritura del mito clásico en La tierra insomne o La puta madre del dramaturgo chileno Marco Antonio de la Parra.Patricia Cañizares Ferriz - forthcoming - Nova et Vetera.
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  27. La realidad del mito en el cine.M. Gloria Camarero Gómez - 2007 - Critica 57 (944):64-67.
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  28.  57
    Il ritorno del mito nella società e nella cultura del Novecento.Marco Innamorati - 1994 - Idee 26:283-298.
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  29. Dewey y el mito de lo dado.Daniel E. Kalpokas - 2010 - Endoxa 26:157-186.
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  30.  59
    L'efficacia del mito nella "Repubblica" di Platone.Jonathan Lear - 2003 - Iride: Filosofia e Discussione Pubblica 16 (3):445-466.
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  31. Metodi dell'esegesi tra mito, storicità e communicazione: Prospettive «pragma-linguistiche» e consequenze per la teologia e la pastorale.F. Lentzen-Deis - 1992 - Gregorianum 73 (4):731-737.
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  32. La reproducción del mito.Carlos Javier Blanco Martín - 2003 - A Parte Rei 26:4.
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  33.  57
    Millenium El Mito.Ulises Toledo Nickels - 1999 - Cinta de Moebio 5.
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  34. Misticismo, simbolica, mito. Fra schema storiografico e filosofia della pratica, da Cousin a Bergson.Renzo Ragghianti - 2012 - Giornale Critico Della Filosofia Italiana 8 (3):379-393.
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  35.  54
    La base polemica del mito platonico dell' Atlantide.Giuseppe A. Roggerone - 1991 - Idee 18:9-28.
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  36.  66
    Libertà e mito in Luigi Pareyson.Maria Rita Scarcella - 2001 - Idee 48:179-202.
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  37. Favola e mito in Paul Valéry.Vittorio Stella - 2003 - Filosofia Oggi 26 (101):17-92.
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  38.  92
    Acevedo Martínez, Cristóbal. Mito y Conocimiento.Javier Fernández Vallina - 1997 - Revista de Filosofía (Madrid) 2 (2):274.
    In this article I defend two theses related to the ontology of the mind and the conception of explanatory levels supposed by evolutionary psychology. First, that the theory of mind adopted by this program can not remove all dualist remnant and present an acceptable picture of mind-body relationship. Second, that the difficulties presented by the ontological hypothesis, in addition to certain plausible theses on the explanatory compatibility, reduce in wide measure the attractiveness of pluralism of levels defended.
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  39. Valerio Verra, Linguaggio, mito e storia. Studi sul pensiero di Herder, a cura di Claudio Cesa.Lucia Ziglioli - 2009 - Rivista di Storia Della Filosofia 64 (3):629.
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  40.  48
    Crítica del mito de la modernidad. Diálogo intercultural. El debate entre G. de Sepúlveda, F de Vitoria, B. de las Casas. [REVIEW]Armando Savignano - 2003 - Cuadernos Salmantinos de Filosofía 30:729-744.
  41.  77
    El Mito de la caverna y la educación.Atilana Guerrero Sánchez - 2022 - Eikasia Revista de Filosofía 99:217-234.
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  42.  79
    El mito del zombi en la actualidad: desmembramiento sacrificial colectivo.Lorenzo Carcavilla Puey - 2013 - Arbor 189 (764):a089.
    El mito del zombi conservó durante varias décadas la misma estructura simbólica que la literatura y cinematografía acerca del uso perverso del magnetismo animal y la hipnosis, su genealogía. En el último tercio del siglo XX el mito sufre una profunda transformación que, no obstante, supone la continuación de su anterior sentido inconsciente. El análisis de los nuevos elementos arquetípicos que va a incorporar, estrechamente relacionados con un aspecto nuclear del espíritu del arte del siglo XX, nos va (...)
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  43.  40
    Mitos y referencias míticas en las tres últimas tragedias conservadas de Eurípides.Juan Antonio López Pérez - 2025 - Argos 30:17-63.
    Este artículo expone el uso de los mitos y de las referencias míticas en las tres últimas tragedias conservadas de Eurípides. El tragediógrafo conocía bastante bien la literatura griega anterior. La selección, distribución y uso de los mitos son pertinentes para conocerlo como poietès sophós, especialmente cuando ofrece innovaciones míticas.
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  44. El mito de Pigmalión en textos literarios y fílmicos.M. ª del Carmen Rodríguez - 2010 - Arbor 186 (741):33-42.
    En este estudio se tomará como punto de partida a Roland Barthes y su definición de mito en el análisis de versiones clásicas y contemporáneas del mito de Pigmalión. Para Barthes, un mito no es eterno, sino transitorio ya que el curso de la historia de los pueblos puede subvertirlo y deconstruirlo. Así ocurre en las representaciones contemporáneas de Pigmalión. Al contrario de las versiones clásicas, que perpetúan la construcción de género, las obras más contemporáneas subvierten al (...)
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  45. Mito y misterio: La ofrenda de Edipo.Ethel Junco de Calabrese - 2014 - Escritos 22 (48):49-69.
    Este artículo propone un recorrido por la naturaleza del mito, sus propiedades distintivas y, de manera particular, los requisitos del mito escatológico. Se establece su relación intrínseca con la tragedia, como campo de expresión de la gravedad de lo humano. La correlación entre el misterio y el drama, dada en el cruce del tiempo y la atemporalidad, se ejemplifica en las obras de Sófocles, con el fin de desembocar en el tratamiento particular de Edipo en Colono (1992) y (...)
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  46.  55
    Mito, Mentira e Feiúra No Livro II da República de Platão.Juliano Orlandi - 2011 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 3 (6):15-31.
    A censura platônica à poesia no Livro II da República está claramente fundada num critério moral: na educação dos jovens, devem ser evitados os mitos feios, isto é, os mitos que conduzem aos vícios morais. Há passagens em que Platão parece identificar a feiúra dos mitos ao conceito de mentira e, assim, a censura parece se dirigir aos mitos mentirosos. Em outros trechos, contudo, Platão parece admitir a existência de mitos que, apesar de mentirosos, podem ser considerados belos. Nesse caso, (...)
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  47.  42
    mito en Génesis VI: 1-4.Diana L. Frenkel - 2025 - Argos 24:73-84.
    Este artículo intenta demostrar la complejidad de Génesis VI: 1-4. El relato yahavista (el más antiguo de la narrativa bíblica) utiliza un fragmento mítico, desplazado de su contexto original e integrado en la trama estructural y temática de Génesis l-XI. Los rasgos esenciales de este mito (el diluvio, separación del plano divino y humano) pueden encontrarse en la literatura oriental del segundo milenio. Hesíodo y la épica homérica incluyen motivos semejantes en la descripción de la separación de los héroes (...)
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  48.  36
    Mitos y creencias en torno a la teoría post-marxista de la hegemonía de Ernesto Laclau.Hernán Fair - 2014 - Eikasia Revista de Filosofía 55:123-138.
    La teoría post-marxista y post-estructuralista de Ernesto Laclau representa, actualmente, una de las perspectivas más relevantes para el análisis filosófico de la política. Sin embargo, mantiene un elevado nivel de abstracción y de complejidad conceptual, promoviendo una multiplicidad de interpretaciones divergentes. Sin asumir la defensa de un objetivismo, el presente trabajo se propone analizar algunos mitos y creencias vinculados a la obra laclausiana. De este modo, se busca contribuir a estimular el debate y la crítica sobre sus principales postulados.
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  49. Arte, mito y voluntad de poder en F. Nietzsche.Ruperto Arrocha - 2009 - Apuntes Filosóficos 18 (35).
    La voluntad de poder para Nietzsche es un saber estar en el mundo, es un saber danzar con el ritmo y movimiento de la naturaleza. Es desde este horizonte donde debe comprenderse la valoración que Nietzsche realiza del mito como la forma de narración que comprende los movimientos subterráneos de la naturaleza. Ahí donde Nietzsche habla de la transvaloración de todos los valores está planteándose la sustitución de los valores morales por los valores artísticos. Nietzsche mismo hizo de la (...)
     
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  50.  70
    El mito de Don Juan en el cine: De Molière a Jacques Weber.Carmen Becerra Suárez - 2011 - Arbor 187 (748):259-267.
    Desde su nacimiento en el siglo XVII español, el mito de Don Juan ha sido vertido en diferentes géneros, abordado por numerosos creadores, desde perspectivas y expresiones artísticas diversas, interpretado por filósofos y estudiado por científicos. Este artículo analiza las modificaciones que el escenario mítico presenta en la versión cinematográfica de Jacques Weber, teniendo en cuenta, además de otras causas de semejante interés, las relacionadas con el cambio de lenguaje: de la literatura al cine. Pero además, como el film (...)
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