Results for 'Leitor'

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  1.  47
    Leitores, tipógrafos e filólogos.João Luís Lisboa - 2011 - Cultura:9-11.
    Filologia será uma palavra forte. Em todo o caso, como se procura demonstrar e como a tradição nos impõe, é apropriada para caracterizar uma das dimensões dos estudos sobre o livro. O conceito remete o leitor para estudos textuais, onde a língua é com frequência elemento central. Será também vista como disciplina que procura a “autenticidade” dos textos. Mas há outro mundo a considerar. Para os estudos sobre os livros, as leituras, a história da cultura escrita, o olhar do (...)
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  2.  33
    Ao leitor sem medo: Hobbes escrevendo contra o seu tempo.Renato Janine Ribeiro - 1984 - São Paulo, Brasil: Brasiliense.
  3.  63
    Nietzsche leitor de Schopenhauer.Flamarion Caldeira Ramos - 2024 - Cadernos Nietzsche 45 (1):e184476.
    This paper aims to offer an image of Nietzsche as a reader of Schopenhauer, putting aside some fundamental issues, such as the influence of Wagner and the critique of his former master in his late philosophy. Trying to isolate these aspects, I will take Nietzsche as one of the most important reader of Schopenhauer. His deep veneration does not exclude relentless criticism and his relentless criticism does not exclude his deep veneration of Schopenhauer.
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  4.  44
    Habermas leitor de Nietzsche: sobre o problema da crítica do conhecimento.Ricardo Barbosa - 2025 - Cadernos de Filosofia Alemã 30 (2):111-118.
    Escrito como posfácio a uma antologia de escritos de Nietzsche sobre teoria do conhecimento publicada em 1968, Habermas dá sequência aqui ao que encetara em Conhecimento e interesse, lançado naquele mesmo ano. Colocando em evidência os elementos do pensamento nietzschiano representativos de uma teoria não convencional do conhecimento, como uma nova dedução das “categorias”, pela qual o transcendental é naturalizado e reconduzido às estruturas da linguagem, Habermas também mostra como e por que essa crítica do conhecimento resultou numa doutrina das (...)
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  5.  30
    Heidegger, leitor de Dilthey.Deborah Moreira Guimarães - 2025 - Aoristo - International Journal of Phenomenology, Hermeneutics and Metaphysics 8 (3):102-115.
    Trata-se de explorar o envolvimento de Heidegger com a filosofia de Dilthey, com foco nos conceitos de compreensão e historicidade dentro da tradição hermenêutica. Heidegger examina a crítica de Dilthey às abordagens metafísicas e científicas do conhecimento, enfatizando as limitações das dicotomias sujeito-objeto e defendendo a compreensão como fundamental para as ciências humanas. A análise destaca a importância do contexto histórico, a unidade da vida e a necessidade de ir além dos paradigmas das ciências naturais em direção a uma abordagem (...)
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  6.  49
    Maquiavel leitor de Políbio: os povos.Fernanda Elias Zaccarelli Salgueiro - 2022 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 40 (1):46-58.
    A primeira parte do artigo trata das discussões sobre a possibilidade de leitura de Políbio por parte de Maquiavel. Na segunda, aponta-se o limite epistemológico exposto pela teoria política do historiador grego, que coloca as causas externas de corrupção da cidade no lugar de ininteligível. Assinala-se, ainda, a centralidade da ideia de equilíbrio e concórdia entre as partes da cidade. Na última seção, indica-se como Maquiavel insere as relações internacionais na equação política da cidade, ponto em que entra em discussão (...)
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  7.  27
    Gramsci leitor de Marx: a crítica gramsciana ao duplo revisionismo de Marx no idealismo e no materialismo vulgar.Anita Schlesener & Pedro Leão da Costa Neto - 2025 - Dois Pontos 21 (3).
    O presente artigo apresenta reflexões sobre a leitura gramsciana de Marx a partir de sua crítica aos revisionismos idealista e materialista vulgar, expressos nos pensamentos de Benedetto Croce e Nikolai Bukharin. Este tema percorre os Cadernos do Cárcere e redefine alguns conceitos de Marx, principalmente o de ideologia. Trata-se de compreender esta dupla combinação como parte da dificuldade dos intelectuais italianos de assimilarem a dialética materialista. Para Gramsci, o marxismo a tarefa de combater as ideologias modernas em sua forma mais (...)
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  8.  80
    Heidegger Leitor de Husserl: Sob a Sombra da Fenomenologia.José Reinaldo Felipe Martins Filho - 2018 - Prometeus: Filosofia em Revista 11 (28).
    Este artigo busca apresentar as fenomenologias de Husserl e de Heidegger não como dois caminhos isolados na construção do que ulteriormente representou a tradição fenomenológica, mas, ao contrário, identificando pontos de intersecção entre estes dois autores. Para isso recorre ao texto Mein Weg in die Phänomenologie, de Heidegger, publicado em 1963, no qual o já septuagenário filósofo recorre ao seu itinerário pessoal junto à fenomenologia e ao quanto a obra e, posteriormente, a figura de Husserl se mostrariam marcantes na elaboração (...)
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  9.  47
    Derrida Leitor de Nietzsche: Impactos Para a Literatura Em Campo Expandido.Alexandre de Oliveira Fernandes - 2024 - Revista Dialectus 33 (33):346-365.
    Utilizo como texto de partida a escrita do filósofo francomagrebino, Jacques Derrida, em Esporas: os estilos de Nietzsche. Exploro porosidades entre literatura e filosofia, passando por metáforas náuticas e, em torno de um véu e de um guarda-chuvas esquecido, defendo que um significante, a “mulher”, pode ser lido como um nome de uma não-verdade da verdade e não sua verdade. Que isto pode implicar para a literatura em campo expandido? Aponta para linhas de fuga em relação a certa ideia positivista (...)
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  10.  64
    Adorno leitor e crítico de Husserl: a reformulação da dialética desde a crítica à fenomenologia.Fábio Caires Correia & Oneide Perius - 2023 - ARGUMENTOS - Revista de Filosofia 30:185-202.
    Para compreender a relação de Adorno com a fenomenologia, ou melhor, a relação Adorno-Husserl, é importante distinguir dois momentos indissociáveis: (I) a crítica da fenomenologia operada a partir da dialética, e (II) o reconhecimento da legitimidade de um momento fenomenológico contra idealismo hegeliano. Do ponto de vista conceitual, trata-se, portanto, de desconstruir a primazia do imediato, que caracteriza o conceito fenomenológico do dado, para depois denunciar a pretensão idealista de uma totalização de todas as mediações em um sistema de pensamento. (...)
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  11.  39
    Popper, Leitor de Einstein.Elizabeth de Assis Dias - 2014 - Kínesis - Revista de Estudos Dos Pós-Graduandos Em Filosofia 6 (11):225-237.
    O presente trabalho pretende analisar a influência de Einstein na teoria da ciência de Popper. Procuramos mostrar que o falibilismo e o conjecturalismo defendido por Popper é fruto das leituras que ele fez das obras de Einstein. Muito embora Einstein tenha antecipado muitas das idéias do filósofo austríaco, foi ele quem deu unidade, fundamento e consistência a essas ideias esboçadas de forma fragmentada nos textos de Einstein.
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  12. Bergson leitor de lucrécio: as implicações existenciais do determinismo.Jonas Gonçalves Coelho - 2003 - Trans/Form/Ação 26 (1):129-140.
    Tomamos como objeto de análise a obra precoce de Bergson, os Extraits de Lucrèce, procurando mostrar que ao privilegiar as implicações existenciais negativas do determinismo, prefigura e justifica o fato de dedicar grande parte de seu pensamento filosófico posterior à crítica ao determinismo e à defesa da liberdade.
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  13.  27
    Sartre leitor de Marx nos Cadernos para uma moral.Hamilton Cezar G. Gondim - 2024 - Controvérsia 20 (3):91-113.
    O artigo aborda as críticas e comentários que Sartre tece à Marx e ao marxismo na obra Cadernos para uma Moral. A ênfase do artigo está na compreensão de Marx por Sartre no que concerne a questão da história e moral. Para compreendermos o desenvolvimento das críticas de Sartre proporcionamos uma análise parcialmente comparada entre os textos oriundos de Marx e a avaliação de Sartre acerca da temática nos Cadernos para uma moral. Tratamos de temas comuns tanto à fenomenologia ontológica (...)
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  14.  22
    Foucault, leitor da psicanálise.Joel Birman - 2024 - Natureza Humana 8 (especial1):225-251.
    A intenção deste ensaio é a de localizar, de forma sumária, as diferentes leituras realizadas por Foucault do discurso psicanalítico, com o intuito de ressaltar os seus pontos de proximidade e de distância em relação às proposições desse discurso. Para tal, as críticas lançadas tanto a Freud quanto a Lacan serão devidamente destacadas, sobretudo em relação a este último. No que tange a isso, a questão do Édipo como estrutura estará em pauta, num debate entre os conceitos de Lei e (...)
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  15.  33
    Paisana, leitor de Husserl e Heidegger A estrutura “enquanto que”.Fernando Belo - 2003 - Phainomenon 5-6 (1):39-46.
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  16.  48
    Bollnow leitor de Heidegger e de Binswanger.Irene Borges Duarte - 2019 - Aoristo - International Journal of Phenomenology, Hermeneutics and Metaphysics 2 (1):238-254.
    Em 1945, Otto Friedrich Bollnow publica uma recensão da obra fundamental de Ludwig Binswanger, aparecida em 1942, em que procura desenvolver uma concepção antropológica, tomando como ponto de partida e fundamento a Ontologia Fundamental de Martin Heidegger, tal como fora exposta em 1927, em Ser e Tempo. O presente trabalho consiste na tradução e apresentação desse texto de Bollnow, enquadrando-as numa hermenêutica da existência, desenvolvida por este autor ao longo da sua obra, e na tematização, por ambos os autores, das (...)
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  17.  46
    Sartre leitor de Hegel: avaliação da história nos Cadernos para uma moral.Hamilton Cezar Gondim - 2023 - Griot 23 (1):101-119.
    Sartre, na obra os _Cadernos para uma moral_ (1947-1948), apresenta apontamentos sobre a dimensão da história que começa a se desenvolver inicialmente no interior de sua reflexão moral. Sartre, entretanto, não tem uma versão finalizada de sua teoria da história, vinculando sua reflexão a uma comparação e crítica da filosofia da história hegeliana e do materialismo histórico marxiano. Objetivamos neste artigo analisar a crítica sartriana à Hegel nos Cadernos para uma moral sobre a história, mostrando um esboço das noções iniciais (...)
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  18.  27
    Nietzsche, Leitor de Pascal: “O Único Cristão Lógico”.Lucie Lebreton - 2019 - Dissertatio 48:26-46.
    Este artigo mostra a importância de Pascal no pensamento de Nietzsche, através da análise da expressão “cristão lógico”, que ele especificamente dedica a ele. Segundo Nietzsche, a figura icônica de Port-Royal personifica o conflito entre o cristianismo e a moral derivada dele e, portanto, entre a fé cristã e a probidade científica, ambas ligadas pela ideia de que Deus é a verdade, que a verdade é divina. Como ele considera seu próprio pensamento como um caminho para o cristianismo se superar, (...)
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  19.  41
    Adorno Leitor de Freud: Um Diálogo Sobre a Psicologia Das Massas.Mateus Abreu Pereira & Mauricio Rodrigues de Souza - 2021 - REVISTA APOENA - Periódico dos Discentes de Filosofia da UFPA 1 (1):30.
    Já em 1921, Freud inaugurou uma abordagem que considera a psicologia das massas como extensão das experiências individuais, célebre pela afirmação de que toda psicologia é, em última análise, social. Tal perspectiva seria reapropriada por Adorno, que desdobrou a posição freudiana ao situar as massas como um agente decisivo a partir do estágio industrial do capitalismo. Diante do valor deste diálogo, o presente trabalho adotou como objetivo uma análise da reapropriação feita por Adorno da psicologia das massas tal como preconizada (...)
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  20. Bergson leitor de Leibniz: Os possíveis, as tendências E a individuação.Maria Fernanda Novo dos Santos - 2016 - Cadernos Espinosanos 34:163-190.
    Partimos da perspectiva que nos convida a observar que a leitura que Bergson faz sobre Leibniz tanto nos seus cursos, quanto em Possível e o Real e em A Evolução Criadora participam da construção de um modelo de individuação no âmbito filosofia bergsoniana. No curso sobre o opúsculo De rerum natura originatione, Bergson propõe uma avaliação sobre o finalismo metafísico leibniziano a partir da noção do possível e sua relação com o princípio da harmonia pré-estabelecida. Neste artigo, pretende-se mostrar que (...)
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  21.  20
    Marx, leitor de Morgan: crítica à organização social.Lucas Parreira Álvares - forthcoming - Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas.
    Este artigo propõe o exercício de apresentar os nexos que se colocam na leitura crítica que Marx fez de Morgan nos chamados Cadernos Etnológicos acerca de questões relativas ao que Morgan tratou como pertencente ao campo da “organização social”, como direito, parentesco, religião e política. A partir de um exercício de análise imanente dos escritos de Marx, em comparação ao texto de Morgan, concluiu-se que a posição de Marx em relação ao expoente da etnologia estadunidense, embora respeitosa, é absolutamente crítica, (...)
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  22. Deleuze, leitor de Espinosa: automatismo espiritual e fascismo no cinema.Susana Viegas - 2014 - Kriterion: Journal of Philosophy 55 (129):363-378.
    Neste texto, procuro encontrar as origens de um dos mais importantes conceitos de Gilles Deleuze, o conceito de Imagem-tempo. Este conceito remete-nos para os primeiros textos de Deleuze dedicados à filosofia de Espinosa e ao problema do autómato espiritual e relaciona-se directamente com o problema da passividade/actividade do espectador. Ou seja, o conceito crucial na sua filosofia do cinema, a Imagem-tempo, esconde uma importante reflexão sobre a Imagem cinematográfica como arte de massas, os (im)poderes do pensamento e o modo fascista (...)
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  23.  33
    Lakatos, leitor dos programas de investigação de Popper.Elizabeth Assis Dias - 2023 - ARGUMENTOS - Revista de Filosofia 30:23-38.
    Lakatos é um filósofo que fez parte do círculo dos discípulos de Popper e que até certo ponto seguiu seu mestre. Ao elaborar sua noção de programa de investigação científica adotou muitas ideias defendidas por Popper, mas também tinha a pretensão de superá-lo Neste trabalho, tomando por base a noção de “programa de investigação”, que no nosso entender se faz presente no pensamento dos dois filósofos, o nosso objetivo é investigar em que aspectos Lakatos deu um passo a frente de (...)
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  24.  42
    O leitor como sujeito meditante: a maneira de demonstrar e o estilo de escrita das meditações metafísicas de René Descartes.Marcos Alexandre Borges - 2020 - Griot : Revista de Filosofia 20 (3):295-307.
    Nas páginas finais das Segundas Respostas, Descartes fala sobre a maneira pela qual as teses apresentadas nas Meditações Metafísicas são demonstradas e sobre o estilo de escrita por ele adotado para esta obra. A maneira de demonstrar é a análise; o estilo de escrita é a meditação. A leitura das Meditações depende, fundamentalmente, do entendimento sobre essas duas coisas, bem como sobre a relação existente entre elas. Com o presente artigo pretendemos, em primeiro lugar, analisar o modo como Descartes entende (...)
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  25.  32
    Foucault leitor de Sade: Da infinidade do discurso à finitude do prazer.Sébastien Charles - 2007 - Revista de Filosofia Aurora 19 (25):333.
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  26. Benjamin, leitor de Kierkegaard.Carla Milani Damião - 2014 - Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 2 (1):165-176.
    Trata-se de uma apresentação sobre a manifestação de interesse de Walter Benjamin por Kierkegaard. Buscamos nas referências ao pensamento do filósofo dinarmaquês explícitas em seus escritos, mapear citações e indicações, além da resenha que Benjamin escreveu sobre a obra Kierkegaard de Adorno. Levou-se em consideração comentários de alguns intérpretes de Kierkegaard e de Benjamin que se ocuparam da aproximação entre os dois filósofos. Desta apresentação, indicamos um vínculo teórico de virtual importância, presente na obra de Benjamin sobre o drama barroco (...)
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  27.  86
    Montaigne, leitor de sexto empírico: a crítica da filosofia moral.Luiz Eva - 2012 - Kriterion: Journal of Philosophy 53 (126):397-419.
    O objetivo deste artigo é examinar como Montaigne retoma, na sua crítica das filosofias morais e, especialmente, da existência de leis naturais, a proposta por Sexto Empírico acerca do mesmo tema ao final das Hipotiposes Pirronianas. Pretendo mostrar que, para além das consideráveis similaridades, o modo como Montaigne relaciona razão, natureza e costume, confere um perfil próprio à sua reconstrução do pirronismo, particularmente visível na sua compreensão da oposição entre critério de verdade e critério de ação. Igualmente, sustento que essa (...)
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  28.  97
    Hegel leitor de deleuze: uma perspectiva crítica da ontologia afirmativa a partir das objeções a spinoza na ciência da lógica.Julian Ferreyra - 2013 - Kriterion: Journal of Philosophy 54 (127):89-107.
    Este artículo se propone realizar un abordaje crítico de la ontología afirmativa de Gilles Deleuze a partir de las objeciones realizadas por Georg Hegel a Spinoza en su Ciencia de la lógica. La hipótesis de trabajo es que, dada la herencia spinozista del pensamiento de Deleuze, estas críticas pueden resultar pertinentes para reflexionar sobre algunos puntos fundamentales. De esta manera, se intenta contrariar la habitual tendencia de los estudios deleuzianos de trabajar en una clave anti-hegeliana, es decir, a partir de (...)
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  29.  53
    Heidegger leitor de Husserl: Sob a sombra da fenomenologia.José Reinaldo F. Martins Filho - 2018 - Prometeus: Filosofia em Revista 11 (28).
    Este artigo busca apresentar as fenomenologias de Husserl e de Heidegger não como dois caminhos isolados na construção do que ulteriormente representou a tradição fenomenológica, mas, ao contrário, identificando pontos de intersecção entre estes dois autores. Para isso recorre ao texto Mein Weg in die Phänomenologie, de Heidegger, publicado em 1963, no qual o já septuagenário filósofo recorre ao seu itinerário pessoal junto à fenomenologia e ao quanto a obra e, posteriormente, a figura de Husserl se mostrariam marcantes na elaboração (...)
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  30.  40
    Deleuze leitor de Hume: Experimentação, aprendizagem E o pensar.Simone Gallina - 2007 - Philósophos - Revista de Filosofia 12 (1).
    We intended to present in this work an approximation between Gilles Deleuze’s philosophy and Hume’s. Firstly we will show that Deleuze, in his reading of Hume, emphasizes empiricism’s importance for philosophy, though an empiricism distinct from the one offer by the philosophical tradition. We will further intend to show that these two authors share a common set of perspectives, namely, that thinking happens in response to an event, that “relation” is the instance that prompts thinking, and that the latter presents (...)
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  31. Heidegger Leitor de Nietzsche: a Metafísica da Vontade de Potência como Consumação da Metafísica Ocidental.Wanderley J. Ferreira Junior - 2013 - Trans/Form/Ação 36 (1).
    Aspectos básicos da leitura heideggeriana de Nietzsche. As possibilidades e as possíveis distorções operadas por tal interpretação em alguns conceitos fundamentais do pensamento nietzschiano. Num primeiro momento, explicitam-se as duas atitudes de Heidegger diante da história da filosofia e de seus principais pensadores, em momentos diferentes de seu pensamento. Em seguida,analisa-se, com um certo distanciamento crítico, em que sentido, conforme Heidegger, ocorre aconsumação da metafísica do sujeito pensante [Descartes] na metafísica da vontade de potência e na ideia de além do (...)
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  32.  54
    (1 other version)Binswanger, leitor de Heidegger: um equívoco produtivo?Zeljko Loparic - 2002 - Human Nature 4 (2):383-413.
    Depois de fazer uma breve análise das idéias centrais introduzidas por Ludwig Binswanger no seu artigo seminal "O sonho e a existência", de 1930, o presente trabalho examina o lugar ocupado por essas idéias na daseinsanálise psiquiátrica do mesmo autor. Em seguida, são estudadas as objeções que Martin Heidegger dirigiu ao uso da analítica existencial de Ser e tempo na formulação da daseinsanálise psiquiátrica. Na última seção, discutem-se as perspectivas atuais de um diálogo entre o pensamento de Heidegger e as (...)
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  33.  78
    Kant leitor de Hume, ou o "bastardo da imaginação".João Paulo Monteiro - 1983 - Discurso 14:145-158.
  34. Um discípulo indisciplinado: Diderot leitor de Shaftesbury.Luís Fernandes dos Santos Nascimento - 2011 - Discurso 41 (41):09-28.
    Um discípulo indisciplinado: Diderot leitor de Shaftesbury.
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  35.  65
    Leibniz leitor de anselmo: Um Caso exemplar de deslize filosófico.Eliakim Ferreira Oliveira - 2019 - Cadernos Espinosanos 41:339-369.
    O artigo procura apresentar as modificações do clássico argumento da existência de Deus feitas por Leibniz nos textos _Novos ensaios sobre o entendimento humano _e _Meditações sobre o Conhecimento, a Verdade e as Ideias_. Defende-se que já há em Leibniz uma leitura "ontologizante" de Anselmo, cuja razão bem pode ser a apropriação cartesiana do argumento. O plano de fundo dessa discussão é a maneira como os filósofos, quando leem outros, na medida em que possuem suas próprias agendas filosóficas, cometem, intencionalmente (...)
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  36.  50
    Diderot leitor de Sêneca: o filósofo e o tirano.Maria das Graças De Souza - 2015 - Discurso 45 (1):67-78.
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  37.  70
    Nietzsche leitor de Shakespeare.Pedro Süssekind - 2012 - Cadernos Nietzsche 31:173-187.
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  38.  58
    Corpos leitores: Infancia E escola.Talula Montiel Trindade & Sandra Regina Simonis Richter - 2018 - Childhood and Philosophy 14 (31):595-607.
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  39.  40
    Kierkegaard, leitor da Fenomenologia da religião.Alvaro L. M. Valls - 2012 - Natureza Humana 14 (1):1-20.
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  40.  36
    O povo que lê: leitores de camadas populares em contos de Machado de Assis.Luís Fernando Portela - 2023 - Revista Philia Filosofia, Literatura e Arte:155-172.
    Este trabalho se propõe a analisar a ocorrência de personagens leitores de camadas populares em contos de Machado de Assis, observando quem são esses leitores, como eles leem, qual é seu contexto sociocultural e quais são as motivações e implicações de suas leituras. Pretende-se com isso, tanto abordar sob nova perspectiva a recorrente representação de práticas de leitura na obra de Machado, quanto apresentar possíveis contribuições para uma melhor compreensão do ambiente letrado no Segundo Reinado e do acesso a ele (...)
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  41.  48
    O jovem leitor Agostinho no livro III das Confissões.Daniel Fujisaka - 2021 - ARARIPE — REVISTA DE FILOSOFIA 2 (1):44-59.
    Esse artigo pretende explorar a narrativa de Agostinho acerca de sua adesão ao pensamento gnóstico-maniqueu, livro III das suas Confissões, como momento falacioso do espírito, engenho de simulacro linguístico enganador. O livro III das Confissões de Agostinho de Hipona pode ser lido como análise do filósofo sobre suas próprias condições de assentimento às representações literárias como via de acesso à verdade ou falsidade na medida em que problematiza a via gnóstico- maniqueia outrora trilhada como uma questão de leituras (cf. Conf. (...)
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  42.  61
    Comunidades de leitores: cultura juvenil e os atos de descolecionar.Maria da Penha Casado Alves & Roxane Helena Rodrigues Rojo - 2020 - Bakhtiniana 15 (2):145-162.
    RESUMO Este artigo se propõe discutir a constituição de comunidades de leitores, a partir de concepções advindas do Círculo de Bakhtin sobre linguagem, forças centrífugas e centrípetas; de Canclini sobre cultura/coleção; de reflexões de autores contemporâneos sobre juventudes e cultura juvenil e de Chartier sobre leitura. Interessa-nos problematizar como se constituem essas comunidades e como se dão as práticas leitoras em torno de obras que se colocam fora do cânone e da “boa leitura”. Investigamos, em uma pesquisamaior, como esses jovens (...)
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  43.  87
    Nota Metodológica: Guicciardini leitor de Maquavel.Newton Bignotto - 1998 - Discurso 29:111-132.
    Este artigo trata de problemas metodológicos tradicionais da história das ideias, partindo da figura do que chamamos de "leitor ideal". Para atingir nossos objetivos procuramos analisar a leitura que Guicciardini fez dos Discorsi de Maquiavel.
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  44.  37
    Peirce como leitor & leitura como devaneio.Vincent Colapietro - 2018 - Cognitio 19 (1):56-76.
    Investigadores científicos no sentido moderno, aqueles pensadores com os quais C.S. Peirce identificava-se mais profundamente, “têm sido bem-sucedidos pois eles passaram suas vidas não em suas bibliotecas ou museus, mas em seus laboratórios e no campo”. De fato, Peirce gastou incontáveis horas envolvido em uma atividade na qual ele parece menosprezar nesta e em outras passagens. Aliás, ele parece ter interpretado incorretamente sua vida como leitor. O autor oferece um retrato de Peirce como leitor, mesmo quando de maior (...)
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  45.  53
    Formação de leitores literários: diálogos possíveis entre concepções do Círculo de Bakhtin e atividades de livros didáticos.Débora Ventura Klayn Nascimento - 2020 - Bakhtiniana 15 (1):127-153.
    RESUMO Este artigo convoca as concepções do Círculo de Bakhtin para redesenhar atividades de leitura literária propostas em livro didático brasileiro, tornando-as mais responsivas à vida contemporânea. Tem como base os conceitos de dialogismo e de responsividade, evocados para contribuírem com a percepção da infecundidade do uso do modelo de atividades vigente na formação de leitores e para apontar possibilidades na elaboração de atividades abertas ao diálogo das vivências dos alunos/leitores com os textos literários, bem como convidativas à expressão das (...)
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  46.  69
    Merleau-Ponty leitor de Descartes: reflexão e história da filosofia.Alexandre Carrasco - 2023 - Dois Pontos 20 (1).
    O presente artigo pretende articular temas próprios à história da filosofia e sua formação disciplinar com o uso que Merleau-Ponty faz da história da filosofia, especificamente ao ler Descartes, de modo a mostrar que problemas genuinamente filosóficos pode ser desdobrados de leituras consequentes com as exigências metodológicas da história da filosofia.
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  47.  63
    Jacobi e seus Leitores. Uma Leitura Heterodoxa: Friedrich Nietzsche.Oswaldo Giacoia Junior - 2023 - Cadernos de Filosofia Alemã 28 (2):57-66.
    O objetivo principal deste trabalho consiste em incluir Friedrich Nietzsche no contexto de uma leitura heterodoxa do núcleo filosófico de problemas implicados na correspondência entre Friedrich Heinrich Jacobi e Moses Mendelsohn a respeito do sistema de Spinoza, fazendo-o pelo viés da correspondência mantida entre Jacobi e Fichte a respeito de panteísmo, ateísmo e niilismo.
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  48.  46
    Franklin Leopoldo e Silva, leitor de filosofias.Salma Tannus Muchail - 2024 - Discurso 54 (1):42-47.
    Commented reconstitution of an article by Franklin Leopoldo e Silva based on the reading of some philosophers (Plato, Descartes and Kant, Pascal and Nietzsche, Merleau-Ponty), as a form of homage to the author.
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  49.  49
    Lévi-Strauss Leitor de Rousseau.Luis Felipe de Salles Roselino - 2024 - Dissertatio 58:93-114.
    A partir de uma revisão bibliográfica do século XVIII, resgataremos elementos que estavam naraiz da concepção universalista de homem desse século, como pertencente ao continuum da natureza.Com recurso aos métodos da antropologia estrutural, analisaremos nosso objeto que está situado nosdomínios do pensamento científico do século XVIII. O principal objetivo consistirá em identificar erecuperar a influência de alguns “mitos” acerca de seres antropomorfos, recuperando a origem dealgumas representações gráficas desses seres. A partir de algumas fontes de Rousseau e seuscontemporâneos, esboçaremos algumas (...)
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  50.  55
    Rainer Forst leitor de John Rawls.Matheus Garcia de Moura - 2022 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 13 (1):e8.
    O artigo visa discutir o papel que a obra de John Rawls possui para o projeto teórico de Rainer Forst. Trata-se de acompanharas principaisleituras que Forst realiza sobre esse autor e discutir algumas consequências que podem ser delas depreendidas para seu modelo crítico. Assim, em primeiro lugar, discute-se a tentativa de Forst em aproximar os critérios de reciprocidade e universalidade, de seu princípio de justificação, à teoria de Rawls, ao mesmo tempo em que acusa Rawls de que sua configuração da (...)
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