This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
The clash between the left and the right in Brazilian politics.
Amid all the problems Brazil already has, the time has come for yet another race for the presidential seat. Although this is (obviously) the main focus of the elections, there are also other important political offices on the table; however, none of them is considered as important as being the most "powerful" figure in the entire country. Yes, I know that many people may think my stance in this text regarding this situation is antagonistic, but to me, elections have become a headache that is not justified by their results (which, year after year... only get worse).
An act that, on one hand, represents an achievement of democracy, but on the other hand, becomes coercive when citizens are forced to leave their homes to vote for candidates who are in a race filled with dirty secrets, a great deal of corruption (which historically has been swept under the rug for decades), and alliances of the lowest possible quality. The scenario is always predictable, and you do not even need a deep understanding of politics to understand everything that is done with each new electoral process. At least here in Brazil, all of this is as clear as the purest water.
This no longer surprises me personally, but I must confess that the loopholes in Brazilian laws (in general) have become a true horror movie, where the enemy is the kind of villain who can never be defeated. What is written is (almost) never valid for those who enter the world of politics. Access to immunity comes from every direction, and amid so much injustice, new alliances are formed and feed this circus of horrors with the nation's despair (because we all know there is no one sufficiently qualified in the race for power).
Power is corrupt at its root, and this causes the very essence of justice to be thrown down the drain. Every single candidate running in the elections (across different sectors) has some hidden secret, and almost always, it is covered up by loopholes in the law that the system itself is supposed to fight against. On top of that, they continue to use and exploit people's goodwill (especially those who are part of the country's poorest population), spreading lies that are even more absurd than before, appropriating regional cultures to "connect" with the people, among other schemes.
Literally, the next Hunger Games are about to begin once again. However, in this edition, there are far more "damaged pieces" than usual (increasing the scale of the problem). All the candidates have one thing in common: a speech focused solely on promoting the long-awaited change of direction for the country (supposedly to make it more “democratic” and “fairer”, according to each of their own points of view), but those who truly know how things work are not fooled by any of them. Their hunger for power is brutal, and it recognizes no limits in order to be satisfied.
Unos nuevos "Juegos del Hambre" están a punto de comenzar de nuevo.
En medio de todos los problemas que Brasil ya tiene, llegó la hora de otra carrera por la silla presidencial. Aunque (obviamente) este sea el principal foco de las elecciones, también hay otros cargos políticos importantes sobre la mesa; sin embargo, ninguno de ellos es tan importante como ser la figura más “poderosa” de todo el país. Sí, sé que muchas personas pueden pensar que mi postura textual con respecto a esta situación es antagónica, pero para mí, las elecciones se han convertido en un dolor de cabeza que no está justificado por sus resultados (que año tras año... solo empeoran).
Un acto que, por un lado, representa una conquista de la democracia, pero que, por otro lado, se vuelve coercitivo cuando se obliga al ciudadano a salir de casa para votar por candidatos que están en una carrera repleta de secretos oscuros, mucha suciedad (que históricamente ya viene siendo escondida bajo la alfombra desde hace décadas) y alianzas de la más baja calidad posible. El escenario siempre es predecible, y ni siquiera hace falta entender profundamente de política para comprender todo lo que se hace en cada nuevo proceso electoral. Al menos aquí en Brasil, todo eso es tan cristalino como el agua más pura.
Eso particularmente ya no me sorprende, pero debo confesar que las lagunas de las leyes brasileñas (en general) son lo que se ha convertido en una verdadera película de terror, donde el enemigo es ese tipo de villano que nunca puede ser derrotado. Lo que está escrito (casi) nunca es válido para quienes entran en el mundo de la política. El acceso a la inmunidad llega por todos lados, y en medio de tanta injusticia, se forman nuevas alianzas que alimentan el circo de los horrores con la desesperación de la nación (porque todos sabemos que no hay nadie lo suficientemente capacitado en la disputa por el poder).
El poder es corrupto en su raíz, y eso hace que la esencia de la justicia se vaya por el desagüe. Todo candidato que compite en las elecciones (en diferentes ámbitos) tiene algún secreto oculto y, casi siempre, encubierto por las lagunas de la ley que el propio sistema debería combatir. Además, siguen usando y abusando de la buena voluntad de las personas (en especial, de quienes forman parte de la población más pobre del país), propagando mentiras mucho más absurdas que antes, apropiándose de las culturas regionales para “conectarse” con el pueblo, entre otros engaños.
Literalmente, los próximos Juegos del Hambre están a punto de comenzar de nuevo. Sin embargo, en esta edición, con muchas más “piezas dañadas” de lo normal (aumentando el nivel del problema). Todos los candidatos tienen en común un discurso similar que promete favorecer el tan esperado cambio de rumbo del país (supuestamente para hacerlo más “democrático” y más “justo”, de acuerdo con el punto de vista de cada uno de ellos), pero quien realmente sabe cómo funcionan las cosas no se deja engañar por ninguno de ellos. Su hambre de poder es brutal y no reconoce límites para ser saciada.
Um novo "Jogos Vorazes" está prestes a recomeçar.
Em meio a todos os problemas que o Brasil já tem, chegou a hora de mais uma corrida pela cadeira presidencial. Apesar de (obviamente) esse ser o foco o principal das eleições, há também outros cargos políticos importantes sobre à mesa; no entanto, nenhum deles é tão importante quando ser a figura mais “poderosa” de todo o país. Sim, eu sei que muitas pessoas podem pensar que o meu posicionamento textual em relação a essa situação é antagônico, mas para mim, as eleições se tornaram uma dor de cabeça que não é justificada pelos seus resultados (que anos após anos... só pioram).
Um ato que por um lado representa uma conquista da democracia, mas que por outro lado, se torna coercitivo quando obrigado o cidadão a sair de casa para votar em candidatos que estão numa corrida repleta de segredos podres, muita sujeira (que historicamente já vem sendo jogada para debaixo do tapete há décadas) e alianças da mais baixa qualidade possível. O cenário é sempre previsível, e nem é preciso entender profundamente sobre política para entender tudo o que é feito a cada novo processo eleitoral. Ao menos aqui no Brasil, tudo isso é tão cristalino quanto a água mais pura.
Isso particularmente já não me surpreende mais, mas eu preciso confessar que as brechas nas leis brasileiras (de modo geral) são o que tem se tornado um verdadeiro filme de terror, onde inimigo é aquele tipo de vilão que nunca pode ser derrotado. O que está escrito (quase) nunca é válido para quem entre no mundo da política. Todo acesso a imunidade vem por todos os lados, e no meio de tanta injustiça, novas alianças são formadas e alimentam o circo de horrores com o desespero da nação (porque todos nós sabemos não há ninguém suficientemente capacitado na disputa pelo poder).
O poder é corrupto na sua raiz, e isso faz com que a essência da justiça seja jogada no ralo. Todo e qualquer candidato que está concorrendo as eleições (em diferentes setores) tem algum segredo escondido, e quase sempre, acobertado pelas brechas da lei que o próprio sistema teria que combater. Além disso, eles continuam usando e abusando da boa vontade das pessoas (em especial, as que fazem parte da população mais pobre do país), propagando mentiras muito mais absurdas do que antes, apropriando-se de culturas regionais para se “conectar” com o povo, dentre outros golpes.
Literalmente, os próximos jogos vorazes estão prestes a recomeçar. No entanto, nesta edição, com muito mais “peças danificadas” do que o normal (aumentando o nível do problema). Todos os candidatos tem incomum um discurso que é semelhante ao favorecer a tão esperada mudança de rumo no país (supostamente para torna-lo mais “democrático” e mais “justo”, de acordo com o ponto de vista de cada um deles), mas quem realmente sabe como as coisas funcionam não se deixa enganar por nenhum deles. A fome deles pelo poder é brutal, e não reconhece os limites para ser saciada.